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Naturatins lança Operação Piracema, nesta sexta-feira, 31

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O Instituto Natureza do Tocantins (Naturatins) realiza nesta sexta-feira, 31, a partir das 9h, o lançamento da Operação Piracema 2025/2026. A ação marca o início do período de proteção à reprodução dos peixes, que ocorre de 1º de novembro 2025 a 28 de fevereiro 2026.

A iniciativa tem como objetivo preservar as espécies nativas e garantir o equilíbrio dos ecossistemas aquáticos, além de reforçar a fiscalização contra a pesca predatória.

Durante o evento, serão apresentados os planos de fiscalização, ações educativas e orientações para pescadores e comunidades ribeirinhas, com a participação de autoridades e parceiros como o Batalhão de Polícia Militar Ambiental (BPMA); o Grupamento Aéreo da Polícia Militar do Tocantins (Graer/PMTO); a Marinha do Brasil; a Polícia Rodoviária Federal (PRF); a Guarda Ambiental de Palmas; e a Secretaria do Meio Ambiente e Recursos Hídricos do Estado do Tocantins (Semarh).

A operação segue até o final do período de defeso, contribuindo para a sustentabilidade dos recursos pesqueiros e para a conscientização sobre a importância da preservação ambiental.

Serviço

O quê: Lançamento da Operação Piracema 2025/2026

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Quando: Sexta-feira, 31 de outubro

Horário: a partir das 9h

Onde: Gabinete da Presidência —Sede do Naturatins, na 302 Norte, Al 1 (prédio novo)

Contato: Andréa Marques, chefe da Ascom (63) 98404-4003

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MEIO AMBIENTE

Ações preventivas são realizadas nas Unidades de Conservação em preparação para o período de estiagem

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Com a proximidade do período de estiagem, quando aumenta o risco de incêndios florestais, as Unidades de Conservação (UCs) estaduais recebem ações preventivas com o objetivo de reduzir os impactos ambientais e contribuir para a proteção dos ecossistemas durante o período de maior vulnerabilidade climática.

Nas Unidades de Conservação estaduais, administradas pelo Instituto Natureza do Tocantins (Naturatins), são desenvolvidas ações preventivas com base no Manejo Integrado do Fogo (MIF), metodologia que reúne planejamento, prevenção e uso controlado do fogo para reduzir a probabilidade de ocorrência de incêndios florestais de grandes proporções durante a estação seca.

Entre as práticas adotadas estão as queimas prescritas, realizadas de forma planejada em áreas previamente definidas, sob condições climáticas adequadas e de acordo com critérios técnicos e protocolos de segurança.

Nas áreas protegidas, as queimas prescritas foram realizadas entre os meses de março e julho como medida preventiva para reduzir o acúmulo de material combustível, estabelecer barreiras à propagação do fogo e contribuir para a diminuição do risco de incêndios florestais.

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Além das queimas prescritas, são desenvolvidas atividades de monitoramento por satélite, patrulhamento terrestre, abertura e manutenção de aceiros, utilização de drones para apoio à detecção de focos de calor e capacitação de brigadistas. Também são realizadas ações de educação ambiental voltadas às comunidades localizadas no entorno das Unidades de Conservação.

As ações preventivas incluem ainda orientações a produtores rurais e comunidades tradicionais sobre práticas de manejo que contribuam para a redução do risco de incêndios e para a conservação das áreas protegidas e de seu entorno.

Como medida de prevenção durante o período crítico, permanece suspensa, até 31 de outubro, a emissão de novas Autorizações de Queima Controlada (AQC), bem como a validade das autorizações já concedidas para atividades agrossilvipastoris em todo o estado. A medida busca reduzir o risco de ocorrência e propagação de incêndios florestais durante o período de estiagem.

Monitoramento

O monitoramento das áreas protegidas é realizado por meio da plataforma Programa Brasil MAIS, coordenada pela Polícia Federal, cujas informações subsidiam o planejamento das ações de prevenção e combate aos incêndios florestais nas Unidades de Conservação estaduais.

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Conforme os registros da plataforma, em 2024 foram contabilizados 174.544 hectares atingidos por queimadas nas Unidades de Conservação estaduais monitoradas, correspondentes a 7,45% dos 2,3 milhões de hectares da área total. Em 2025, os registros indicam 120.476 hectares atingidos, equivalentes a 5,14% da área monitorada.

Os dados do Programa Brasil MAIS também registram informações referentes às áreas atingidas por queimadas em diferentes Unidades de Conservação estaduais, entre elas o Parque Estadual do Cantão, a Área de Proteção Ambiental Ilha do Bananal/Cantão, o Parque Estadual do Jalapão e a Área de Proteção Ambiental Lago de Palmas.

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