GURUPI

Governo do Tocantins

Governo do Tocantins e Anater conclui primeiro ciclo de Oficinas de Assistência Técnica e Extensão Rural Indígena no estado

Publicado em

Com apoio do governo do Tocantins, por meio da Secretaria dos Povos Originários e Tradicionais (Sepot) em parceria com a Anater – Agência Nacional de Assistência Técnica e Extensão Rural, foi concluído o primeiro ciclo de cinco ‘Oficinas de Assistência Técnica e Extensão Rural Indígena’, no estado.

As oficinas ministradas pela Anater do dia 2 a 5 deste mês, encerrou o ciclo com a visita ao povo Xerente, na aldeia Nova Mrãiwahâ, em Tocantínia. Esta ação contou com o apoio logístico da Sepot, que acompanhou o cronograma de visitas por meio da Diretoria de Proteção aos Indígenas da Pasta.

Na aldeia Nova Mrãiwahâ, o assessor da Sepot, Josimar Sitbró Calixto Xerente e a equipe da Anater iniciaram o encontro com a escuta ativa do povo Xerente, ouvindo o pronunciamento do ancião João Calixto Kassuwanrī, pai do cacique Leomar Waihinē Calixto Xerente, que também participou do diálogo.

Em seguida, a assessora da Diretoria Técnica da Anater, Iracema Freitas, explicou que a oficina tem foco em temas como segurança alimentar, nutricional e desenvolvimento sustentável, para incentivar a implantação de projetos voltados à realidade dos territórios.

Leia Também:  15ª Conferência Estadual da Assistência Social elege 42 delegados para representar o Tocantins na etapa nacional

As oficinas deste ciclo foram realizadas na aldeia Takaiurá, em Lagoa da Confusão, com os povos da etnia Krahô da aldeia Takaywrá, Krahô Kanela das aldeias Lankraré e Catamjé I e II; da etnia Javaé das aldeias Boto Velho, Waonlynã, Txodude, Horo Tory Hawa; da etnia Awa Canoero da aldeia Itaro; e etnia Kanela do Tocantins da aldeia Krim Patehi.

Em seguida, a iniciativa esteve em Itacajá, onde a oficina foi ministrada para a etnia Krahô da aldeia Galheiro; em Tocantinópolis, foi a vez da etnia Apinajé da aldeia Apinajé; em Santa Fé do Araguaia participou a etnia Karajá Xambioá que se reuniu na aldeia Wary Lyty, encerrando com a etnia Xerente, na aldeia Nova Mrãiwahâ, em Tocantínia.

A proposta envolveu momentos de orientação, troca de saberes e incentivo a ações sustentáveis dentro das aldeias. O cronograma foi construído com a parceria técnica da Sepot, Anater, Ministério do Desenvolvimento Agrário e Agricultura Familiar e a Secretaria Municipal dos Povos Originários e Tradicionais de Lagoa da Confusão.

Essa ação conjunta buscou promover o incentivo ao acesso a políticas públicas voltadas ao desenvolvimento sustentável, ampliando a presença do Estado nos territórios e garantindo que as comunidades sejam protagonistas dos processos que impactam suas realidades.

Leia Também:  CGE Tocantins participa de discussões sobre a Lei Anticorrupção na 47ª Reunião Técnica do Conaci

Advertisement

TOCANTINS

Rastreia/TO avança para etapa prática com identificação de 250 bovinos em Tabocão

Published

on

Atividade integra Prova de Conceito que testa procedimentos, equipamentos e tecnologias para implantação da rastreabilidade individual de bovinos e bubalinos no Tocantins

A implantação do Rastreia/TO avançou para uma nova etapa na terça-feira, 22, com a realização de atividade prática da Prova de Conceito (PoC) na Fazenda Tupã, da Motta Agropecuária, em Tabocão. Durante o trabalho de campo, 250 bovinos machos, com aproximadamente 18 meses de idade, receberam identificação individual por meio de brincos visuais e eletrônicos, com leitura por tecnologia RFID e registro das informações em sistema digital.

A atividade reuniu equipes técnicas envolvidas na implantação do programa, coordenado pela Secretaria de Estado da Agricultura e Pecuária (Seagro), com execução técnica conjunta da Agência de Defesa Agropecuária (Adapec) e do Instituto de Desenvolvimento Rural do Tocantins (Ruraltins).

O Rastreia/TO integra a política estadual de identificação individual e rastreabilidade de bovinos e bubalinos, instituída pelo Decreto nº 7.164, de 13 de maio de 2026. O trabalho busca testar, em condições reais, procedimentos que permitam acompanhar individualmente os animais e organizar informações relacionadas à origem, movimentação e demais registros da cadeia produtiva.

Leia Também:  Governo do Tocantins promove Orientação Técnica sobre a Operacionalização dos Serviços da Proteção Social Básica ofertados nos Cras de Palmas

Capacitação antecedeu atividade em campo

A prática ocorreu após a capacitação realizada na segunda-feira, 21, em Palmas. A programação preparou técnicos, extensionistas e demais participantes para os procedimentos previstos nesta fase do Rastreia/TO.

Foram apresentadas orientações sobre a Prova de Conceito, boas práticas de identificação animal, utilização dos brincos e equipamentos de aplicação, operação dos leitores eletrônicos e registro das informações no aplicativo RadarBov.

A Prova de Conceito foi estruturada como um teste controlado, com previsão de quatro meses de acompanhamento. O escopo contempla 21 propriedades rurais, entre pequenas, médias e grandes, e aproximadamente 5,3 mil animais.

Além das propriedades participantes, o teste prevê acompanhamento em outros pontos da cadeia produtiva, incluindo revenda agropecuária, leilão e frigorífico. O objetivo é verificar o funcionamento da identificação e da leitura dos animais em diferentes etapas antes do avanço das próximas fases de implantação.

Comitê Gestor do Rastreia/TO

Também na segunda-feira, 21, foi publicada no Diário Oficial do Estado, a Portaria que designa os integrantes do Comitê Gestor do Programa de Rastreabilidade de Bovinos e Bubalinos do Estado do Tocantins, formado pela Seagro, Secretaria de Estado do Meio Ambiente e Recursos Hídricos (Semarh), Adapec, Ruraltins e Instituto Natureza do Tocantins (Naturatins).

Leia Também:  Procon Tocantins apreende mais de 8 mil produtos durante a Operação De Olho no Prazo de Validade

As atribuições incluem, definir diretrizes, prioridades e metas estratégicas do programa, acompanhar indicadores e resultados da implantação, aprovar o planejamento anual e propor ajustes técnicos, operacionais e institucionais.

A cadeia produtiva é representada pela Associação Tocantinense de Novilho Precoce (ATNP), Sindicato das Indústrias Frigoríficas de Carnes e Derivados do Estado do Tocantins (Sindicarne), Federação da Agricultura e Pecuária do Estado do Tocantins (Faet/Senar) e Associação dos Criadores de Nelore do Tocantins (ACNT).

Continue Reading

GURUPI

TOCANTINS

POLÍCIA

MAIS LIDAS DA SEMANA