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Tocantins acumula maior taxa de crescimento do Brasil nos últimos 20 anos

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O Tocantins ganha mais destaque nacional na comparação do crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) ao longo dos últimos 20 anos. Conforme análise dos dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) de 2003 a 2022 (último ano disponível), o Tocantins e o Mato Grosso dividem a primeira colocação dos estados que mais cresceram no Brasil.

A série histórica, com base no Sistema de Contas Nacionais do IBGE, aponta que o Tocantins teve crescimento médio anual de 4,8%, mais que o dobro da média nacional, que foi de 2,1%. O desempenho do Tocantins é resultado de bons indicadores econômicos em setores como a agropecuária, a indústria e o de serviços.

Na agropecuária, o Tocantins chegou a crescer mais que o Mato Grosso. Enquanto o estado tocantinense avançou, em 20 anos, uma média de 8,8% ao ano, o mato-grossense teve um crescimento médio de 7,5% ao ano. No setor industrial, o Tocantins alcançou a média de crescimento de 4,6% ao ano; e no de serviços, atingiu a média de 3,3% ao ano.

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O governador do Tocantins, Wanderlei Barbosa, ressalta que os resultados refletem os avanços conquistados pelo estado nas últimas duas décadas. “Com investimentos em infraestrutura, estímulo ao empreendedorismo e apoio ao agronegócio, conseguimos mais que dobrar a média de crescimento nacional. Seguiremos firmes no compromisso de fomentar a geração de empregos, renda e oportunidades, para que, daqui a 20 anos, o Tocantins alcance resultados ainda mais expressivos”, enfatiza o chefe do Executivo.

Entre as unidades federativas, tanto o Tocantins quanto o Mato Grosso apresentaram o maior crescimento médio anual do país, com 4,8%. O estado de Roraima, com média de 4,5%, aparece em seguida e, depois, o Piauí com 3,7%.

O titular da Secretaria de Estado do Planejamento e Orçamento (Seplan), Sergislei de Moura, destaca a importância do planejamento como pilar fundamental para a construção de um estado ainda mais próspero. “Analisar os dados consolidados do PIB do Tocantins ao longo dos últimos 20 anos permite compreender o que já funcionou e apontar caminhos viáveis para o crescimento sustentável. O cálculo do PIB trimestral do Tocantins, implantado na gestão do governador Wanderlei Barbosa, representa um avanço importante e oferece uma ferramenta estratégica para tornar o planejamento público ainda mais eficiente, contribuindo com o Tocantins que queremos para o futuro da nossa população”, pontua secretário, ao acrescentar que a equipe econômica do Governo do Tocantins está atenta aos indicadores que impactam diretamente o desenvolvimento regional.

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Contrato com BRB rendeu R$ 255 milhões ao Estado e 50% a menos de taxas; servidores continuam recebendo normalmente

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O pagamento da folha salarial do servidor do Governo do Tocantins permanece sendo executado pelo Banco de Brasília (BRB) até maio de 2030, conforme contrato assinado em 2025 pelo Estado e a instituição bancária.
A decisão do Tribunal de Contas do Estado (TCE-TO), dessa quinta-feira, 10, que impediu uma futura prorrogação do contrato, não cancela o acordo vigente nem provoca mudanças no pagamento dos servidores estaduais e demais serviços financeiros previstos. Também permanece assegurado o direito à portabilidade. Mesmo com a folha processada pelo BRB, servidores ativos, aposentados, pensionistas e demais beneficiários podem transferir seus vencimentos para a instituição financeira de sua preferência.
Em contrapartida pela operação, o BRB pagou R$ 255 milhões ao Estado, e 50% a menos de taxas nos serviços e movimentações bancárias. A Secretaria de Estado da Fazenda (Sefaz) prepara o detalhamento de sua aplicação com base nos registros oficiais da execução orçamentária.
O contrato prevê ainda até quatro saques mensais e o fornecimento de cartão magnético. Há também previsão de isenção da cesta de tarifas e da anuidade do cartão de crédito por 12 meses, condicionada ao nível de relacionamento do servidor com o banco e às regras de isenção da instituição.
Para as contas da administração direta e indireta relacionadas no acordo, estão previstas isenções sobre movimentações bancárias, emissão de extratos, manutenção de contas, cestas de serviços e renovação cadastral.
A determinação do TCE produz efeito sobre uma eventual renovação depois de maio de 2030. Ao final da vigência, o Estado deverá realizar procedimento competitivo para escolher a instituição que prestará os serviços bancários.
A Sefaz também deverá apresentar ao Tribunal, no prazo estabelecido, uma comparação atualizada entre as condições oferecidas pelo BRB, pela Caixa Econômica Federal e pelo Banco do Brasil. O levantamento deverá considerar os R$ 255 milhões recebidos, os custos, as tarifas e as condições previstas no contrato.

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