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Governo do Tocantins promove 2ª edição da Jornada Aeroespacial do Tocantins, em Palmas

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Estudantes e professores da rede estadual de educação do Tocantins estão em Palmas para participarem da 2ª edição da Jornada Aeroespacial do Tocantins (Jato). O evento, promovido pelo Governo do Tocantins, por meio da Secretaria de Estado da Educação (Seduc) teve início na manhã desta terça-feira, 28, e prossegue até quarta-feira, 29, reunindo 102 estudantes do ensino médio e 32 professores de unidades escolares de 12 Superintendências Regionais de Educação (SRE).

A diretora de Currículo e Avaliação da Aprendizagem da Seduc, Anice de Souza Moura, ressalta a importância do evento. “A jornada permite aos estudantes aprofundar os conhecimentos técnicos daquilo que foi estudado na teoria, nos componentes curriculares de ciências, física e biologia, além de gerar integração e troca de experiências, enriquecendo a educação e fazendo com que os estudantes sejam protagonistas dos seus aprendizados”.

A cerimônia de abertura, realizada na manhã desta terça-feira no auditório do Colégio Militar do Estado do Tocantins Senador Antônio Luiz Maia, reuniu competidores, Superintendes Regionais de Educação, gestores da Seduc e a diretora do Instituto Federal do Tocantins (IFTO), Campus Palmas, Noemi Zukowski.

Competição

Os lançamentos dos foguetes tiveram início na tarde desta terça-feira, no Kartódromo Rubens Barrichello e prosseguem até esta quarta-feira, 29, das 8 às 12 horas. O encerramento e a cerimônia de premiação serão a partir das 14 horas, no Colégio Militar do Tocantins Senador Antônio Luiz Maia.

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Expectativas

A estudante Maria Julia de Castro, da equipe da Escola Estadual Juvenal Pereira de Sousa, de Tabocão, falou da oportunidade de apresentar o projeto e colocar em prática o que aprendeu na construção desses projetos. “A gente aprende muito e participar também vai ser um aprendizado por ter a oportunidade de ver outras experiências. Está sendo incrível, com muitos projetos maravilhosos. Estamos felizes de participar. É a minha primeira vez na Jato e está sendo uma experiência incrível. Tudo perfeito”.

Da região sudeste do Tocantins, o aluno Vyctor Hugo Urcino, do Colégio Agropecuário de Almas, disse que a participação da equipe nesta edição da Jato é uma oportunidade muito valiosa. “Sair da nossa cidade para competir é maravilhoso, além das experiências, fazemos novas amizades, trocamos informações. Também dá visibilidade para as escolas do interior. A expectativa para este ano é boa, já participamos no ano passado na nacional realizada no Estado do Rio de Janeiro e conquistamos o segundo lugar”.

O estudante da 1ª série, Wellingthon Henrique da Silva, do Colégio Campos Brasil, de Araguaína, destacou as ações realizadas para poder vir a Palmas. “Na confecção do foguete foi possível aprender bastante a partir dos erros. Foram várias repetições para testar a distância que um foguete pode alcançar. É um aprendizado que serve para a vida toda. Foram nove testes em menos de duas semanas, num trabalho árduo, mas conseguimos satisfatoriamente alcançar nosso objetivo. Independentemente do resultado, tudo isso é um aprendizado. Sonhamos em passar para a próxima etapa que é a Olimpíada Brasileira de Astronomia”, finalizou.

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O professor de matemática, Vinícius Kennedy Carlos Santana, do Colégio Agrícola Dom Bosco, do município de São Valério, pertencente à SRE de Gurupi, comentou sobre suas expectativas. “Esperamos compartilhar conhecimentos técnicos e científicos nesse evento, envolvendo os estudantes, colocando-os nessa importante discussão”, ponderou.

JATO

A Jornada Aeroespacial do Tocantins foi criada em 2022 em virtude da grande adesão dos estudantes do Tocantins na Olimpíada Brasileira de Astronomia. A atividade decorrente desse processo propicia aos estudantes aprofundar seus conhecimentos na área de física e também de astronomia, despertando o protagonismo das áreas aeroespaciais.

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EDUCAÇÃO

Estudantes do Tocantins são premiados no Concurso Museu das Águas Brasileiras

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Estudantes do Tocantins comemoram a classificação na 7ª edição do concurso “A água que queremos”, título original “The water we want”, que selecionou os melhores trabalhos sobre reflexões sobre a água. Entre os alunos destaques estão Gabriela Miranda Menezes, 11 anos, do Colégio Militar do Tocantins Presidente Costa e Silva, de Gurupi, com o poema “O futuro cabe em uma gota”; Micayron Pinheiro Guimarães, 16 anos, da 2ª série do ensino médio do Colégio Estadual Adá de Assis Teixeira, em Goiatins, que participou na categoria “Vídeo e outras mídias”, com a música “O Sangue da Terra”. Do Colégio Estadual Manoel Vicente de Souza, de Augustinópolis, dois estudantes alcançaram destaque, Verônica Heloísa Brito França e Cibelle de Sousa Rodrigues, na categoria “Vídeo e outras mídias”.

O Governo do Tocantins, por meio da Secretaria de Estado da Educação (Seduc), incentiva os professores e alunos a participarem das olimpíadas científicas e concursos escolares para que os jovens tenham mais oportunidades.

Destaque na poesia

A estudante Gabriela fez uma analogia sobre a água, um líquido tão necessário, que se não for cuidado, será escasso em muitos locais. A aluna contou com a orientação da professora Milian Pereira Santana Silva. A obra se destacou pela originalidade, criatividade e alinhamento com a temática da preservação da água e da sustentabilidade, reforçando a importância das ações coletivas. O texto destaca a conexão entre a água e os ecossistemas e alerta para o desperdício e a poluição, reforçando que o futuro depende das escolhas do presente.

“Essa conquista representa muito mais do que alcançar um resultado, significa crescimento pessoal, responsabilidade e aprendizado para minha vida. Essa experiência me mostrou que, com dedicação e esforço, somos capazes de superar desafios e valorizar ainda mais cada oportunidade que recebemos. Além disso, essa conquista trouxe ensinamentos importantes sobre a importância do cuidado com a natureza e com a água, recursos essenciais para a sobrevivência de todos os seres vivos”, frisou a estudante Gabriela.

A professora Milian destacou a experiência significativa para a escola e para os estudantes. “Ver nossos alunos envolvidos em ações que promovem a conscientização ambiental e o compromisso com a preservação da água é motivo de grande orgulho. Essa vivência proporcionou importantes aprendizados sobre responsabilidade, cidadania e sustentabilidade, mostrando que a educação vai além da sala de aula e transforma atitudes no cotidiano. Além disso, reforçou a importância de despertar nos estudantes o cuidado com os recursos naturais e a compreensão de que pequenas ações podem gerar grandes impactos para o futuro do planeta”, explicou.

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Música traz o despertar da consciência

O estudante Micayron é coautor da canção “O Sangue da Terra”, um manifesto sonoro que exalta as águas brasileiras, do Aquífero Guarani ao rio São Francisco. A obra funciona como um alerta urgente contra a ganância e a favor da preservação natural.

O estudante Micayron falou sobre a conquista de ter um trabalho que está sendo destaque. “Eu nem consegui acreditar. Queria agradecer muito a parceria do professor, pois sem essa orientação não teria sido selecionado. E agora estamos torcendo pelo resultado final para que possamos estar na etapa internacional”, comemorou.

Para o professor orientador, Leandro Lima Carvalho, a conquista reflete a essência do ensino. “Nosso dever como educadores é contribuir com o protagonismo estudantil. A educação, quando bem direcionada, é transformadora. Juntos, unindo técnica e sensibilidade, transformamos poesia em um apelo fundamental pelo nosso futuro”, afirmou.

A música pode ser acessada no portal https://youtu.be/SFS_OaRoAcA?si=Af8ofKp_fWZ6ANzq.

De Augustinópolis

O Colégio Estadual Manoel Vicente de Souza já é destaque no concurso A Água que Queremos. No ano passado, a escola ficou entre os finalistas internacionais com a animação “Vida”. Neste ano, a estudante Verônica desenvolveu o trabalho “A água que queremos é a água que cuidamos”, e a aluna Cibelle apresentou a criação “Água: a essência da vida”. Os alunos contaram com a orientação dos professores Antonio Valdemarí Rodrigues Morais e Verônica Heloísa Brito França.

“A participação na 7ª edição do concurso internacional The Water We Want é muito interessante quando percebemos o interesse e a satisfação dos estudantes em terem seus trabalhos enviados. Ter dois trabalhos da nossa escola selecionados para a etapa internacional é gratificante e mostra que o Colégio Manoel Vicente está no caminho certo, tendo em vista que, no ano passado, já havíamos sido campeões no mesmo concurso e na mesma categoria com o trabalho do estudante Estevão Wendel, por meio da animação ‘Vida’”, afirmou o professor Valdemarí.

A estudante Verônica ressaltou a alegria da conquista. “Foi muito bom ter participado do Concurso Museu da Água. Não imaginava que seria uma das vencedoras na etapa nacional. Estou muito feliz e espero ser uma das vencedoras da etapa internacional”, contou. O vídeo pode ser conferido no link https://youtu.be/jdcIZIWWDvk?si=Y6_Bt8z-pON2OeHI.

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A aluna Cibele falou de sua criação. “Participar do concurso foi não só uma oportunidade de representar a cultura brasileira por meio da minha arte, mas também uma oportunidade de reconhecimento. Tem sido uma experiência bastante positiva, que expandiu minha criatividade”, declarou. Vídeo está disponível no You Tube https://youtu.be/NJbmky5djjc?si=b-vYIAMePaccrzUW.

Walquíria de Souza Milhomem, gerente de Programas e Projetos Pedagógicos da Seduc, reforçou a importância de as escolas participarem das olimpíadas e concursos científicos. “E não há satisfação maior para toda a equipe da Seduc do que presenciar o nosso Tocantins em destaque. Ver a dedicação dos nossos professores gerando frutos e ver nossos estudantes subindo ao pódio, sendo premiados e reconhecidos, é a maior prova de que a escola pública tem uma força transformadora. Cada premiação é uma vitória coletiva, do aluno, da família, da escola e de todo o estado”, afirmou.

A professora Walquíria destacou que essas competições vão muito além da busca por medalhas. “Elas são ferramentas pedagógicas poderosas que despertam o protagonismo, estimulam o pensamento crítico e revelam talentos que, muitas vezes, só precisavam de uma oportunidade para brilhar. Quando uma escola incentiva seus alunos a participarem, ela está expandindo os horizontes e mostrando que o conhecimento não tem fronteiras”, ressaltou.

Concurso

O concurso é promovido pela Wamu-net e divulgado no Brasil pelo Museu das Águas Brasileiras, e o objetivo é desafiar crianças e jovens a expressar, por meio de desenhos, vídeos, poesias e outras mídias, sobre a importância da água no cotidiano.

Foram selecionadas seis obras vencedoras na fase nacional, e a equipe organizadora preparou uma galeria completa com todos os trabalhos recebidos, estas podem ser conferidas no portal https://www.museudasaguasbrasileiras.org/results-www-7-2026.

“O concurso A Água que Queremos representa uma importante oportunidade para que as escolas fortaleçam a educação ambiental de forma sensível, criativa e transformadora. Ao participarem, os estudantes ampliam sua compreensão sobre a importância da água. Mais do que uma atividade educativa, o concurso desperta reflexões sobre responsabilidade coletiva, cidadania e respeito à vida”, explicou a professora Liliana Naval, do Museu das Águas Brasileiras.

                           

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