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Hospital Regional de Gurupi

Primeiro bebê tocantinense de 2025 nasceu no Hospital Regional de Gurupi

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Manoela Martins Xavier esse é o nome da primeira bebê nascida no Sistema Único de Saúde (SUS), em 2025. A pequena nasceu  às 01h10 de quarta-feira, 1º, no Hospital Regional de Gurupi (HRG), unidade administrada pela Secretaria de Estado da Saúde (SES-TO).

Segunda filha do casal Letícia Rodrigues Xavier e Romário Martins da Silva, que residem em Gurupi, a bebê Manoela veio ao mundo cheia de saúde com 2.770kg e 47 centímetros e  a mamãe cita que não foi planejado que ela nascesse no dia 1º. “Foi uma surpresa, inclusive eu achava que ela vinha lá mais para o final do mês, mas foi uma surpresa boa”.
Letícia destacou o atendimento recebido na unidade hospitalar administrada pelo Governo do Tocantins.  “Foi tudo muito ágil, entrei em trabalho de parto com a bolsa estourando, cheguei e fui atendida já bem rápido, já fui encaminhada para a sala de pré-parto, foi um ótimo atendimento”.

Já o primeiro bebê da Capital, é Cecília Rocha, filha de Mayara Almeida Rocha, que nasceu às 01h42 no Hospital e Maternidade Dona Regina Siqueira Campos (HMDR), em Palmas.

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Na Copa, violência contra a mulher não entra em campo: Gurupi lança campanha de conscientização e enfrentamento à violência

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Com o objetivo de reforçar a conscientização e prevenir casos de violência contra as mulheres durante o período da Copa do Mundo, a Secretaria Municipal da Mulher e Cidadania de Gurupi, sob a liderança da secretária Cristina Donato Leandro, em parceria com a Rede de Proteção e Acolhimento às Mulheres Vítimas de Violência, promove a campanha “Na Copa, violência contra a mulher não entra em campo”.

A iniciativa busca mobilizar a população para a construção de uma cultura de respeito, igualdade e não violência, lembrando que a paixão pelo futebol deve ser vivida com alegria, união e responsabilidade. A campanha levará mensagens educativas à comunidade, incentivando a prevenção da violência e fortalecendo a divulgação dos canais de denúncia e dos serviços de acolhimento disponíveis no município.

Segundo a secretária Cristina Donato, a campanha é um chamado para que toda a sociedade participe ativamente da proteção das mulheres. “Queremos que a Copa seja um momento de celebração e união. Nenhuma mulher deve sofrer qualquer tipo de violência dentro ou fora de casa. O respeito deve ser o principal campeão em todas as partidas”, destacou.

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A Rede de Proteção e Acolhimento às Mulheres Vítimas de Violência reforça que Gurupi possui uma rede integrada de atendimento, preparada para acolher, orientar e encaminhar mulheres em situação de violência, garantindo acesso aos seus direitos e à proteção necessária.

A campanha convida torcedores, famílias, instituições e toda a comunidade a entrarem em campo contra a violência de gênero, promovendo relações baseadas no respeito, na dignidade e na cidadania.

“Na Copa, violência contra a mulher não entra em campo.” Uma campanha da Secretaria Municipal da Mulher e Cidadania de Gurupi e da Rede de Proteção e Acolhimento às Mulheres Vítimas de Violência.

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