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Arte rupestre da APA Serra do Lajeado ganha destaque na exposição Ecos da Serra

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A riqueza das pinturas rupestres da Área de Proteção Ambiental (APA) Serra do Lajeado, gerida pelo Instituto Natureza do Tocantins (Naturatins), ganha destaque na Exposição Ecos da Serra: a arte rupestre na APA Serra do Lajeado. A mostra, iniciada nesta segunda-feira, 10, na Casa de Memória Libânia Gomes Monteiro, em Lajeado, ficará aberta ao público até 31 de março, das 9h às 17h, com entrada gratuita.

Para ampliar o conhecimento sobre os sítios arqueológicos da APA Serra do Lajeado e sensibilizar o público sobre a importância de sua conservação, a exposição apresenta registros fotográficos que destacam os painéis rupestres e o contexto ambiental da região. As imagens, capturadas ao longo do trabalho de campo, evidenciam não apenas a beleza e o potencial arqueológico do local, mas também os desafios enfrentados para preservar esse valioso patrimônio. A arte rupestre, com suas pinturas milenares, carrega fragmentos de histórias e saberes dos povos que habitaram a Serra do Lajeado, revelando o legado cultural da região.

Representando o Naturatins durante a abertura do evento, a diretora de Biodiversidade e Áreas Protegidas, Perla Oliveira, enfatizou a importância do retorno de pesquisas como essa, que incentivam o pertencimento às Unidades de Conservação (UCs) e a preservação dessas memórias e da biodiversidade. “Preservar a arte rupestre é preservar a memória dos povos que habitaram essa terra antes de nós. Esse patrimônio conta histórias, revela modos de vida e nos conecta ao passado. A exposição ‘Ecos da Serra’ é uma oportunidade para ampliar a consciência sobre a importância da conservação desses sítios, que enfrentam ameaças constantes como vandalismo, erosão, entre outros fatores. Precisamos unir esforços para garantir que essas marcas do passado permaneçam vivas para as futuras gerações”, frisou, ao destacar que a expectativa é que a exposição desperte um novo olhar sobre o patrimônio arqueológico da APA Serra do Lajeado, incentivando sua valorização e preservação.

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A mostra integra o projeto “Mapeamento e levantamento do estado de conservação de sítios arqueológicos rupestres cadastrados na Área Estadual de Proteção Ambiental Serra do Lajeado”, financiado pelo Naturatins e pela Fundação de Apoio à Pesquisa do Tocantins (Fapt), por meio do Edital FAPT/NATURATINS – Meio Ambiente, e desenvolvido pelo Núcleo Tocantinense de Arqueologia da Universidade Estadual do Tocantins (Nuta/Unitins).

Desde seu início, em maio de 2023, o projeto já identificou cinco novos sítios rupestres, que serão cadastrados no Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan), além de um sítio cerâmico localizado em situação de risco, exigindo o resgate do material para evitar sua destruição. A iniciativa visa promover um levantamento detalhado sobre a preservação desses sítios arqueológicos, um patrimônio cultural de grande relevância para a história local e regional.

Exposição em Tocantínia

Além de Lajeado, a exposição será realizada em Tocantínia, no dia 11 de março, às 8h30, no Centro de Referência do Projeto Leitura Viva. A mostra permanecerá aberta ao público até o dia 2 de abril.

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Contrato com BRB rendeu R$ 255 milhões ao Estado e 50% a menos de taxas; servidores continuam recebendo normalmente

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O pagamento da folha salarial do servidor do Governo do Tocantins permanece sendo executado pelo Banco de Brasília (BRB) até maio de 2030, conforme contrato assinado em 2025 pelo Estado e a instituição bancária.
A decisão do Tribunal de Contas do Estado (TCE-TO), dessa quinta-feira, 10, que impediu uma futura prorrogação do contrato, não cancela o acordo vigente nem provoca mudanças no pagamento dos servidores estaduais e demais serviços financeiros previstos. Também permanece assegurado o direito à portabilidade. Mesmo com a folha processada pelo BRB, servidores ativos, aposentados, pensionistas e demais beneficiários podem transferir seus vencimentos para a instituição financeira de sua preferência.
Em contrapartida pela operação, o BRB pagou R$ 255 milhões ao Estado, e 50% a menos de taxas nos serviços e movimentações bancárias. A Secretaria de Estado da Fazenda (Sefaz) prepara o detalhamento de sua aplicação com base nos registros oficiais da execução orçamentária.
O contrato prevê ainda até quatro saques mensais e o fornecimento de cartão magnético. Há também previsão de isenção da cesta de tarifas e da anuidade do cartão de crédito por 12 meses, condicionada ao nível de relacionamento do servidor com o banco e às regras de isenção da instituição.
Para as contas da administração direta e indireta relacionadas no acordo, estão previstas isenções sobre movimentações bancárias, emissão de extratos, manutenção de contas, cestas de serviços e renovação cadastral.
A determinação do TCE produz efeito sobre uma eventual renovação depois de maio de 2030. Ao final da vigência, o Estado deverá realizar procedimento competitivo para escolher a instituição que prestará os serviços bancários.
A Sefaz também deverá apresentar ao Tribunal, no prazo estabelecido, uma comparação atualizada entre as condições oferecidas pelo BRB, pela Caixa Econômica Federal e pelo Banco do Brasil. O levantamento deverá considerar os R$ 255 milhões recebidos, os custos, as tarifas e as condições previstas no contrato.

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