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Hemorrede realiza ações do Junho Vermelho para incentivar doação de sangue

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Em alusão ao Junho Vermelho, campanha nacional de incentivo à doação de sangue, a Hemorrede do Tocantins realizou, nesta sexta-feira, 12, o Arraiá da Solidariedade e a Blitz Educativa. As ações tiveram como objetivo conscientizar a população sobre a importância da doação voluntária de sangue e reforçar a necessidade de manter os estoques abastecidos para atender pacientes que necessitam de transfusões, especialmente durante o período das festas juninas.

Realizado na Hemorrede, anexa ao Hospital Geral de Palmas (HGP), o Arraiá da Solidariedade uniu a temática junina à causa da doação de sangue. A ação proporcionou um momento de integração entre doadores, servidores e a comunidade, além de fortalecer a divulgação da importância do gesto solidário que salva vidas.

O servidor público, Jefferson Amon , de 42 anos, morador de Palmas, esteve hoje no Hemocentro do HGP para fazer sua doação. “Sou doador desde 2003 e sempre que posso estou aqui fazendo minha parte como cidadão e sabendo da importância e que a qualquer momento a gente também pode precisar receber essas doações”.

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Durante a programação, o doador Carlos Felipe de Freitas foi homenageado e recebeu um certificado de reconhecimento pela contribuição à manutenção dos estoques da Hemorrede. Desde 2022, o ato solidário do doador resultou em 30 doações, beneficiando inúmeros pacientes que necessitaram de tratamentos e transfusões especializadas.

“Gratificante é pouco. Em uma das vezes em que entrei na oncologia para visitar um paciente, vi uma pessoa recebendo uma bolsa de sangue e percebi o quanto esse ato é importante. Se tenho saúde, posso doar, e isso não custa nada. Procure o hemocentro mais próximo e torne-se um doador. Você estará contribuindo para salvar vidas”, incentivou.

A superintendente da Hemorrede do Tocantins, Natyele Rodrigues, destacou que “o Arraiá é um momento de acolhimento aos doadores e colaboradores, mas também uma oportunidade de convocar a população para esse gesto solidário. São os doadores que garantem os estoques abastecidos e possibilitam a assistência a quem tanto precisa”.

Blitz educativa

Além do arraiá, a Hemorrede promoveu uma blitz educativa em frente à unidade móvel do Hemocentro, com apoio da Agência de Trânsito, Transporte e Mobilidade (ATTM). Durante a ação, motoristas, passageiros e pedestres receberam orientações sobre os critérios para doação e a importância de manter os estoques de sangue em níveis adequados.

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A enfermeira da equipe técnica do Hemocentro Coordenador de Palmas, Chiara Stella, explicou que a iniciativa busca incentivar novas pessoas a se tornarem doadoras. “Cada bolsa de sangue doada pode salvar até quatro vidas, e não existe substituto para o sangue. Por isso, ações como esta são fundamentais para fortalecer a cultura da doação voluntária e garantir atendimento aos pacientes que dependem de transfusões.”

Segundo a Hemorrede, o mês de junho é um período que exige atenção especial, pois as doações costumam apresentar redução em razão do aumento dos casos de doenças respiratórias e das viagens relacionadas às festividades juninas. Por isso, campanhas de conscientização são essenciais para garantir a continuidade dos atendimentos em toda a rede hospitalar do Estado.

                     

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SAÚDE

Cinco pessoas serão beneficiadas após HGP realizar captação múltipla de órgãos

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A doação de órgãos é um ato de solidariedade que pode transformar vidas. Nesta terça-feira, 28, o Hospital Geral de Palmas (HGP) realizou mais uma captação múltipla de órgãos no Tocantins. A ação foi possível após a confirmação do diagnóstico de morte encefálica de uma doadora e a autorização da família para a doação.

Foram captados rins, fígado e córneas, que beneficiarão cinco pacientes que aguardam por um transplante. Com esta captação, o Tocantins contabiliza oito procedimentos de captação de órgãos realizados em 2026.

A captação seguiu os protocolos estabelecidos pelo Sistema Nacional de Transplantes e envolveu equipes especializadas responsáveis pela avaliação da doadora, manutenção clínica, confirmação do diagnóstico de morte encefálica, entrevista familiar, logística e retirada dos órgãos e tecidos.

Trabalho conjunto

Para que uma captação de órgãos fosse realizada, foi necessária a atuação integrada de diferentes equipes e instituições. Nesta ação, participaram uma equipe transplantadora de Brasília, com o suporte da Força Aérea Brasileira (FAB), além de profissionais da Central Estadual de Transplantes do Tocantins (CETTO),  Equipe Hospitalar de Doação para Transplante (E-DOT), da Organização de Procura de Órgãos (OPO) e do Banco de Olhos Público do Tocantins (BOTO).

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A operação também contou com o apoio da Secretaria de Estado da Segurança Pública (SSP/TO), por meio do Centro Integrado de Operações Aéreas (Ciopaer), da Polícia Militar do Tocantins (PMTO), da Secretaria Municipal de Mobilidade Urbana e Transporte Público, do Laboratório Central de Saúde Pública do Tocantins (Lacen/TO) e do Hemocentro, garantindo o suporte necessário para a execução de todas as etapas do processo.

Sobre a doação de órgãos

A doação de órgãos somente pode ocorrer após a confirmação da morte encefálica, caracterizada pela perda completa e irreversível das funções cerebrais, conforme os critérios estabelecidos pelo Conselho Federal de Medicina.

No Brasil, a retirada de órgãos e tecidos para transplante depende da autorização da família. Por isso, é importante que as pessoas conversem com seus familiares sobre o desejo de ser doadoras, para que essa vontade seja conhecida e possa ser respeitada.

Após a autorização familiar, os órgãos e tecidos são destinados aos receptores conforme critérios técnicos definidos pelo Sistema Nacional de Transplantes, considerando a compatibilidade entre doador e receptor, a gravidade clínica e a ordem da lista única de espera.

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