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Profissionais do HGP são qualificados sobre feridas

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O curso foi promovido pelo Núcleo Permanente de Educação, em parceria com o Núcleo de Segurança do Paciente

Para melhor atender o usuário do Sistema Único de Saúde (SUS), profissionais de enfermagem do Hospital Geral de Palmas (HGP) se capacitaram esta semana do curso ‘Treinamento em feridas e curativos’.  O curso foi promovido pelo Núcleo Permanente de Educação (NEP), em parceria com Núcleo de Segurança do Paciente da unidade.

“O objetivo deste curso é treinar os enfermeiros da pediatria e clínica médica quanto ao tratamento de lesões em pele. Abordamos a classificação das feridas, incluindo as traumáticas, queimaduras tanto em adulto quanto em crianças, além de curativos e coberturas padronizadas no Estado. Ferida é qualquer lesão que causa descontinuada na pele”, explicou a enfermeira  estomaterapeuta, do Serviço de Enfermagem Especializado na Prevenção e Tratamento de Lesões de Pele (SEEPT) e da  Gerência de Vigilância de Risco  (GVR), Morgana Miridan Paranaguá Garcia.

Quem aproveitou a qualificação foi o enfermeiro Gilvan Pereira. “Capacitações e atualizações em curativos e feridas são muito importantes para a atividade diária dos enfermeiros. No curso tivemos a oportunidade de compartilhar experiências, aprender a prevenir,  reconhecer e tratar diversas lesões de pele. Também revisamos  as indicações e contraindicações dos produtos e coberturas disponíveis na instituição. Tudo isso contribui com a tomada de decisões corretas, redução de custos para instituição e melhores resultados para os pacientes!”, pontuou.

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A responsável pelo NEP, Vanessa Salgado ressalta que “visando a qualidade dos serviços prestados, a capacitação  proporciona ao servidor uma oportunidade de atualizar seus conhecimentos no campo da assistência à saúde”, declarou.

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SES-TO articula ações para fortalecer assistência à saúde em territórios quilombolas

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Com o objetivo de identificar desafios e fortalecer as ações da Atenção Primária nos territórios, a Secretaria de Estado da Saúde do Tocantins (SES-TO) está alinhando ações para a realização de oficinas voltadas à saúde da população quilombola. A iniciativa conta com a parceria do Ministério da Saúde, de órgãos estaduais e de municípios.

As primeiras oficinas estão previstas para ocorrer nas regiões Sudeste e Amor Perfeito. O município de Dianópolis sediará a etapa inicial, em maio, e Mateiros deve receber a programação no mês de junho. A proposta é expandir a ação para todas as regiões com presença de comunidades quilombolas. Atualmente, existem 12.881 quilombos no Tocantins, sendo 43 reconhecidos pela Fundação Palmares e 54 pela Secretaria dos Povos Originários e Tradicionais.

A estratégia prioriza a escuta dos gestores municipais da Atenção Primária que atuam diretamente nesses territórios, permitindo um diagnóstico mais preciso das condições de atendimento, considerando as particularidades sociais, culturais e geográficas das comunidades quilombolas no estado.

Do Núcleo de Equidade de Gênero, Raça e Etnia da SES-TO, Paula Rey Vilela explicou que o foco é compreender a realidade dos municípios para qualificar as políticas públicas. “Vamos dialogar com os gestores da Atenção Primária que atuam em territórios quilombolas, entender as dificuldades e levantar um diagnóstico situacional. A partir disso, buscaremos fortalecer as políticas de equidade no estado e subsidiar a construção da política estadual de saúde da população negra e quilombola.”

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Ela destacou ainda que as oficinas vão abordar temas como racismo institucional, acolhimento qualificado e as especificidades culturais dessas comunidades. “Muitas vezes, os profissionais não têm preparo para lidar com essas realidades, o que impacta diretamente no atendimento. A proposta é ampliar essa compreensão e melhorar o cuidado”, completou.

Para a diretora de Políticas para Promoção da Igualdade Racial da Secretaria de Igualdade Social, Bianca Pereira, a iniciativa contribui para ampliar o olhar sobre a saúde pública no estado. “É fundamental pensar a saúde para além do contexto urbano, considerando as especificidades dos territórios quilombolas. As oficinas são uma oportunidade de escuta ativa, que vão permitir entender melhor o acesso à saúde nessas comunidades e aprimorar as ações desenvolvidas.”

O assessor do Ministério da Saúde, Fernando Nunes Alves, ressaltou a importância da atuação conjunta entre as instituições. “Estamos aqui para somar esforços e contribuir com a construção de políticas públicas mais efetivas. O Ministério atua na promoção da igualdade racial e no enfrentamento das desigualdades dentro do SUS, e esse trabalho integrado é essencial para garantir um atendimento mais justo à população quilombola.”

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Durante a reunião, também foi apresentada a Portaria GM/MS nº 9.572, de 22 de dezembro de 2025, que institui incentivo financeiro de custeio mensal para equipes de Saúde da Família que atuam em áreas com população quilombola. A medida busca fortalecer o Sistema Único de Saúde (SUS) e promover maior equidade no acesso aos serviços.

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