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SEGURAÇA PÚBLICA

Agência Brasileira de Inteligência promove debate sobre Extremismo Violento para a Polícia Civil

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Na manhã desta quarta-feira, 13, a Agência Brasileira de Inteligência (ABIN) promoveu um debate para policiais civis com foco em possíveis situações de extremismo violento. O debate teve como objetivo aprofundar o conhecimento dos policiais sobre esse tipo de crime, abordando desde o conceito e as características comuns até os fatores motivacionais que levam os autores a praticá-lo. O debate foi ministrado na Escola Superior da Polícia Civil (Espol), em Palmas.

Durante a apresentação, foram detalhados os perfis comportamentais e sociais de indivíduos envolvidos nesse tipo de ação criminosa, destacando padrões de conduta, histórico de atuação e o contexto em que costumam ocorrer. Também foram discutidas técnicas e estratégias que podem auxiliar na identificação e investigação, assim como na prevenção desses delitos.

O debate foi conduzido pelo Oficial de Inteligência da ABIN, que abordou a resposta a agressores ativos, apresentando procedimentos e protocolos de segurança específicos para atuação em situações críticas com ameaça iminente à vida. A formação tem como objetivo capacitar os policiais a agirem de maneira rápida, segura e coordenada, minimizando riscos e preservando vidas.

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Além do conteúdo teórico, os policiais tiveram acesso a estudos de casos reais, permitindo associar os aspectos técnicos a situações concretas, o que enriqueceu o aprendizado e fortaleceu a capacidade de atuação em campo.

De acordo com o Oficial de Inteligência M, o avanço na prevenção ao extremismo violento em escolas é potencializado quando as instituições de enfrentamento trabalham juntas. A iniciativa demonstra o compromisso das instituições em investir continuamente na qualificação dos profissionais, ampliando as ferramentas disponíveis para o combate ao crime e a proteção da sociedade.

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POLÍCIA

Ferramenta inédita desenvolvida no Tocantins para extração de dados de celulares é disponibilizada para forças de segurança de todo o país

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Uma ferramenta inédita desenvolvida no Tocantins foi disponibilizada gratuitamente para instituições de segurança pública de todo o Brasil. A tecnologia é voltada à extração de evidências digitais em aparelhos celulares apreendidos. A aplicação MOB158 foi desenvolvida pelo delegado de Polícia Civil Fellipe Crivelaro para auxiliar policiais na documentação de informações presentes em dispositivos móveis, observando os requisitos legais da cadeia de custódia digital.

O nome da ferramenta faz referência à palavra inglesa mobile (celular) e ao artigo 158 do Código de Processo Penal, que trata da cadeia de custódia das evidências. A aplicação permite realizar capturas de tela (screenshots) e gravações da tela (screen recorder) de aparelhos com sistema Android, gerando registros organizados que podem ser utilizados durante investigações criminais.

Um dos principais diferenciais do MOB158 é que todo o processo de extração é realizado em conformidade com as normas previstas nos artigos 158-A e seguintes do Código de Processo Penal, que disciplinam a preservação da cadeia de custódia das provas digitais.

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Para garantir a autenticidade das evidências coletadas, a ferramenta gera automaticamente hashes criptográficos, que funcionam como uma impressão digital única de cada arquivo produzido. Caso qualquer imagem ou vídeo seja alterado posteriormente, mesmo que minimamente, o hash também será modificado, permitindo identificar imediatamente qualquer tentativa de adulteração da prova. Esse procedimento é amplamente utilizado na perícia digital para demonstrar que o conteúdo permaneceu íntegro desde sua coleta.

Além disso, o sistema utiliza chaves PEM, padrão internacional empregado para armazenamento de certificados e chaves criptográficas. Elas permitem a assinatura digital dos arquivos produzidos, conferindo autenticidade ao material e possibilitando verificar que os registros foram gerados pela ferramenta.

Outro recurso da plataforma é a possibilidade de personalização do relatório de extração. Cada instituição pode inserir sua identidade visual, além de informações como número do procedimento policial e identificação do envelope de vestígio, facilitando a documentação e o gerenciamento da prova digital.

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