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Nota de esclarecimento 27 – sarampo no Tocantins

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A Secretaria de Estado da Saúde (SES-TO) informa que o Tocantins notificou, até a manhã da sexta-feira, 09 de setembro, 92 casos de sarampo, sendo 24 em Campos Lindos, 40 em Palmas, seis em Porto Nacional, um em Nova Olinda, 11 em Araguaína, quatro em Gurupi, um em Filadélfia, um em Oliveira de Fátima, um em Recursolância, um em Buriti, um em Carmolândia e um em Brejinho de Nazaré.

Dos casos notificados, 23 foram confirmados em Campos Lindos, 65 descartados (um em Campos Lindos, seis em Porto, 38 em Palmas, 11 em Araguaína, um em Filadélfia, um em Nova Olinda, quatro em Gurupi, um em Buriti, um em Oliveira de Fátima e um em Carmolândia) e 04 seguem em investigação.

Todos os casos têm com históricos de contatos com pessoas que estiveram em viagem por país onde o vírus circula; não vacinados; manifestaram sintomas clássicos e em cuidados domiciliares.

A SES-TO mantém profissionais de vigilância em saúde nos municípios com notificações, para as ações de contenção necessárias, como orientações de isolamento e vacinação dos contatos das pessoas confirmadas. Além disso, a Pasta enviou notas técnicas aos 139 municípios, com as orientações necessárias às áreas de vigilância e de imunização. Todas as 323 salas de vacinação do Estado estão devidamente abastecidas com imunizantes.

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A doença

O sarampo é uma doença infecciosa aguda, de natureza viral, altamente transmissível, por via aérea, ao tossir, espirrar, falar ou respirar.   Ao ser contaminado, o paciente tem de sete a 14 dias de período de incubação e a transmissão pode ocorrer entre seis dias antes e quatro dias após o aparecimento dos sintomas que compreendem corpo e febre alta, manchas avermelhadas, tosse, coriza e conjuntivite. Podem ocorrer complicações como pneumonia, encefalite e óbito.

Prevenção

O sarampo tem prevenção por vacinação disponível gratuitamente no Sistema Único de Saúde (SUS) e o esquema vacinal recomendado é o seguinte:

-Crianças de 6 a 11 meses e 29 dias: dose zero com a vacina dupla viral;

-Crianças de 12 meses: primeira dose (D1) da tríplice viral e, após 30 dias, segunda dose (D2) com a tetraviral (ou tríplice viral + varicela);

-Crianças de 15 meses a 4 anos 11 meses e 29 dias: segunda dose (D2) da tríplice viral, se já vacinadas aos 12 meses;

-Pessoas de 5 a 29 anos: duas doses da tríplice viral, se sem histórico vacinal ou com esquema incompleto;

-Pessoas de 30 a 59 anos: dose única da tríplice viral;

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-Trabalhadores da saúde: duas doses da tríplice viral, independentemente da idade.

Além da vacinação, o isolamento é outra forma de evitar a transmissão. Desta forma, a pessoa com suspeita ou confirmação de sarampo deve evitar a ida ao trabalho ou escola por pelo menos quatro dias, a partir da data de aparecimento do exantema, além de evitar o contato com pessoas que são mais vulneráveis à infecção, como crianças pequenas e mulheres grávidas.

Outras medidas para evitar a transmissão são: limpeza regular de superfícies; isolamento domiciliar para a pessoa que estiver com suspeita no período de transmissão; distanciamento social em locais de atendimento de pessoas com suspeita da doença; cobrir a boca ao tossir ou espirrar e o uso de lenços descartáveis e higiene das mãos com água e sabão, e/ou álcool em gel.

Tratamento

Não existe tratamento específico para o sarampo e os medicamentos são utilizados para reduzir o desconforto ocasionado pelos sintomas da doença. A orientação da SES-TO é procurar o serviço de saúde mais próximo, caso apresente os sintomas, para a prescrição médica adequada.

Palmas, 19 de setembro de 2025

Secretaria de Estado da Saúde

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SAÚDE

Obras do Hospital da Mulher e Maternidade Estadual chegam a quase 80% de execução

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As obras do Hospital da Mulher e Maternidade Estadual (HMME), em Palmas, registram 76,04% de execução. De acordo com o cronograma da obra, a conclusão está prevista para março de 2027, com previsão de início do funcionamento em maio.

O projeto prevê 210 leitos, sendo 80 destinados a unidades especializadas. Entre eles estão 30 leitos de UTI neonatal, 10 de UTI obstétrica, 30 de Unidade de Cuidados Intermediários (UCI) e 10 de Unidade Canguru.

A unidade terá serviços nas áreas de ginecologia, obstetrícia e neonatologia. O projeto também contempla Casa da Gestante, ambulatório, banco de leite humano e heliponto.

O Hospital da Mulher e Maternidade Estadual será destinado à assistência à saúde da mulher e do recém-nascido, e substituirá a atual estrutura do Hospital e Maternidade Dona Regina.

Prédios anexos

A previsão é que três prédios anexos do hospital sejam entregues em dezembro: a Casa da Gestante, o ambulatório e o restaurante. O ambulatório terá 12 consultórios organizados em salas temáticas para atendimento especializado.

A Casa da Gestante terá 20 leitos destinados às mães que aguardam a alta dos bebês, além de espaços de convivência. O restaurante atenderá às necessidades do ambulatório.

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