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CAMPANHA SETEMBRO AMARELO

Em alusão à campanha Setembro Amarelo, Espol realiza workshop “Resiliência e Plenitude” a servidores da Segurança Pública

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A Escola Superior de Polícia (Espol), por meio do núcleo de valorização profissional, promoveu nesta quinta-feira, 28, o workshop “Resiliência e Plenitude”, aos  policiais civis e servidores da Segurança Pública. O evento, que faz parte das ações voltadas à campanha Setembro Amarelo, visa promover a valorização da vida dos profissionais e a prevenção do suicídio.

Baseado no Programa Nacional de Qualidade de Vida para Profissionais de Segurança Pública (Pró-Vida), do Sistema Único de Segurança Pública (SUSP), o workshop trouxe para o ambiente de conversa, dentre outros temas, assuntos relacionados aos desafios enfrentados pela pessoa com deficiência, a importância do autocuidado para cuidar do outro, o processo de superação, redes de apoio e a fé como ferramenta.

Durante o debate mediado pela psicóloga Leni Barbosa e pela supervisora de ensino Adriana Magna Ramalho, os profissionais tiveram a oportunidade de compartilhar experiências e mensagens de valorização. A psicóloga Leni ressaltou a relevância de falar sobre o tema, que ainda hoje é um tabu, para que pessoas que estejam enfrentando momentos de crise busquem ajuda e entendam que a vida é sempre a melhor escolha.

“Nós comumente temos o hábito de dar importância à doença apenas quando ela já está estabelecida. Setembro Amarelo é a campanha de prevenção ao suicídio, mas nós podemos fazer isto o ano todo. Às vezes deixamos de viver os bons momentos da vida porque estamos enfrentando uma dificuldade, na verdade, a maioria desses momentos podem ser enfrentados quando praticamos costumeiramente a resiliência e a plenitude de viver intensamente os nossos motivos de felicidade”, destacou Leni.

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Casos e Experiências

O suicídio tornou-se um dos principais problemas de saúde pública da atualidade, com grandes impactos na sociedade. O workshop, nesse sentido, reuniu convidados para a roda de conversa, profissionais e pacientes com histórias de superação, com o intuito de motivar os participantes. Dentre os convidados estão a psicóloga Mykaelle Sousa e o policial civil Marcelo Abdala, ambos compartilharam um pouco de suas experiências.

Na oportunidade, a psicóloga Mykaelle discorreu sobre sua experiência como cuidadora, quando precisou se dedicar a uma pessoa de sua própria família. Ela ressaltou os desafios e a importância de cuidar de si mesmo a fim estar preparado para cuidar de outra pessoa. “Conforme vamos compartilhando esses momentos de vida, também vamos aprendendo uns com os outros. Esta proposta de workshop é um trabalho de excelência além de muito necessário para elucidar o cuidado com nós mesmos antes do cuidado com o outro.” afirmou Mykaelle.

O policial civil aposentado Marcelo Abdala também acrescentou, junto à roda de conversa, seu depoimento de superação. Instrutor na academia de polícia e plantonista, após muitos anos de serviço prestado à Segurança Pública, foi diagnosticado com câncer metastático de cólon, que levou-o a passar por 8 cirurgias ao longo do processo de tratamento. Mesmo em face de grandes problemas, Marcelo não pensou em desistir.

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“No primeiro momento, quando recebemos a notícia, passa tudo pela nossa cabeça, até mesmo a possibilidade de morte, mas é depois da primeira cirurgia que  desenvolvemos uma força inimaginável. São em momentos como esses que afloram a fé em Deus, o apoio da família, dos amigos e, ademais, o apoio profissional. Coisas como estas, somadas, nos tornam resilientes e fortes o suficiente para lutar. Eu já cheguei a pesar 56 kg, precisei passar por muitos tratamentos, mas o segredo é não deixar de sorrir e, quando necessário chorar, descobri que pessoas fortes também choram, também pedem ajuda, e ter alguém do nosso lado, em que se pode contar, não tem preço.” destacou Marcelo Abdala.

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SAÚDE

HGP realiza mutirão de cirurgias pediátricas neste fim de semana

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Nesse final de semana, nos dias 18 e 19, o Hospital Geral de Palmas (HGP) realizou um mutirão de cirurgias pediátricas eletivas, beneficiando cerca de 20 crianças. A ação faz parte do Programa de Aprimoramento da Gestão Hospitalar (PAGH-Cirúrgico), conhecido como Opera Tocantins, que objetiva agilizar  o atendimento dos usuários,  regulados na Central Estadual de Regulação conforme os trâmites do  Sistema Único de Saúde (SUS).

Segundo a médica cirurgiã pediátrica Maria Fernanda Coelho de Melo, “essa é uma ação que a gente vem fazendo todos os meses para dar celeridade na fila de cirurgias do SUS. São cirurgias de médio porte, como hérnias umbilicais, inguinais, cirurgia de testículos e fimose. Neste fim de semana conseguimos atender 20 crianças entre 2 e 11 anos, que tiveram alta no mesmo dia”.

Os mutirão do opera  conta com suporte logística de equipe de apoio (rouparia, nutrição, copa e manutenção), além da coordenação de enfermagem do centro cirúrgico e ala pediátrica, setor de documentação e internação, logística do centro cirúrgico, cirurgiões e anestesistas que atuam de forma integrada para garantir segurança, agilidade e qualidade no cuidado às crianças atendidas.

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A criança Rute da Silva Alves, de dois anos, foi uma das pacientes atendidas no mutirão. Segundo a mãe, Haylla da Silva Luz, “minha filha passou pelo procedimento de hérnia umbilical no sábado, e teve alta no mesmo dia. Graças a Deus ela está se recuperando bem”.

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