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Governo do Tocantins lança cronograma de editais da PNAB Ciclo 2

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Artistas, produtores culturais e fazedores de cultura do Tocantins devem ficar atentos aos prazos dos editais da Política Nacional Aldir Blanc de Fomento à Cultura (PNAB) do ciclo 2. Nesta quarta-feira, 13, a Secretaria de Estado da Cultura (Secult) tornou público, 10 dos 14 certames a serem lançados, disponíveis no Diário Oficial do Estado do Tocantins. (Link)

Os 14 editais serão voltados a diferentes segmentos, territórios e expressões culturais. Três deles iniciam o período de inscrições a partir do dia 18 de maio, enquanto os demais estarão disponíveis para inscrição a partir de 15 de junho.

Entre os primeiros editais que terão as inscrições abertas no dia 18 de maio, estão o Edital de Culturas Urbanas e Periféricas, no valor total de R$ 800 mil; o Edital de Infraestrutura Cultural, com investimento de R$ 1,6 milhão; e o Edital de Ações Continuadas, que soma R$ 1,6 milhão. As seleções contemplam culturas urbanas, revitalização de espaços culturais, requalificação de bens tombados edificados, espaços artístico culturais independentes, grupos, coletivos e eventos continuados.

Os demais editais, com inscrições previstas para 15 de junho, contemplarão áreas como culturas quilombolas, povos indígenas, culturas tradicionais e populares, linguagens artísticas, cultura viva, pontos e pontões de cultura, mestres e mestras, patrimônio cultural e economia criativa.

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Com a ação a Secult objetiva ampliar o acesso aos recursos públicos, fortalecer a produção cultural em diferentes regiões do estado e valorizar a diversidade cultural tocantinense. Para mais informações, os interessados devem acessar os editais completos e acompanhar os canais oficiais de comunicação da Secult.

Os anexos dos editais podem ser conferidos neste link.

Dúvidas podem ser esclarecidas por meio do contato:
e-mail: comissaoeditais.culturato@gmail.com

Confira o cronograma:

Editais Ações Continuadas, Infraestrutura Cultural e Cultura Urbana e Periférica:

Publicação do Edital: 12/05/2026

Prazo para Impugnação: 13/05/2026 a 15/05/2026 (3 dias úteis) encaminhamento via e-mail descrito neste Edital.

Período de Inscrições: 18/05/2026 às 8h a 08/06/2026 às 18h

Análise de Mérito Cultural: 16/06/2026 a 03/07/2026

Envio do Login e Senha, por e-mail, aos proponentes gerados pela Plataforma Oficial: 06/07/2026

Divulgação do Resultado Preliminar: 07/07/2026

Prazo para Interposição de Recursos: 08/07/2026 a 10/07/2026 (3 dias úteis)

Análise dos Recursos: 13/07/2026 a 16/07/2026

Divulgação do Resultado Final: 17/07/2026 via DOE TO/Plataforma

Período de Habilitação dos Selecionados: 20/07/2026 a 24/07/2026

Análise da Documentação de Habilitação: 27/07/2026 a 31/07/2026

Divulgação do Resultado Preliminar – Habilitação: 03/08/2026

Prazo para Interposição de Recursos – Habilitação: 04/08/2026 a 06/08/2026 (3 dias úteis)

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Análise dos Recursos – Habilitação: 07/08, 10/08 a 11/08/2026

Publicação do Resultado Final Definitivo: 13/08/2026

Assinatura do Termo de Execução Cultural: A partir de 17/08/2026 a 21/08/2026

 

Cronograma dos editais:

Cultura Quilombola, Cultura Indígena, Cultura Tradicional e Popular, Bolsa para Mestres e Mestras da Cultura Tradicional e Popular,  Premiação de Pontos e Pontões de Cultura, Fomento à Pontos de Cultura, Fomento à Pontões de Cultura:

Publicação do Edital: 12/05/2026

Prazo para Impugnação: 13/05/2026 a 15/05/2026 (3 dias úteis) encaminhamento via e-mail descrito neste Edital.

Período de Inscrições: 15/06/2026 às 8h a 06/07/2026 às 18h

Análise de Mérito Cultural: 08/07/2026 a 24/07/2026

Divulgação do Resultado Preliminar: 28/07/2026

Prazo para Interposição de Recursos: 29/07/2026 a 31/07/2026 (3 dias úteis)

Análise dos Recursos: 03/08/2026 a 07/08/2026

Divulgação do Resultado Final: 10/08/2026 via DOE TO/Plataforma

Período de Habilitação dos Selecionados: 11/08/2026 a 17/08/2026

Análise da Documentação de Habilitação: 18/08/2026 a 21/08/2026

Divulgação do Resultado Preliminar – Habilitação: 25/08/2026

Prazo para Interposição de Recursos – Habilitação: 26/08/2026 a 28/08/2026 (3 dias úteis)

Análise dos Recursos – Habilitação: 31/08/2026 a 02/09/2026

Publicação do Resultado Final Definitivo: 04/09/2026

Assinatura do Termo de Execução Cultural: A partir de 09/09/2026 a 15/09/2026

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Professora de Lajeado coordena projeto de pesquisa sobre a memória da cidade

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Conhecer a história sobre a formação da cidade, a cultura, as tradições e os causos é um dos principais objetivos do Projeto Integrador, que está sendo desenvolvido pelo Colégio Estadual Nossa Senhora da Providência, em Lajeado. O projeto será realizado durante o ano letivo e, entre as ações, está a visita à Casa de Memória de Lajeado Libânia Monteiro Gomes e conversas com a fundadora Maria das Graças Gomes Monteiro, que também é autora do livro Cidade das Pedras e das Águas – História de Lajeado. O resultado desses estudos será transformado em livro. O Governo do Tocantins, por meio da Secretaria de Estado da Educação, apoia e incentiva as práticas pedagógicas inovadoras, como forma de ampliar o conhecimento a e visão de mundo dos estudantes.

O Projeto Integrador está sendo desenvolvido pelos alunos da 3ª série do ensino médio com o tema “Interpretar, intervir e transformar o mundo”. Conversando com os moradores, eles estão descobrindo que a história não está apenas nos monumentos da cidade ou nos livros, mas que a população é detentora de uma memória viva de muito valor.

As atividades acontecem durante as aulas de campo, nas quais os estudantes conhecem os pontos históricos e conversam com personalidades que vivenciaram o desenvolvimento do local e estas compartilham fotos, objetos e causos. E os alunos vão observando tradições, traços da modernidade e influências externas no desenvolvimento do local.

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O projeto está sendo coordenado pela professora Gláucia Regina Campos Miranda, que leciona História, Sociologia e Filosofia. O objetivo do projeto é estudar as memórias e práticas culturais de moradores mais antigos da cidade de Lajeado, com foco na identidade e historicidade que nem sempre aparecem nos registros oficiais.

Entre as atividades realizadas pelos estudantes estão a pesquisa de campo, entrevistas, produção de fotos, transcrição das conversas com os moradores, e como produto final, os alunos produzirão vídeos, vão preparar danças culturais do local. A culminância dessa iniciativa está prevista para ser realizada entre outubro e novembro, com a realização de um sarau cultural e apresentações culturais e do livro impresso.

O livro que se pretende lançar contará com relatos dos moradores e produções de textos, poemas, cordéis e poesias de autoria dos estudantes.

“Eu acredito que cada estudante que participa dessas aulas tem uma percepção diferente de ver a história real de cada lugar visitado e, consequentemente, ao estudar a história de outras cidades ou povoados nos livros didáticos, eles desenvolvem o aprendizado com mais entusiasmo. Sabemos que as aulas de campo são importantes para o desenvolvimento intelectual dos estudantes e esse projeto ajuda a termos, em sala de aula, o aluno investigador, que busca a real história e consegue desenvolver todas as atividades propostas”, explicou a professora Gláucia Regina.

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O estudante Pedro Daniel Santos Maia ressaltou a importância da atividade para ampliar a aprendizagem. “Participar de uma aula de campo e ter a oportunidade de conversar diretamente com quem viu a cidade crescer foi uma experiência transformadora. Eu posso dizer que esse tipo de atividade muda completamente a nossa percepção sobre o que é estudar História e Sociologia”, frisou.

A jovem Maria Antônia Gomes Costa Monteiro gostou das atividades e falou de forma poética. “A aula de campo exige competências que nem sempre são exploradas em sala de aula, como empatia e a escuta ativa, pois é preciso saber ouvir e respeitar o tempo do outro, respeitando as pausas e as emoções de quem narra a própria vida”, comentou Maria Antônia.

“Esse tipo de aula é um exercício de alfabetização histórica. Ela nos ensina que todo cidadão é um agente da história e que as fontes orais são fundamentais para compreender as nuances que os documentos oficiais, às vezes, ignoram”, finalizou a professora Gláucia Regina.

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