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Segurança Pública dá posse a membros da diretoria do CONSEG em Taquaruçu

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Retomando a agenda do segundo semestre, a Secretaria da Segurança Pública do Tocantins (SSP-TO) por meio da Polícia Comunitária retornou com as certificações de cidadãos tocantinenses  para atuarem voluntariamente em parceria com as forças de segurança em ações de prevenção à criminalidade e promoção do bem-estar social. Na noite desta segunda-feira, 22, em Taquaruçu, os quatro membros  da diretoria do Conselho de Segurança Pública (CONSEG) daquele distrito foram empossados pela Polícia Comunitária em solenidade com a presença dos gestores da SSP-TO.

O secretário executivo da pasta, Reginaldo de Menezes, destacou que a segurança eficaz se faz em parceria com os cidadãos, pois são eles que vivem a rotina social nas comunidades e conseguem ter uma proximidade melhor com os fatos. “É um projeto que vai ao encontro das metas da SSP que é a redução de crimes e a participação social”, ressaltou.

“Eu sou morador de Taquaruçu e eu sei da demanda local. E por reconhecer que a segurança precisava de mais apoio para ficar fortalecida, me coloquei à disposição para buscar soluções nesta área para beneficiar a população aqui do Distrito”, destacou o presidente do CONSEG em Taquaruçu, Wandré de Alencar Lima.

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O diretor de Polícia Comunitária, tenente-coronel Carlos Magno Gomes da Costa, informou que a eleição ocorreu por aclamação após uma etapa de cursos. “Estamos dando continuidade à nossa agenda com a implantação e posse de novos Conselhos de Segurança que vão ajudar a fortalecer as ações de segurança do Estado. Quando o poder público e a comunidade se unem os resultados são muito mais positivos, toda a população ganha e nossa meta é fazer com que o Tocantins tenha o maior número de Consegs possível.  Vamos trabalhar para isso”, pontuou.

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Ferramenta inédita desenvolvida no Tocantins para extração de dados de celulares é disponibilizada para forças de segurança de todo o país

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Uma ferramenta inédita desenvolvida no Tocantins foi disponibilizada gratuitamente para instituições de segurança pública de todo o Brasil. A tecnologia é voltada à extração de evidências digitais em aparelhos celulares apreendidos. A aplicação MOB158 foi desenvolvida pelo delegado de Polícia Civil Fellipe Crivelaro para auxiliar policiais na documentação de informações presentes em dispositivos móveis, observando os requisitos legais da cadeia de custódia digital.

O nome da ferramenta faz referência à palavra inglesa mobile (celular) e ao artigo 158 do Código de Processo Penal, que trata da cadeia de custódia das evidências. A aplicação permite realizar capturas de tela (screenshots) e gravações da tela (screen recorder) de aparelhos com sistema Android, gerando registros organizados que podem ser utilizados durante investigações criminais.

Um dos principais diferenciais do MOB158 é que todo o processo de extração é realizado em conformidade com as normas previstas nos artigos 158-A e seguintes do Código de Processo Penal, que disciplinam a preservação da cadeia de custódia das provas digitais.

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Para garantir a autenticidade das evidências coletadas, a ferramenta gera automaticamente hashes criptográficos, que funcionam como uma impressão digital única de cada arquivo produzido. Caso qualquer imagem ou vídeo seja alterado posteriormente, mesmo que minimamente, o hash também será modificado, permitindo identificar imediatamente qualquer tentativa de adulteração da prova. Esse procedimento é amplamente utilizado na perícia digital para demonstrar que o conteúdo permaneceu íntegro desde sua coleta.

Além disso, o sistema utiliza chaves PEM, padrão internacional empregado para armazenamento de certificados e chaves criptográficas. Elas permitem a assinatura digital dos arquivos produzidos, conferindo autenticidade ao material e possibilitando verificar que os registros foram gerados pela ferramenta.

Outro recurso da plataforma é a possibilidade de personalização do relatório de extração. Cada instituição pode inserir sua identidade visual, além de informações como número do procedimento policial e identificação do envelope de vestígio, facilitando a documentação e o gerenciamento da prova digital.

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