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SAÚDE BUCAL

Saúde bucal e manobra do desengasgo são temas da capacitação no Hospital e Maternidade Dona Regina

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Promover conhecimentos sobre saúde bucal e manobra do desengasgo foi o objetivo da palestra realizada na terça-feira, 26, às 9h, no Hospital e Maternidade Dona Regina Siqueira Campos (HMDR), destinada às mães acolhidas na unidade. A ação foi coordenada pelos setores de odontologia, enfermagem e equipe técnica do Método Canguru.

A lavradora Vanderléia Lima Sousa é moradora de Maurilândia do Tocantins, participou da ação e relatou que “eu gostei bastante do que foi ensinado, principalmente sobre a manobra do desengasgo, que é muito importante para a gente aprender. Eu já vi pela internet, mas assim pessoalmente é bem diferente. Com a boneca e as instruções assim é ótimo, a gente aprendeu bastante”.

“Nós realizamos essa programação para incentivar os cuidados maternos e infantil sobre saúde bucal. A manobra do desengasgo nós sempre ofertamos também para as mães e pais acolhidos aqui na maternidade, para evitar que venham ocorrer engasgo em prematuros, é uma capacitação muito importante”, afirmou a coordenadora Estadual do Método Canguru, Guiomar Araújo.

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O HMDR possui consultório odontológico onde são ofertados atendimentos às gestantes e recém-nascidos. Na capacitação, a odontóloga pediatra do HMDR, Maria Medalha, disse que “a gestante precisa escovar depois do café, almoço e jantar, porque são grandes os riscos de infecção. A gente sabe que muitas mulheres grávidas sofrem na hora de escovar, por isso a gente incentiva ir para lugares abertos, se for o caso de sentir muito enjoo, pode também ficar sem usar a pasta de dente, mas nunca deve deixar de escovar. É preciso ter essa responsabilidade”.

A enfermeira do HMDR, Kênia Nogueira, capacitou as mães do hospital sobre a manobra do desengasgo. “No engasgo o organismo tenta expelir alimento ou objeto que toma um caminho errado, durante o ato de engolir, por isso agir rapidamente evita complicações. É preciso colocar o bebê de bruços em cima do seu braço e fazer cinco compressões no meio das costas. Vire o bebê de barriga para cima em seu braço e efetue mais cinco compressões sobre o osso que divide o peito ao meio, na altura dos mamilos. Com isso pode tentar visualizar o corpo estranho e retirar da boca delicadamente. Após o engasgo é recomendado buscar ajuda médica, para analisar o bebê”.

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SAÚDE

Cinco pessoas serão beneficiadas após HGP realizar captação múltipla de órgãos

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A doação de órgãos é um ato de solidariedade que pode transformar vidas. Nesta terça-feira, 28, o Hospital Geral de Palmas (HGP) realizou mais uma captação múltipla de órgãos no Tocantins. A ação foi possível após a confirmação do diagnóstico de morte encefálica de uma doadora e a autorização da família para a doação.

Foram captados rins, fígado e córneas, que beneficiarão cinco pacientes que aguardam por um transplante. Com esta captação, o Tocantins contabiliza oito procedimentos de captação de órgãos realizados em 2026.

A captação seguiu os protocolos estabelecidos pelo Sistema Nacional de Transplantes e envolveu equipes especializadas responsáveis pela avaliação da doadora, manutenção clínica, confirmação do diagnóstico de morte encefálica, entrevista familiar, logística e retirada dos órgãos e tecidos.

Trabalho conjunto

Para que uma captação de órgãos fosse realizada, foi necessária a atuação integrada de diferentes equipes e instituições. Nesta ação, participaram uma equipe transplantadora de Brasília, com o suporte da Força Aérea Brasileira (FAB), além de profissionais da Central Estadual de Transplantes do Tocantins (CETTO),  Equipe Hospitalar de Doação para Transplante (E-DOT), da Organização de Procura de Órgãos (OPO) e do Banco de Olhos Público do Tocantins (BOTO).

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A operação também contou com o apoio da Secretaria de Estado da Segurança Pública (SSP/TO), por meio do Centro Integrado de Operações Aéreas (Ciopaer), da Polícia Militar do Tocantins (PMTO), da Secretaria Municipal de Mobilidade Urbana e Transporte Público, do Laboratório Central de Saúde Pública do Tocantins (Lacen/TO) e do Hemocentro, garantindo o suporte necessário para a execução de todas as etapas do processo.

Sobre a doação de órgãos

A doação de órgãos somente pode ocorrer após a confirmação da morte encefálica, caracterizada pela perda completa e irreversível das funções cerebrais, conforme os critérios estabelecidos pelo Conselho Federal de Medicina.

No Brasil, a retirada de órgãos e tecidos para transplante depende da autorização da família. Por isso, é importante que as pessoas conversem com seus familiares sobre o desejo de ser doadoras, para que essa vontade seja conhecida e possa ser respeitada.

Após a autorização familiar, os órgãos e tecidos são destinados aos receptores conforme critérios técnicos definidos pelo Sistema Nacional de Transplantes, considerando a compatibilidade entre doador e receptor, a gravidade clínica e a ordem da lista única de espera.

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