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Proteção de crianças e adolescentes é tema de palestra em reunião na Secretaria de Educação

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A Secretaria de Estado da Educação (Seduc) iniciou, na terça-feira, 13, uma reunião de trabalho com os representantes das 13 Diretorias Regionais de Educação (DREs), com assessores Pedagógicos e assessores de Gestão de Pessoas das Superintendências Regionais, com superintendentes e diretores da Seduc/Sede. Dando continuidade à programação, nesta quarta-feira, 14, vários temas foram discutidos, como as ações do Programa de Fortalecimento da Educação (PROFE), a Integração do trabalho da equipe multiprofissional; Busca ativa/Unicef; Programa Bolsa Família; Plano de Ação de Enfrentamento à Violência Escolar.

O promotor da Infância e Juventude, do Ministério Público do Tocantins, Sidney Fiori Júnior, ministrou palestra falando sobre os direitos da criança e do adolescente, apresentando leis que tratam da proteção infantil. Falou sobre dados e apresentou procedimentos que devem ser adotados em caso de suspeitas de violência envolvendo crianças e adolescentes. “As escolas devem estabelecer as rotinas a serem seguidas. Quem deve ser comunicado? Onde levar? Quem acionar? É preciso haver um fluxo adequado para casos como esses. Para saber aonde ir, como agir. Que haja um fluxo definido em cada município. Então, a gente cria de fato um aparato maior para proteger essas crianças. Houve casos em que a criança precisou contar a mesma história [de abuso sexual] oito vezes. Isso não pode ocorrer. É crime. Há protocolos internacionais preestabelecidos de escuta especializada”, afirmou Sidney Fiori Júnior.

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Segundo o promotor, a escuta especializada é um procedimento sobre uma possível situação de violência contra criança ou adolescente, no intuito de garantir a proteção e o cuidado da vítima. “É uma nova visão, uma nova forma de atender as vítimas de violência, de maneira interinstitucional, intersetorial, que haja uma comunicação, entre a saúde, a assistência social, a educação, o esporte, a cultura, o lazer, o Ministério Público, o conselho tutelar e a polícia. Todos formando essa rede de proteção, um sistema de garantia de direitos”.

De acordo com a chefe de Gabinete da Seduc, Markes Cristiana Oliveira, todo o diálogo promovido na tarde desta quarta-feira é fruto de uma política que vem sendo construída em combate à violência contra crianças e adolescentes nas escolas do Tocantins. “Esse diálogo que iniciamos com o Ministério Público será dado continuidade também com os órgãos de controle, com o Tribunal de Justiça, enfim, com toda a rede de proteção. A gente está buscando para que a política seja efetivada, para que as nossas crianças sejam protegidas da violência”, frisou Markes Cristiana Oliveira.

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EDUCAÇÃO

Governo do Tocantins entrega mais de 300 aparelhos de ar-condicionado para a regional de Porto Nacional

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O Governo do Tocantins, por meio da Secretaria de Estado da Educação (Seduc), realizou, nessa terça-feira, 23, na Escola Estadual Dom Domingos Carrerot, a entrega de 307 aparelhos de ar-condicionado para as unidades escolares jurisdicionadas à Superintendência Regional de Educação (SRE) de Porto Nacional.

A iniciativa vem sendo executada em todas as SREs do estado, por meio da instalação de aparelhos de ar-condicionado e da adequação da estrutura elétrica das unidades escolares. O objetivo é proporcionar ambientes mais confortáveis e adequados ao processo de ensino e aprendizagem.

Com investimento de R$ 6,954 milhões, a entrega dos 307 novos aparelhos contempla 27 unidades escolares de 11 municípios da SRE. Somados aos 276 equipamentos enviados anteriormente, o total alcança 583 aparelhos destinados às escolas da região.

Mais conforto e qualidade no ensino

Além de promover mais bem-estar para estudantes, professores e servidores, a climatização das escolas contribui para a melhoria das condições de ensino e aprendizagem, favorecendo a concentração, o desempenho escolar e a permanência dos alunos em sala de aula.

A secretária de Estado da Educação, Celestina de Souza, destacou que a entrega atende a uma reivindicação dos próprios estudantes e ressaltou que, mesmo diante das dificuldades enfrentadas, a escola apresenta bons indicadores.

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“Lembramos do quanto vocês foram participativos, cobrando ar-condicionado porque a escola estava muito quente. O papel de vocês é esse mesmo: se posicionar, cobrar. Nosso compromisso é fazer com que todas escolas tenham ar-condicionado nas salas, não por luxo, mas por necessidade. E, mesmo com o calor e todas as dificuldades, a escola tem bons indicadores, está com o Ideb acima da média do estado, e isso é resultado do trabalho em equipe”, pontuou Celestina.

A diretora da escola, Luzia Lopes de Souza, comemorou a chegada dos aparelhos e recordou as dificuldades enfrentadas pelos estudantes. “As salas funcionavam com alguns ventiladores que, além de não climatizar o ambiente, faziam barulho. A chegada desses equipamentos representa um avanço muito importante para a nossa escola. Eles vão proporcionar mais conforto para estudantes, professores e servidores, contribuindo para um ambiente ainda mais adequado ao processo de ensino e aprendizagem. É uma conquista que beneficia toda a comunidade escolar”, afirmou.

A professora de Língua Portuguesa Kárittas Alves Barbosa ressaltou os benefícios que a climatização trará para a rotina escolar. “A chegada desses equipamentos vai proporcionar mais conforto para estudantes e professores. Com um ambiente mais agradável, teremos condições ainda melhores para desenvolver as atividades em sala de aula”, concluiu.

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Atualmente, a unidade possui 305 estudantes matriculados, e a empolgação com a chegada dos aparelhos é perceptível entre os alunos.

A estudante Mariana Eduarda Gonçalves, de 11 anos, relatou como o calor afetava a rotina escolar. “Quando a gente chega do recreio ou da educação física, faz muito calor, e a minha turma é uma das maiores da escola, então era muito desconfortável. Agora vai melhorar muito, principalmente nos dias mais quentes”, disse.

A estudante Sophia Gabrielly Lima, de 13 anos, falou sobre o benefício da climatização durante as aulas. “Antes tinha muita gente junta, o que deixava a sala ainda mais quente. Agora vai ser melhor estudar e conseguir se concentrar com a sala climatizada”, comemorou.

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