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Corregedoria-Geral do Tocantins

Participação em Encontro Regional fortalece atuação da Corregedoria-Geral do Tocantins

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Buscando o aprimoramento do desempenho das atividades correcionais no estado, o Governo do Tocantins, por meio da Controladoria-Geral do Estado (CGE/TO) promove a participação de equipe da Corregedoria-Geral no Encontro Regional de Corregedorias – Sul e Sudeste. O evento é organizado pela Controladoria-Geral da União (CGU) nos dias 13 e 14 de agosto e ocorre no Tribunal de Contas do Estado de Minas Gerais, na cidade de Belo Horizonte.

O encontro reúne servidores e empregados públicos de todas as esferas e poderes do Brasil para debater temas relacionados à matéria disciplinar. Com uma programação diversificada, o evento inclui painéis, palestras e oficinas de capacitação, com o intuito de aprimorar o desempenho das atividades correcionais.

A corregedora-geral do Estado, Vagleia Inácio Montelo Camarço, destaca a importância da participação da equipe no evento. “O Encontro proporciona uma oportunidade única de troca de experiências e de atualização sobre as melhores práticas na área disciplinar, contribuindo significativamente para o desenvolvimento das nossas atividades”, ressalta.

O secretário-chefe da CGE/TO, José Humberto Muniz Filho,  também reforça que o evento é uma oportunidade de  integração e o intercâmbio de conhecimentos entre os profissionais que atuam na área de corregedorias, fortalecendo o compromisso com a transparência e a eficiência na administração pública. “A participação da Corregedoria-Geral do Estado do Tocantins reforça o empenho do órgão em buscar constantemente o aprimoramento de suas atividades e a excelência na gestão pública”, conclui.

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Pela equipe da CGE/TO também participam a diretora de Responsabilização de Agentes Públicos, Tatiane Dias Medeiros; a presidente da II Comissão Permanente de Procedimentos Disciplinares e Sindicância (Compa II), Chirleide Carlos Gurgel; e a servidora Arlene Suelma de Oliveira que é membro da Compa II.

Programação

Quatro palestras compuseram a programação desta terça-feira (13/8): “A modernização do direito administrativo disciplinar”, ministrada pela presidente do Instituto Brasileiro de Direito Administrativo (IBDA), Cristiana Fortini; “A atuação correcional nos tribunais de contas: a experiência da Corregedoria do Tribunal de Contas do Estado de Minas Gerais”, com o coordenador da Secretaria da Corregedoria do TCE-MG, Gustavo Terra Elias; “Tópicos correcionais relevantes em 2024”, com o auditor federal de Finanças e Controle da Controladoria-Geral da União (CGU), Ricardo Wagner de Araújo; e “A importância da gestão de riscos para uma administração pública integra”, com o controlador-geral do Estado de Minas Gerais, Rodrigo Fontenelle de Araújo Miranda.

Nesta quarta-feira (14/8), serão realizadas cinco oficinas: “Como calcular a dosimetria da sanção”; “Metodologia para a condução de oitivas”; “Aplicação da metodologia de gestão de riscos com base em ilícitos administrativos”; “Produção de provas efetivas no procedimento correcional”; e “Evidenciação na Investigação Preliminar Sumária para pessoa jurídica”.

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MPE pede indeferimento do registro de Gaguim ao Senado; defesa afirma que documentação já foi entregue

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O Ministério Público Eleitoral (MPE) pediu neste domingo, 23, o indeferimento do registro de Carlos Gaguim ao Senado pelo Tocantins. O pedido está relacionado a pendências na documentação apresentada pelo candidato e não à existência de causa de inelegibilidade.

No parecer encaminhado ao Tribunal Regional Eleitoral do Tocantins (TRE-TO), o procurador regional eleitoral Rodrigo Mark Freitas afirma que a análise dos documentos não identificou nenhuma das causas de inelegibilidade previstas na Lei Complementar nº 64/1990.

A Procuradoria apontou problemas em uma certidão relativa a processo da Justiça Federal, que não teria assinatura nem código para conferência de autenticidade. Também cobrou certidões de objeto e pé de dois processos relacionados ao candidato no Superior Tribunal de Justiça (STJ). Segundo o MPE, a apresentação de decisões isoladas desses casos não substitui os documentos exigidos pela legislação eleitoral.

O próprio parecer ressalta, contudo, que a documentação faltante ainda pode ser apresentada durante a fase ordinária do processo. Caso os documentos sejam juntados e não indiquem irregularidades, a pendência poderá ser considerada sanada.

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O pedido do MPE não equivale ao indeferimento da candidatura. O registro de Gaguim ainda depende de julgamento pela Justiça Eleitoral.

A equipe jurídica de Gaguim informa que os documentos e certidões solicitados pelo Ministério Público Eleitoral já foram apresentados e estão à disposição da Justiça Eleitoral para análise.

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