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Secult tem reuniões com Setur, Sics e Sebrae para alinhamento de parcerias na Feira de Negócios do Artesanato do Tocantins

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Com o objetivo de alinhar parcerias para a realização da Feira de Negócios do Artesanato do Tocantins (Fenartto), representantes da Secretaria da Cultura (Secult) reuniram-se nesta quinta-feira, 19, com equipes do Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae) e das Secretarias do Turismo (Setur) e da Indústria, Comércio e Serviços (Sics), para discutir demandas referentes ao evento, que acontece entre os dias 28 de novembro e 1º de dezembro, na Praça dos Girassóis, em Palmas.

Espaço para promoção, valorização e comercialização do artesanato local, a Fenartto também contará com atrações artísticas, cozinha show, desfiles e a realização do I Seminário de Economia Criativa do Tocantins, bem como do vernissage do I Salão de Artes Visuais do Tocantins.

“A feira é uma grande aposta nossa e, além de ser uma proposta de exposição, comercialização e divulgação do artesanato, é uma proposta de movimentarmos o setor, o olhar empreendedor do artesão”, disse a secretária-executiva Valéria Kurovski, ao apresentar o projeto durante reunião no Sebrae, na qual, junto à equipe técnica da Secult, foi recebida pelo diretor Rogério Ramos. Na oportunidade, a gestora reforçou que o convite da secretaria parte do reconhecimento da expertise da instituição.

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Durante a reunião, Rogério Ramos demonstrou o interesse do Sebrae em contribuir com o projeto e ressaltou o conhecimento da instituição no setor do artesanato. “Temos uma coordenação estruturada que trabalha com isso há muito tempo, de forma até científica, com estudos. Consultorias dentro dessa área já foram desenvolvidas para conceder toda a informação e todo o conhecimento que temos”, reforçou, colocando-se à disposição para o trabalho em conjunto.

Tranversalidade entre pastas

A segunda parte da tarde foi marcada pelo encontro da Secult com equipes da Setur e da Sics, oportunidade em que foram discutidas as possibilidades do trabalho transversal entre as pastas na promoção de ações dentro da feira. O encontro desta quinta-feira aconteceu após reunião realizada com a primeira-dama Karynne Sotero e os secretários Tião Pinheiro e Valéria Kurovski ainda no mês de agosto, que reuniu gestores de diversas secretarias do Governo para apresentar a proposta do evento, idealizado pela Secult.

“Para além da exposição e comercialização do artesanato, a gente vai ampliar a feira para a economia criativa com o seminário, que será um start da Secult para trazer a discussão sobre o desenvolvimento da economia criativa”, destacou Valéria Kurovski, ao falar sobre as ações integradas à Fenartto.

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“O artesanato é feito por quem sabe fazer arte, mas às vezes tem dificuldade de fazer negócio. O Seminário de Economia Criativa também vai servir para mostrar para esses artesãos como se profissionalizar, como abrir sua empresa, como saber vender o seu projeto”, comentou a secretária-executiva do Turismo Jocélia Costa durante a reunião, onde ficou firmada a parceria entre Secult e Setur, com a presença da pasta em um estande que trará a força dos atrativos turísticos do Tocantins. “Vamos fazer acontecer essa feira” complementou a gestora.

Na oportunidade a Secult também propôs uma parceria com a Secretaria da Indústria, Comércio e Serviços, ação que foi bem recebida pelo diretor Carlos Carneiro, principalmente para atividades como o Seminário de Economia Criativa. “Com certeza iremos abraçar essa ideia. Vamos criar um cronograma, nos alinhar”, concluiu.

Presentes

Pela Secult, também participaram da tarde de reuniões o superintendente de Fomento e Incentivo à Cultura, Antônio Miranda, a assessora institucional Aurielly Painkow e as servidoras Ana Elisa Martins e Camila Miranda. Pelo Sebrae também esteve presente a analista Celina Soares.

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CULTURA

No Dia dos Povos Indígenas, Governo do Tocantins destaca políticas de inclusão e valorização dos povos originários

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O Governo do Tocantins celebra, neste domingo, 19, o Dia dos Povos Indígenas, destacando as ações de inclusão e valorização dos povos originários no estado. Criada em 2023, a Secretaria de Estado dos Povos Originários e Tradicionais (Sepot) foi um dos principais avanços para fomentar, coordenar e executar políticas públicas em âmbito estadual, de forma transversal.

O governador Wanderlei Barbosa destaca que a Sepot é pautada pelo desenvolvimento sustentável, pela proteção e promoção de direitos. “A criação desta secretaria representa um marco histórico para o Tocantins. Com isso, garantimos que os povos indígenas tenham voz ativa dentro do governo, participando da construção de políticas públicas que respeitem sua cultura e identidade. Nosso compromisso é promover desenvolvimento com dignidade, inclusão e respeito às raízes do nosso estado”, reforça.

No Tocantins, mais de 20 mil pessoas se autodeclaram indígenas, segundo o último levantamento do Censo Demográfico do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Nos dados relacionados aos municípios com maior população indígena no estado, Tocantínia lidera o ranking (4.086), seguida por Goiatins (2.650), Tocantinópolis (2.352), Lagoa da Confusão (2.340) e Formoso do Araguaia (1.633).

O secretário de Estado dos Povos Originários e Tradicionais, Ercivaldo Xerente, indígena do povo Akwê, ressalta que a criação da pasta trouxe mais visibilidade para as comunidades no Tocantins. “Nós avançamos ao levar várias ações para dentro das aldeias e também ao proporcionar intercâmbio cultural, com o protagonismo dos indígenas, inclusive em eventos internacionais. Essa foi a missão repassada pelo governador Wanderlei Barbosa, fazer com que as comunidades indígenas se desenvolvam com mais dignidade”, enfatiza.

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Os rituais milenares são uma forma de as comunidades originárias manterem viva a cultura. Entre os eventos celebrados estão Hetohoky e Herèràwo, do povo Iny (Karajá), ritos de passagem dos meninos para a vida adulta, cheios de danças, cantos e cores, que reúnem centenas de pessoas nas aldeias Macaúba e Fontoura, localizadas na Ilha do Bananal.

“Um mês para que todos façam uma reflexão sobre a importância dos povos indígenas, da cultura, da linguística e de sua organização sociocultural. Para nós indígenas, é muito importante a presença da Sepot em todos os territórios do estado. O Tocantins tem avançado muito, principalmente no reconhecimento e valorização das comunidades originárias e tradicionais”, concluiu o diretor de proteção aos povos indígenas da Sepot, Rogério Xerente.

Etnias

O Tocantins é habitado por diferentes etnias, entre elas: Javaé, Awa Canoeiro, Tuxá, Krahô-Kanela, Karajá, Krahô, Xambioá, Kanela, Xerente, Apinajé, Fulni-ô, Pankararu, Guarani, Karajá da Ilha, Warao.

O povo Xerente, autodenominado Akwê, pertence ao tronco linguístico Macro-Jê. Vive às margens do rio Tocantins, no município de Tocantínia, em várias aldeias da região.

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Já o povo Javaé, autodenominado Inỹ, habita a Ilha do Bananal, principalmente às margens do rio Javaés, vivendo em 18 aldeias nas Terras Indígenas Parque do Araguaia.

Também do povo Inỹ, os Karajá estão na Ilha do Bananal. São conhecidos por sua cultura profundamente conectada à água. Vivem em diversas aldeias, como Santa Isabel e Fontoura.

Os Xambioá estão principalmente na região de Santa Fé do Araguaia. Assim como o povo Karajá e Javaé, eles formam o povo Inỹ, com os mesmos costumes e língua.

Os Krahô são falantes da língua Jê e estão principalmente nos municípios de Goiatins e Itacajá. São conhecidos por suas aldeias circulares, corridas de tora e valorização das sementes tradicionais.

Os Kanela do Tocantins foram reconhecidos como indígenas recentemente, graças ao trabalho desenvolvido pela Sepot e residem na aldeia Crim Patehi, localizada no município de Lagoa da Confusão.

                 

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