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Governo do Tocantins participa da reunião de avaliação do Monitor de Secas, em Brasília

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No encontro, representantes técnicos do estado acompanham as discussões sobre os impactos das secas nos biomas Amazônia, Cerrado e Pantanal, com foco nas regiões Norte e Centro-Oeste

O governo do Tocantins, por intermédio de representantes da Secretaria do Meio Ambiente e Recursos Hídricos (Semarh) e da Defesa Civil do Tocantins, participa nesta quarta-feira, 23, da V Reunião de Avaliação do Monitor de Secas, promovida pela Agência Nacional de Águas e Saneamento Básico (ANA), em Brasília.

O evento, que acontece de forma presencial na sede da ANA, nos dias 23 e 24 de abril, reúne especialistas de diversas instituições, como o Instituto Nacional de Meteorologia (INMET), a Fundação Cearense de Meteorologia e Recursos Hídricos (FUNCEME) e órgãos estaduais, para discutir os impactos das secas recordes observadas recentemente na Amazônia, Cerrado e Pantanal — com foco especial nas regiões Norte e Centro-Oeste.

Representando o Tocantins, participam da discussão o gerente de Hidrometeorologia, Rogério Noleto Passos e a engenheira Florestal da Diretoria de Planejamento e Gestão dos Recursos Hídricos, Marla Guedes, ambos da Semarh; e o sargento Carlos Costa da Defesa Civil Estadual.

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O diretor de Planejamento e Gestão dos Recursos Hídricos da Semarh, Aldo Azevedo, considera importante a participação do Tocantins. “É importante que os nossos técnicos estejam alinhados com os demais estados, especialmente os integrantes da nossa região. Esse é um momento de compartilhamento das situações locais com foco nas regiões norte e centro-oeste, que além  da oportunidade de discussões traz a troca de experiências e construção de propostas de ajustes”, enfatizou.

Para Rogério Noleto, a participação do Tocantins na reunião é estratégica, “esse encontro nos permite uma análise técnica e colaborativa dos dados sobre a ocorrência, intensidade e evolução das secas nas regiões em foco, no nosso caso no estado do Tocantins”, destacou.

Segundo a engenheira Florestal, Marla Guedes, “a troca de experiências e a construção conjunta do conhecimento são pontos-chave do encontro, que visa fortalecer a capacidade de resposta dos estados aos eventos extremos de seca e aprimorar as políticas públicas de enfrentamento ao fenômeno”.

Reunião de avaliação

Esta reunião tem três importantes propostas, a validação colaborativa dos dados, pois conta com especialistas de diferentes instituições compartilhando informações e discutindo a situação atual da seca, garantindo maior precisão na identificação das áreas afetadas; a atualização constante, que permite ajustes mensais no mapa do Monitor de Secas, assegurando que gestores e autoridades tenham acesso a dados atualizados para orientar ações; e a integração de saberes locais, uma vez que os técnicos dos estados participantes trazem observações de campo e informações regionais, contribuindo com análises mais próximas da realidade local.

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Monitor de Seca

O Monitor de Secas é um processo de acompanhamento regular e periódico da situação da seca em vários estados brasileiros, cujos resultados consolidados são divulgados por meio do Mapa do Monitor de Secas. No Tocantins, as equipes técnicas da Semarh e da Coordenadoria Estadual de Proteção e Defesa Civil ficam a cargo do levantamento das informações locais mensalmente.

                                                                           

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Primeira Habilitação: Detran/TO explica obrigatoriedade do exame toxicológico para as categorias A e B

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O Governo do Tocantins, por meio do Departamento Estadual de Trânsito (Detran/TO), informa que está valendo a exigência do exame toxicológico para a emissão da primeira Carteira Nacional de Habilitação (CNH) nas categorias A (moto) e B (carro), conforme a lei 15.153/2025, que alterou o Código de Trânsito Brasileiro (CTB).

 Com isso, os usuários que pretendem tirar a primeira habilitação devem apresentar resultado negativo no exame, que tem o objetivo de detectar o uso de substâncias psicoativas (drogas) pelos condutores para verificar se eles estão aptos a dirigir e não venham se envolver ou causar sinistros de trânsito.

Os exames que deram resultado positivo devem repetir o teste após 90 dias contados da data da coleta. O candidato não perde o processo, que segue até o momento que o resultado negativo tiver sido lançado no sistema.

 Quem está obrigado a fazer o exame?

 A exigência do toxicológico vale para candidatos das categorias A e B que deram início a obtenção da habilitação a partir do dia 16 de maio de 2026, independentemente se exercem atividade remunerada ou não. Os processos que foram iniciados antes desta data seguem sem a exigência do exame.

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 Como e onde fazer o toxicológico?

 O exame é feito diretamente em clínicas credenciadas pela Secretaria Nacional de Trânsito (Senatran), sem a necessidade de ir à unidade do Detran/TO. Confira a lista das clínicas e contato.

A detecção das substâncias é feita a partir da coleta de sangue, amostras de cabelo, pele ou unhas, que podem ser usadas no teste e são capazes de identificar se o condutor fez o uso de alguma substância proibida, como drogas.

Após a realização do exame, a clínica lança o toxicológico no registro nacional de condutores habilitados, a qual o Detran/TO terá acesso.

 Momento para realização do exame

 Diferente das categorias C, D e E, o toxicológico para as categorias A e B pode ser feito em qualquer etapa do processo, desde que seja realizado antes da emissão da CNH provisória, uma vez que o documento depende do exame.

 Validade

 Para os casos específicos das categorias A e B, o exame não tem validade e não precisará ser atualizado após a emissão da habilitação provisória, como nas situações das categorias C, D e E, que refazem o exame a cada dois anos e meio.

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 Atenção! Nem todo toxicológico é válido

 O órgão reforça que serão aceitos somente exames toxicológicos, cuja finalidade específica seja para realizar processos referentes à habilitação. Os exames solicitados por outras empresas, como parte de processos de admissão e desligamento, não são válidos.

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