INSCRIÇÕES
Ministério da Cultura abre inscrições para a programação cultural de 2025 da Biblioteca Demonstrativa Maria da Conceição Moreira Salles
Publicado em
22 de janeiro de 2025por
Redação
O Ministério da Cultura (MinC) está com inscrições abertas para artistas, coletivos, educadores e membros da comunidade interessados em compor a programação cultural de 2025 da Biblioteca Demonstrativa Maria da Conceição Moreira Salles (BDB), situada na Asa Sul em Brasília. Os interessados devem submeter suas propostas por meio deste formulário. As atividades selecionadas terão benefícios como cessão do espaço, suporte técnico e ampla divulgação.
A iniciativa visa promover a diversidade artística e consolidar a BDB como um espaço de encontro, aprendizado e valorização da cultura. A curadoria avaliará as propostas com base na originalidade, qualidade técnica/artística, acessibilidade, diversidade e viabilidade logística.
As apresentações devem ser gratuitas, e os participantes serão responsáveis por custos adicionais, incluindo transporte, montagem e direitos autorais. A duração máxima das apresentações será de 90 minutos, enquanto exposições poderão ser realizadas por até 30 dias. Não haverá pagamento de cachê para os selecionados, e a BDB entrará em contato exclusivamente com as propostas que forem incorporadas à programação de 2025.
Como participar
No formulário, é necessário informar:
– Dados gerais, como nome, contato, título da proposta e sinopse.
– Descrição técnica e artística da atividade.
– Recursos necessários, equipe envolvida e expectativa de público.
– Links de materiais de apoio, como vídeos e fotos (se houver).
Para mais informações, acesse o formulário ou entre em contato pelo e-mail: [email protected].
Biblioteca Demonstrativa Maria da Conceição Moreira Salles (BDB)
Fundada em 1970, a BDB é uma instituição pública federal localizada em Brasília, reconhecida como biblioteca experimental que estabelece novos paradigmas no campo das bibliotecas públicas. A BDB desempenha um papel essencial na democratização da leitura, na formação de novos leitores e na valorização da literatura brasileira, além de contribuir para o aprimoramento de profissionais que integram o Sistema Nacional de Bibliotecas Públicas.
CULTURA
Tocantins apresenta diversidade cultural na 6ª Teia Nacional dos Pontos de Cultura
Published
4 horas atráson
26 de maio de 2026By
Redação
A participação do Tocantins na 6ª Teia Nacional dos Pontos de Cultura, realizada entre os dias 19 e 24 de maio, em Aracruz, no Espírito Santo, evidenciou a diversidade cultural do estado em diferentes linguagens. Com o tema “Pontos de Cultura pela Justiça Climática”, o encontro reuniu representantes de todo o país em uma programação com mais de 200 atividades, distribuídas nos espaços temáticos do Centro de Turismo Social e Lazer Sesc Praia Formosa.
Além dos delegados e delegadas escolhidos para representar o Tocantins nas discussões, fóruns e grupos de trabalho, a presença tocantinense também foi marcada por artistas, mestres, comunicadores, artesãos e expositores selecionados pelo edital de programação do Ministério da Cultura.
Artes visuais e religiosidade tocantinense
Entre os representantes do estado esteve o artista visual Elpídio de Paula Neto, especialista em desenho pirografado. Na Teia Nacional, ele apresentou a exposição ‘Um mergulho do sagrado na cultura tradicional do Tocantins’, reunindo obras que aproximam arte sacra, religiosidade e referências da cultura popular tocantinense.
“Estou muito feliz em participar da 6ª Teia Nacional representando o meu estado. É uma alegria muito grande poder trazer o meu trabalho e apresentar esta exposição. Eu já trabalho com arte sacra e arte religiosa, mas, nesta exposição, quis trazer também os nossos mestres e mestras da cultura tradicional e popular com esse viés do sagrado. Porque não tem como falar da cultura tradicional do Tocantins sem falar de religiosidade, misticismo, arte e cultura. Tudo isso atravessa as nossas manifestações”, destacou.
Elpídio também explicou que parte das obras foi criada a partir de fotografias de Emerson Silva, em um processo de releitura visual. “Era algo que eu queria fazer há muito tempo. Pedi autorização ao Emerson para transformar algumas fotografias dele em trabalhos meus, e ele me deixou à vontade para criar. Então, quem é do Tocantins vai reconhecer referências como Dona Romana, Mãe Felisberta, nossos mestres, mestras, povos originários, povos indígenas e povos de terreiro. É uma forma de fazer com que essas referências brilhem aqui na Teia. Eu carrego o meu estado comigo, e trazer tudo isso para esse espaço é muito especial”, afirmou Elpidio.
Comunicação colaborativa e exposição fotográfica
O Tocantins também esteve presente na comunicação colaborativa da Teia Nacional com a participação do artista Fernando Amazônia. Além de contribuir com registros durante o evento, ele apresentou a exposição fotográfica ‘Água é Vida’, voltada à relação das comunidades tradicionais e dos povos originários com a água.
“É muito importante estar na Teia Nacional, um evento que reúne a cultura do povo brasileiro e mostra que o Tocantins também está presente. Trouxemos a exposição ‘Água é Vida’, que fala da relação das comunidades tradicionais e dos povos originários com a água, com os rios Tocantins e Araguaia, e com povos como os Javaé e Xerente. Também participo da comunicação colaborativa da Teia, registrando, partilhando e contribuindo para trazer a cultura do Tocantins para este encontro”, afirmou Fernando Amazônia.
Feira criativa
A economia criativa também teve representantes tocantinenses na Teia, com artesãs de Babaçulândia e Tocantínia. A artesã Sebastiana Pereira, do Ponto de Cultura Ubuntu, de Babaçulândia, representou o estado comercializando peças produzidas a partir de matérias-primas naturais, como palha, coité, sementes e outros elementos encontrados na natureza.
“Sempre que ando pelo mato, pelo sítio ou pelas chácaras, meu olhar já procura alguma coisa que possa virar arte. Ser artesã é um dom muito especial. Às vezes as pessoas perguntam como a gente faz uma peça, e nem a gente sabe explicar direito. É um trabalho difícil, que exige esforço, mas por onde o artesão passa ele enxerga uma matéria-prima e já imagina o que pode criar. Sou muito grata por estar aqui, fomos muito bem acolhidas e as vendas têm sido muito boas desde o primeiro dia. É uma alegria poder apresentar nosso trabalho na Teia”, afirmou.
Também selecionada pelo edital para expor na Teia, a artesã Iraci Krukwane Xerente, do povo Akwẽ-Xerente, da Aldeia Salto, em Tocantínia, levou peças produzidas em capim-dourado e costuradas com fibra de buriti.
Literatura, cura e saberes quilombolas
O Tocantins ainda marcou presença na área da literatura com a participação da mestra raizeira de Natividade, Felisberta Ferreira, conhecida como Dona Feliz. Guardiã de saberes tradicionais ligados ao uso das plantas medicinais, à cura e ao bem viver, ela levou à Teia 2026 a experiência do livro A Mata que Cura – Saberes Quilombolas de Curar e Bem Viver, lançado durante a Teia Estadual.
A produtora cultural Liu Moreira, da Associação de Arte Ninho Cultural, que acompanhou Dona Feliz na programação, destacou a importância da presença da mestra na Teia. “A gente fez a inscrição de Dona Felisberta como representante da cultura popular e tradicional do Tocantins. Ela, que é de Natividade, vem apresentar essa experiência na Teia Nacional e participar de uma roda de conversa sobre a concepção do trabalho e sobre o significado de estar neste evento. O livro ‘A Mata que Cura’ foi lançado na comunidade dela, durante a Teia Estadual, e agora é uma honra ver essa trajetória fazer parte da programação nacional”, destacou Liu Moreira.
A mestra raizeira explicou que o livro nasceu da sua relação com as plantas medicinais, com o meio ambiente e com os saberes tradicionais preservados ao longo da vida.
“Eu tenho uma paixão muito grande pelo meio ambiente e pelas plantas medicinais. Sou benzedeira, sou raizeira, e levo esse conhecimento por onde eu passo, porque a cura também está na mata. Sou uma defensora do meio ambiente e faço o meu trabalho de cuidado, oração e proteção do jeito que posso. Escrever esse livro foi como uma gestação, com alegria, mas também com dificuldades, até chegar o momento em que ele nasceu. Deus colocou na minha vida o pessoal do Ninho Cultural, especialmente a Liu. Tinha dia que eu dizia que não queria mais saber de livro, e ela ficava quieta, deixava a poeira baixar e depois voltava. Com a paciência e a persistência dela, nasceu ‘A Mata que Cura’,” contou Dona Felis.
Durante a programação, Dona Feliz também apresentou ao público raízes, xaropes, sementes e outros elementos provenientes do Cerrado brasileiro, compartilhando conhecimentos ligados aos modos tradicionais de cura e cuidado.
Hip-hop tocantinense
A cultura hip-hop do Tocantins ocupou o Salão Madri com uma programação dedicada à música, à poesia e ao debate. A atividade reuniu exibições, intervenções musicais e mediação cultural, propondo reflexões sobre periferia, território, juventude, expressão urbana e justiça climática.
Proposta pelo Coletivo Cidade Perifa, de Palmas, a programação contou com a exibição do curta ‘O Som de Lá – Cidade Perifa em Reflexão, Formação e Debate’, produção participativa dirigida por Caio Bretas, e do documentário Cypher Rua Norte, dirigido por Erval Benmuyal.
A atividade também teve participação de Mano Jozy, Rossana Iuna, DJ Dallag Beats, DJ Drika, Michael Brankin e intervenção poéticas com Ganjo Negro, reunindo diferentes vozes da cena cultural tocantinense.
Desfile, moda e identidade amazônica
As tocantinenses Vanessa Gonçalves e Socorro Sousa também participaram da programação como convidadas da performance cênica ‘Trama: Desfile Manifesto Amazonense’, projeto coletivo que une moda, território, identidade e posicionamento político.
Criado em Manaus pela produtora Glícia Cáuper, o desfile propõe uma reflexão sobre os trabalhadores invisibilizados do universo têxtil. Durante a apresentação, os participantes carregam cartazes com frases como “Eu costurei essa roupa” e “Eu colori sua roupa”, dando visibilidade a quem atua nos bastidores da produção de moda e evidenciando o trabalho manual, criativo e coletivo presente nas peças.
Tradição popular no palco
A presença tocantinense na programação foi encerrada no Palco Folia de Reis, que recebeu o Pontão de Cultura Tambores do Tocantins. Márcio Belo e banda apresentaram músicas tradicionais tocantinenses, incluindo a suça e outros ritmos ligados às manifestações populares do estado.
A apresentação contou ainda com a participação do mestre Dorivã, o Passarim do Jalapão, e terminou com uma grande roda de celebração, reunindo artistas, participantes e público em um momento de festejo e partilha.
A participação tocantinense na Teia Nacional dos Pontos de Cultura reuniu diferentes expressões, territórios e saberes do estado, evidenciando a força dos coletivos que mantêm a diversidade cultural do estado.
Mais registros da programação podem ser acompanhados nas redes sociais da Secretaria de Estado da Cultura, pelo perfil @culturato.

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