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Dia Mundial de Combate à Poliomielite

Saúde chama atenção para importância da imunização no Dia Mundial de Combate à Poliomielite

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A baixa procura pela vacinação contra a poliomielite, conhecida como paralisia infantil, reacende a preocupação para a disseminação da doença, que estava erradicada no Brasil há 25 anos. Por isso, no Dia Mundial de Combate à Poliomielite, lembrado nesta segunda-feira, 24, a Secretaria de Estado da Saúde (SES-TO) chama atenção para a importância da imunização, única forma de prevenção contra a doença.

A Campanha Nacional de Vacinação contra a Poliomielite foi prorrogada pelo Governo do Tocantins até o dia 31 de outubro devido à baixa adesão. Segundo dados da Gerência de Imunização da SES-TO, foram aplicadas 66.373 doses da vacina, que corresponde a apenas 66,97% do público alvo pretendido, que são crianças menores de cinco anos, de uma população de 99.170.

“Vamos aproveitar este Dia Mundial de Combate à Poliomielite para incentivar que pais e responsáveis que ainda não levaram sua criança de um ano à menor de 5 anos à uma unidade de saúde, que levem para fazer uma avaliação completa da caderneta de vacinação, principalmente para verificar a vacinação da poliomielite. Atualmente temos uma cobertura abaixo da meta preconizada pelo Ministério da Saúde”, explicou a gerente de Imunização da SES-TO, Diandra Rocha.

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O secretário de Estado da Saúde, Afonso Piva, fez um apelo para toda a população sobre a importância da vacinação de crianças. “Convocamos todos os pais para que levem seus filhos aos postos de saúde e garantam a vacinação das crianças contra a poliomielite. Estendemos a campanha até o dia 31 de outubro, pois entendemos que é de suma importância que as doses sejam mantidas em dia para que possamos evitar que doenças como a paralisia infantil sejam novamente disseminadas no Estado”, enfatizou o gestor.

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SAÚDE

Obras do Hospital da Mulher e Maternidade Estadual chegam a quase 80% de execução

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As obras do Hospital da Mulher e Maternidade Estadual (HMME), em Palmas, registram 76,04% de execução. De acordo com o cronograma da obra, a conclusão está prevista para março de 2027, com previsão de início do funcionamento em maio.

O projeto prevê 210 leitos, sendo 80 destinados a unidades especializadas. Entre eles estão 30 leitos de UTI neonatal, 10 de UTI obstétrica, 30 de Unidade de Cuidados Intermediários (UCI) e 10 de Unidade Canguru.

A unidade terá serviços nas áreas de ginecologia, obstetrícia e neonatologia. O projeto também contempla Casa da Gestante, ambulatório, banco de leite humano e heliponto.

O Hospital da Mulher e Maternidade Estadual será destinado à assistência à saúde da mulher e do recém-nascido, e substituirá a atual estrutura do Hospital e Maternidade Dona Regina.

Prédios anexos

A previsão é que três prédios anexos do hospital sejam entregues em dezembro: a Casa da Gestante, o ambulatório e o restaurante. O ambulatório terá 12 consultórios organizados em salas temáticas para atendimento especializado.

A Casa da Gestante terá 20 leitos destinados às mães que aguardam a alta dos bebês, além de espaços de convivência. O restaurante atenderá às necessidades do ambulatório.

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