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Secult recebe cineasta Hermes Leal para diálogo sobre audiovisual

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O secretário da Cultura Tião Pinheiro e a secretária-executiva Valéria Kurovski receberam o cineasta tocantinense radicado em São Paulo Hermes Leal para uma conversa sobre o setor audiovisual no estado. A visita teve como foco a troca de experiências e a discussão de propostas que impulsionem projetos na área e reforcem o potencial do Tocantins no cenário cultural e criativo. Temas como os excelentes resultados da Lei Paulo Gustavo e a atuação das comissões fílmicas – organizações dedicadas a atrair e facilitar produções audiovisuais – foram debatidos durante a manhã desta quinta-feira, 20, no gabinete do titular da Secult.

Ao comentar sobre a atuação da pasta na destinação de recursos da Política Nacional Aldir Blanc (PNAB) a projetos, bolsas e premiações culturais, Tião Pinheiro destacou o bom momento em que o estado do Tocantins se encontra em âmbito nacional. “Mesmo com todas as dificuldades naturais de uma pasta recém-recriada pelo governador Wanderlei Barbosa e com a Lei Paulo Gustavo em andamento, a Secult conseguiu encerrar 2024 na 3ª posição entre os estados brasileiros – ao lado de Amazonas, Piauí e São Paulo – com 99,8% dos recursos utilizados”, lembrou Pinheiro citando também a atual liderança do Tocantins na execução da PNAB, conforme dados do Portal da PNAB, do Ministério da Cultura, atualizados no início de fevereiro.

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Por sua vez, Hermes Leal, que também é escritor e produtor, enfatizou a importância do panorama vivido pelo Tocantins e do apoio do poder público. “O estado está vivendo uma fase muito interessante, com seis longas-metragens em produção, algo raríssimo. A Secretaria da Cultura tem contribuído significativamente para esse avanço e é importante apoiar e incentivar esses projetos”, pontuou Leal.

Conheça o artista

Natural de Araguaína, Hermes Leal é jornalista, escritor, roteirista, diretor de cinema e televisão. Formado em Jornalismo pela UFG (Universidade Federal de Goiás), o artista também é mestre em Cinema pela Escola de Comunicação e Artes da USP, doutor em Linguística e Semiótica pela FFLCH/USP, PhD em Narrativa de Ficção e especializou-se em Semiótica das Paixões. Tem seis livros publicados; fundou no ano 2000 a Revista de Cinema que circula até hoje em meio eletrônico, no endereço www.revistadecinema.com.br.

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Contrato de colaboração financeira com o BNDES formaliza execução de mais de R$ 56 milhões do Fundo Amazônia no Tocantins

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O Contrato de Colaboração Financeira Não Reembolsável entre o Estado do Tocantins e o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) foi assinado nessa segunda-feira, 3, por intermédio da Secretaria de Estado do Meio Ambiente e Recursos Hídricos (Semarh). O instrumento prevê a aplicação de mais de R$ 56 milhões, provenientes do Fundo Amazônia, para a execução do Projeto de Fortalecimento da Gestão Ambiental (SustenTO).

Os valores previstos no contrato serão aplicados no Cadastro Ambiental Rural (CAR), na evolução do Sistema de Cadastro Ambiental Rural (Siggar 2.0), no monitoramento por imagens de satélite, no desenvolvimento do Centro de Inteligência Geográfica em Gestão do Meio Ambiente (Cigma) e na atualização do Sistema Informatizado do ICMS Ecológico (Siseco), além de ser destinado à aquisição de veículos, equipamentos, drones, computadores e tecnologias para o monitoramento ambiental.

O projeto também abrange o Sistema de Informação dos Serviços da Assistência Técnica e Extensão Rural (Rurater), equipamentos destinados às atividades de prevenção e combate aos incêndios florestais das brigadas do Instituto Natureza do Tocantins (Naturatins) e sensores para monitoramento da qualidade do ar.

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Etapas técnicas e jurídicas

A assinatura do contrato ocorreu após a conclusão das etapas técnicas, administrativas e jurídicas relacionadas à elaboração e à aprovação da proposta, conforme os critérios de governança estabelecidos pelo Ministério do Meio Ambiente e Mudança do Clima e pelo BNDES.

Após a aprovação do projeto, realizada ao término das etapas técnicas de análise da proposta, teve início a etapa de formalização do contrato, que incluiu a análise jurídica quanto à necessidade de autorização legislativa para sua celebração.

A análise jurídica realizada pela Semarh, pela Secretaria de Estado do Planejamento e Orçamento (Seplan) e pela Procuradoria-Geral do Estado (PGE/TO) considerou que o contrato possui natureza de colaboração financeira não reembolsável, caracterizada como doação, e não como operação de crédito. O entendimento foi acolhido pelo BNDES, possibilitando a formalização do contrato e a execução dos recursos do Fundo Amazônia, em conformidade com as normas de responsabilidade fiscal e o ordenamento jurídico.

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