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Oficina de escrita criativa abre inscrições em Araguatins, com recursos da PNAB e apoio da Secult Tocantins

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A Secretaria da Cultura do Tocantins (Secult) segue fortalecendo a produção e a difusão literária no Estado. Em Araguatins, a oficina Poevida – Criação de Poemas, ministrada pela escritora Luciana Andradito, está com inscrições abertas e será realizada no dia 17 de novembro, das 14h às 17h, no Câmpus Araguatins da Unitins. A atividade integra o projeto de lançamento do livro “Corpilhas”, de autoria de Luciana, realizado com recursos da Política Nacional Aldir Blanc (PNAB), por meio do Ministério da Cultura e da Secult.

Voltada a poetas, escritores, artistas, estudantes, professores e interessados em literatura, a oficina busca sensibilizar os participantes por meio de exercícios de criação poética que partem das vivências individuais e da força das palavras pessoais. A ação faz parte das iniciativas apoiadas pela Secult para fomentar a criação autoral e o acesso à formação artística nos municípios tocantinenses.

Após a oficina, será realizado o lançamento do livro “Corpilhas” (às 20h30, na quadra da universidade), em um encontro que reúne literatura, escuta e prática criativa. A obra, composta por 50 poemas inéditos, convida o leitor a uma travessia entre o corpo, a linguagem e a memória, costurando paisagens do Tocantins e de diferentes regiões do mundo.

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A oficina
A Oficina Poevida é uma imersão poética a partir da observação do cotidiano e da ativação da memória, estimulando o reconhecimento das próprias vozes e repertórios dos participantes. O processo inclui momentos de leitura, escuta e partilha de textos, valorizando a sensibilidade, o diálogo e a diversidade de expressões artísticas.

As inscrições são gratuitas e podem ser realizadas por meio deste link: formulário online. As vagas são limitadas, e os participantes selecionados receberão confirmação por e-mail. A Unitins emitirá certificados para os participantes.

Sobre o projeto
O projeto “Corpilhas” é a segunda publicação da autora, que estreou em 2023 com “Primeira Aparição da Manhã”. A nova obra reúne 50 poemas que exploram os sentidos do corpo e da palavra, atravessando geografias reais e imaginárias.

Serviço
Evento: Oficina Poevida – Criação de Poemas, com Luciana Andradito
Data: 17 de novembro de 2025
Horário: 14h às 17h
Local: Unitins – Câmpus Araguatins (Sala 2, Pavilhão 1)
Inscrições: Gratuitas – [clique aqui]
Lançamento do livro “Corpilhas”: 17 de novembro, às 20h30, na quadra da Unitins de Araguatins.

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CULTURA

Governo do Tocantins celebra reconhecimento das quebradeiras de coco babaçu como manifestação da cultura nacional

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As quebradeiras de coco babaçu tiveram seu ofício reconhecido como manifestação da cultura nacional por meio da Lei Federal nº 15.431. A nova legislação foi anunciada durante evento alusivo ao Dia Mundial do Meio Ambiente, em Brasília/DF, nesta quarta-feira, 10. O Governo do Tocantins, por meio da Secretaria de Estado dos Povos Originários e Tradicionais (Sepot), celebra o reconhecimento e reforça o compromisso com o fortalecimento das comunidades tradicionais do estado.

A legislação contempla as trabalhadoras dos estados do Tocantins, do Maranhão, do Piauí e do Pará. As quebradeiras de coco babaçu integram os povos e as comunidades tradicionais, desempenhando uma atividade de grande relevância histórica, cultural, social e econômica. No Tocantins, elas estão concentradas principalmente na região norte do estado e garantem o sustento de inúmeras famílias por meio do extrativismo sustentável.

“Essa conquista representa o reconhecimento da história, da resistência e da contribuição das quebradeiras de coco babaçu para a cultura brasileira e para a preservação dos nossos recursos naturais. São mulheres que mantêm conhecimentos tradicionais transmitidos entre gerações e que desempenham papel fundamental na proteção dos territórios e na sustentabilidade das comunidades”, destaca o secretário de Estado dos Povos Originários e Tradicionais, Ercivaldo Xerente.

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Coco babaçu

A matéria-prima é o babaçu, palmeira nativa encontrada em abundância no norte do Tocantins, na região do Bico do Papagaio. Utilizando técnicas tradicionais para o aproveitamento integral do coco, elas produzem óleo, carvão e diversos outros subprodutos. Pela profunda ligação com a natureza e pelos saberes culturais repassados por gerações, as quebradeiras de coco representam um símbolo de resistência feminina e de preservação.

Organizadas em associações, cooperativas e movimentos sociais, essas mulheres desempenham papel fundamental na defesa dos territórios tradicionais e na conservação dos babaçuais.

A atividade envolve a coleta, a quebra e o beneficiamento do coco babaçu, além da produção de diversos derivados utilizados na alimentação, no artesanato e na fabricação de óleo, sabão, carvão e farinha. O manejo tradicional dos babaçuais é reconhecido como uma prática sustentável, capaz de gerar renda sem comprometer a vegetação nativa.

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