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Tocantins movimenta mais de R$ 70 mil nos primeiros dois dias do 22º Salão do Artesanato, em São Paulo

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O artesanato tocantinense já é um dos destaques do 22º Salão do Artesanato, realizado no Pavilhão da Bienal, em São Paulo. Logo nos primeiros dias do evento a participação do Tocantins vem registrando resultados expressivos em comercialização, evidenciando a força da produção artesanal do estado e o interesse do público nacional pelas peças produzidas por artesãos tocantinenses.

Com peças em capim-dourado, cerâmicas, bonecas Ritxoko, biojoias, esculturas em madeira e produções de comunidades quilombolas, indígenas e tradicionais, o espaço do Tocantins tem atraído lojistas, colecionadores, curadores e visitantes interessados na originalidade e na identidade cultural presentes em cada trabalho exposto.

Movimentando a Economia Criativa

Em dois dias de evento o estande do Governo do Tocantins, coordenado pela Secretaria de Estado da Cultura (Secult), em parceria com o Programa do Artesanato Brasileiro (PAB), já alcançou R$ 41.600,00 em vendas diretas, com 865 peças comercializadas. Além disso, foram registradas 390 encomendas, somando R$ 32.100,00 em pedidos futuros, números que demonstram o potencial econômico e cultural do artesanato tocantinense.

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A coordenadora do Programa do Artesanato Brasileiro (PAB) no Tocantins, Núbia Cursino, celebrou os resultados alcançados logo no início do evento e destacou o impacto positivo para os artesãos participantes. “Esses números representam muito mais que vendas. Eles refletem o reconhecimento da qualidade do artesanato tocantinense, o fortalecimento da economia criativa e a valorização do trabalho desenvolvido pelos nossos artesãos. É um resultado que gera renda, oportunidades e visibilidade para as comunidades representadas aqui no salão”, afirmou.

Salão do Artesanato Raízes Brasileiras

O 22º Salão do Artesanato segue até o próximo domingo, 17 de maio, reunindo expositores de diversas regiões do país em uma grande vitrine da cultura popular brasileira. A participação no evento conta com o apoio do Governo do Tocantins, por meio de edital da Secult.

A pasta vem fortalecendo ações de incentivo ao artesanato tocantinense, promovendo a inserção dos artesãos em feiras e eventos nacionais, além de ampliar oportunidades de comercialização e circulação cultural. No total, oito artesãos tocantinenses participam da do Salão.

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Contrato com BRB rendeu R$ 255 milhões ao Estado e 50% a menos de taxas; servidores continuam recebendo normalmente

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O pagamento da folha salarial do servidor do Governo do Tocantins permanece sendo executado pelo Banco de Brasília (BRB) até maio de 2030, conforme contrato assinado em 2025 pelo Estado e a instituição bancária.
A decisão do Tribunal de Contas do Estado (TCE-TO), dessa quinta-feira, 10, que impediu uma futura prorrogação do contrato, não cancela o acordo vigente nem provoca mudanças no pagamento dos servidores estaduais e demais serviços financeiros previstos. Também permanece assegurado o direito à portabilidade. Mesmo com a folha processada pelo BRB, servidores ativos, aposentados, pensionistas e demais beneficiários podem transferir seus vencimentos para a instituição financeira de sua preferência.
Em contrapartida pela operação, o BRB pagou R$ 255 milhões ao Estado, e 50% a menos de taxas nos serviços e movimentações bancárias. A Secretaria de Estado da Fazenda (Sefaz) prepara o detalhamento de sua aplicação com base nos registros oficiais da execução orçamentária.
O contrato prevê ainda até quatro saques mensais e o fornecimento de cartão magnético. Há também previsão de isenção da cesta de tarifas e da anuidade do cartão de crédito por 12 meses, condicionada ao nível de relacionamento do servidor com o banco e às regras de isenção da instituição.
Para as contas da administração direta e indireta relacionadas no acordo, estão previstas isenções sobre movimentações bancárias, emissão de extratos, manutenção de contas, cestas de serviços e renovação cadastral.
A determinação do TCE produz efeito sobre uma eventual renovação depois de maio de 2030. Ao final da vigência, o Estado deverá realizar procedimento competitivo para escolher a instituição que prestará os serviços bancários.
A Sefaz também deverá apresentar ao Tribunal, no prazo estabelecido, uma comparação atualizada entre as condições oferecidas pelo BRB, pela Caixa Econômica Federal e pelo Banco do Brasil. O levantamento deverá considerar os R$ 255 milhões recebidos, os custos, as tarifas e as condições previstas no contrato.

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