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Em Pugmil, Polícia Civil deflagra ação de combate à criminalidade e prende homem investigado por tentativa de homicídio qualificado

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Com a finalidade de cumprir mandados de prisão preventiva e de busca e apreensão em desfavor de um homem de 22 anos, suspeito de homicídio qualificado tentado, policiais civis da 57ª Delegacia de Polícia de Pium, com apoio da 5ª Delegacia Regional de Polícia de Paraíso do Tocantins, deflagraram nesta terça-feira, 23, uma operação policial, na cidade de Pugmil, que resultou na a prisão do suspeito que é um dos investigados pelo crime.

O crime ocorreu em maio deste ano, sendo que a vítima permaneceu hospitalizada por mais de 30 dias. Ela teve perfurações pelo corpo, decorrente de disparo de arma de fogo, e lesões produzidas por golpes de barra de ferro. Devido à gravidade dos ferimentos e fraturas, a vítima ainda está se recuperando, mas provavelmente terá sequelas.

Com base nas declarações da vitima, a PC-TO montou uma força-tarefa com o objetivo de investigar os fatos a fim de identificar os criminosos, que também são suspeitos de outros crimes violentos, tais como roubo, homicídio consumado, tráfico de drogas e porte ilegal de arma de fogo, ocorridos nos últimos meses na cidade de Pugmil.

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Diante dos fatos, a delegada chefe da 57ª DP de Pium, Jeannie Daier de Andrade, representou pela prisão preventiva dos suspeitos, que foi deferida pelo juízo da Comarca de Paraíso.

De posse das ordens judiciais, na manhã desta terça-feira, 23, os policiais civis efetuaram a prisão de um dos investigados pelo crime. O homem passou por exame de corpo de delito e, posteriormente, foi encaminhado à Unidade Penal de Paraíso, onde permanecerá à disposição do Poder Judiciário.

Motivação

Conforme a delegada Jeannie Daier, que comandou a operação, o crime teria sido motivado por uma dívida de drogas de apenas R$ 50,00 .

“Essa foi uma das ações realizadas pela Polícia Civil no sentido de assegurar a tranquilidade e garantir a sensação de segurança na cidade de Pugmil, uma vez que as ações da dupla de investigados vinha causando pânico em seus moradores”, destacou a delegada, complementando que a Polícia Civil intensificará as ações de combate à criminalidade, de forma permanente, objetivando devolver a paz aos moradores da região de Pugmil e cidades vizinhas.

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Ferramenta inédita desenvolvida no Tocantins para extração de dados de celulares é disponibilizada para forças de segurança de todo o país

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Uma ferramenta inédita desenvolvida no Tocantins foi disponibilizada gratuitamente para instituições de segurança pública de todo o Brasil. A tecnologia é voltada à extração de evidências digitais em aparelhos celulares apreendidos. A aplicação MOB158 foi desenvolvida pelo delegado de Polícia Civil Fellipe Crivelaro para auxiliar policiais na documentação de informações presentes em dispositivos móveis, observando os requisitos legais da cadeia de custódia digital.

O nome da ferramenta faz referência à palavra inglesa mobile (celular) e ao artigo 158 do Código de Processo Penal, que trata da cadeia de custódia das evidências. A aplicação permite realizar capturas de tela (screenshots) e gravações da tela (screen recorder) de aparelhos com sistema Android, gerando registros organizados que podem ser utilizados durante investigações criminais.

Um dos principais diferenciais do MOB158 é que todo o processo de extração é realizado em conformidade com as normas previstas nos artigos 158-A e seguintes do Código de Processo Penal, que disciplinam a preservação da cadeia de custódia das provas digitais.

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Para garantir a autenticidade das evidências coletadas, a ferramenta gera automaticamente hashes criptográficos, que funcionam como uma impressão digital única de cada arquivo produzido. Caso qualquer imagem ou vídeo seja alterado posteriormente, mesmo que minimamente, o hash também será modificado, permitindo identificar imediatamente qualquer tentativa de adulteração da prova. Esse procedimento é amplamente utilizado na perícia digital para demonstrar que o conteúdo permaneceu íntegro desde sua coleta.

Além disso, o sistema utiliza chaves PEM, padrão internacional empregado para armazenamento de certificados e chaves criptográficas. Elas permitem a assinatura digital dos arquivos produzidos, conferindo autenticidade ao material e possibilitando verificar que os registros foram gerados pela ferramenta.

Outro recurso da plataforma é a possibilidade de personalização do relatório de extração. Cada instituição pode inserir sua identidade visual, além de informações como número do procedimento policial e identificação do envelope de vestígio, facilitando a documentação e o gerenciamento da prova digital.

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