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Tocantins aprecia apresentação de diretrizes para temáticas que serão destacadas na COP 30, em reunião do Consórcio Interestadual da Amazônia Legal

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O governo do Tocantins, por intermédio da Secretaria do Meio Ambiente e Recursos Hídricos (Semarh) participou nesta sexta-feira, 11, da reunião do Consórcio Interestadual de Desenvolvimento Sustentável da Amazônia Legal (CAL) para apreciação das propostas dos governadores aos eixos temáticos que serão destacados na Conferência das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas do Brasil (COP 30), que será realizada de 10 a 21 de novembro deste ano, em Belém (PA).

No encontro virtual, estiveram reunidos, secretários de Estado, membros das Câmara Setorial de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável e da Câmara Setorial de Comunicação do Consórcio Interestadual, para apreciarem o documento consolidado após a elaboração ocorrida durante o último  Fórum de Secretários de Meio Ambiente da Amazônia Legal em Macapá (AP).

A proposta consolidada com as contribuições dos membros da Força-Tarefa dos Governadores para o Clima e Floresta (GCF TF – Governors’ Climate and Forests Task Force) e do CAL vai orientar e nortear o Workshop das Secoms e a estratégia de comunicação dos estados na COP 30 do Brasil.

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O secretário do Meio Ambiente do Tocantins, Marcello Lelis, apreciou o texto encaminhado à Câmara Setorial de Comunicação. “A comunicação do estado do Tocantins está preparada para seguir as diretrizes da proposta e o próximo passo dos componentes da Câmara Setorial de Meio Ambiente será acompanhar as definições de espaços na COP Brasil para as delegações e toda a logística que vai atender também os chefes de estado. Sem dúvida será um evento extraordinário, com discussão de pautas atualizadas, pertinentes à questão climática global, além das abordagens que compõem o desempenho nacional”, ressaltou Marcello Lelis.

A secretária do Meio Ambiente do Amapá, Taísa Mendonça, fez um breve resumo sobre o documento e em seguida o Secretário do Meio Ambiente do Amazonas, Eduardo Taveira, apresentou o posicionamento consolidado para os temas, justiça climática; financiamento climático; uso da terra voltado para o Cadastro Ambiental Rural e projeto de restauração; sistemas alimentares sob o ponto de vista da integração lavoura, pecuária e floresta, sistema agroflorestal, bioeconomia e extrativismo; sistemas minerários; adaptação e resiliência climática com abordagem dos custos de implementação; transição energética; e conservação do ecossistema amazônico.

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Na oportunidade, os secretários de estado ofereceram suas contribuições e em seguida salientaram a importância do espaço local com integração entre os nove estados da Amazônia Legal. Sobre a abordagem destacaram que de forma ampla, o foco deve se concentrar na economia de baixo carbono, salvaguardas e REDD+ (Programa Jurisdicional de Redução das Emissões de gases efeito estufa por Desmatamento e Degradação), combate ao desmatamento e prevenção de queimadas. A coordenação da CAL encerrou o encontro, com registro dos encaminhamentos da agenda de preparação para o evento, que devem ser tratados na próxima reunião.

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Rastreia/TO avança para etapa prática com identificação de 250 bovinos em Tabocão

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Atividade integra Prova de Conceito que testa procedimentos, equipamentos e tecnologias para implantação da rastreabilidade individual de bovinos e bubalinos no Tocantins

A implantação do Rastreia/TO avançou para uma nova etapa na terça-feira, 22, com a realização de atividade prática da Prova de Conceito (PoC) na Fazenda Tupã, da Motta Agropecuária, em Tabocão. Durante o trabalho de campo, 250 bovinos machos, com aproximadamente 18 meses de idade, receberam identificação individual por meio de brincos visuais e eletrônicos, com leitura por tecnologia RFID e registro das informações em sistema digital.

A atividade reuniu equipes técnicas envolvidas na implantação do programa, coordenado pela Secretaria de Estado da Agricultura e Pecuária (Seagro), com execução técnica conjunta da Agência de Defesa Agropecuária (Adapec) e do Instituto de Desenvolvimento Rural do Tocantins (Ruraltins).

O Rastreia/TO integra a política estadual de identificação individual e rastreabilidade de bovinos e bubalinos, instituída pelo Decreto nº 7.164, de 13 de maio de 2026. O trabalho busca testar, em condições reais, procedimentos que permitam acompanhar individualmente os animais e organizar informações relacionadas à origem, movimentação e demais registros da cadeia produtiva.

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Capacitação antecedeu atividade em campo

A prática ocorreu após a capacitação realizada na segunda-feira, 21, em Palmas. A programação preparou técnicos, extensionistas e demais participantes para os procedimentos previstos nesta fase do Rastreia/TO.

Foram apresentadas orientações sobre a Prova de Conceito, boas práticas de identificação animal, utilização dos brincos e equipamentos de aplicação, operação dos leitores eletrônicos e registro das informações no aplicativo RadarBov.

A Prova de Conceito foi estruturada como um teste controlado, com previsão de quatro meses de acompanhamento. O escopo contempla 21 propriedades rurais, entre pequenas, médias e grandes, e aproximadamente 5,3 mil animais.

Além das propriedades participantes, o teste prevê acompanhamento em outros pontos da cadeia produtiva, incluindo revenda agropecuária, leilão e frigorífico. O objetivo é verificar o funcionamento da identificação e da leitura dos animais em diferentes etapas antes do avanço das próximas fases de implantação.

Comitê Gestor do Rastreia/TO

Também na segunda-feira, 21, foi publicada no Diário Oficial do Estado, a Portaria que designa os integrantes do Comitê Gestor do Programa de Rastreabilidade de Bovinos e Bubalinos do Estado do Tocantins, formado pela Seagro, Secretaria de Estado do Meio Ambiente e Recursos Hídricos (Semarh), Adapec, Ruraltins e Instituto Natureza do Tocantins (Naturatins).

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As atribuições incluem, definir diretrizes, prioridades e metas estratégicas do programa, acompanhar indicadores e resultados da implantação, aprovar o planejamento anual e propor ajustes técnicos, operacionais e institucionais.

A cadeia produtiva é representada pela Associação Tocantinense de Novilho Precoce (ATNP), Sindicato das Indústrias Frigoríficas de Carnes e Derivados do Estado do Tocantins (Sindicarne), Federação da Agricultura e Pecuária do Estado do Tocantins (Faet/Senar) e Associação dos Criadores de Nelore do Tocantins (ACNT).

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