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Fique ligado nos serviços que você pode pedir desligamento durante as férias

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Você, consumidor, sabia que pode pedir o desligamento de alguns serviços para conseguir economizar durante as suas viagens? Para que você aproveite sem preocupações o Procon Tocantins aponta quais os serviços podem ter suspensão temporária.

O superintendente, Rafael Pereira Parente, destaca que “Ao conhecer seus direitos como consumidores acaba se tornando mais fácil não se apertar financeiramente. Serviços como TV por assinatura, telefone fixo, energia elétrica ou o fornecimento de água podem ser suspensos, ajudando o consumidor a economizar”.

Confira a seguir as regras para cada serviço:

TV por assinatura – O assinante tem o direito de pedir a suspensão por no mínimo 30 dias e no máximo 120 dias. Desde que o consumidor esteja com o pagamento em dia, a interrupção não tem custo e pode ser feita uma vez a cada 12 meses. O pedido deve ser restabelecido em até 24 horas da solicitação do consumidor.

Telefone fixo– O pedido de suspensão pode ser feito uma vez no ano entre 30 a 120 dias e não tem custo. A reativação da linha deve ser feita em 24 horas do pedido. Caso o período de interrupção seja menor que um mês ou superior a 4 meses, a operadora pode cobrar uma taxa.

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Energia– O consumidor pode pedir a suspensão temporária da energia, porém as concessionárias cobram taxa de religação do serviço, por isso pode não valer a pena se o consumidor for passar muitos dias fora. O prazo para o fornecimento é de até 24 horas em áreas urbanas e 48 horas em regiões rurais.

Água – O consumidor deve consultar as empresas de abastecimento para saber quais são os documentos necessários para fazer o pedido, além de questionar se há custo para a religação ou desligamento da água.

“É importante que o consumidor esteja ciente que para o desligamento de água e energia é necessário estar com o pagamento em dia para a suspensão do serviço”. Ressalta Magno Silva, diretor de fiscalização.

Caso haja alguma ocorrência o consumidor pode entrar em contato com o órgão através Disque Procon 151 ou pelo WhatsApp Denúncia (63) 99216-6840.

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CRMV-TO promove orientação e conhecimento sobre a leishmaniose visceral

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Com foco na promoção de conhecimento e orientações aos profissionais, estudantes e à comunidade em geral, o Conselho Regional de Medicina Veterinária do Tocantins (CRMV-TO), por meio da Comissão de Uma Só Saúde, realizou nessa quinta-feira, 27, o primeiro webinar sobre saúde única, que abordou sobre a leishmaniose visceral no Tocantins. O webinar foi transmitido ao vivo no canal do Conselho no Youtube.

O evento foi conduzido pelo biólogo Júlio Bigeli, da Secretaria de Estado da Saúde do Tocantins (SES), o médico-veterinário Admilson Modesto, da Unidade de Vigilância de Zoonoses de Araguaína, e a bióloga Marta Malheiros, da Unidade de Vigilância e Controle de Zoonoses de Palmas. Esses profissionais atuam na linha de frente do combate à zoonose e abordaram sobre o cenário da Leishmaniose Visceral no Tocantins; ações de vigilância de casos da doença em humanos e encoleiramento canino, dentre outros temas pertinentes.

A médica-veterinária e presidente da Comissão de Uma Só Saúde do CRMV-TO, Iza Alencar, explica sobre a importância da realização desse evento.

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“Esse webinar faz parte das ações que estão sendo desenvolvidas pelo CRMV-TO no âmbito da Uma Só Saúde e tem a finalidade de divulgar este tema entre os profissionais e estudantes da medicina veterinária, zootecnia, e demais categorias da saúde humana e meio ambiente. A abordagem da Uma Só Saúde ainda é pouco conhecida e precisamos ampliar o nosso olhar para sempre atuar de forma integrada, reconhecendo as ligações existentes entre o meio ambiente, a saúde humana e a saúde animal, e crescermos quanto ao nosso papel social na saúde única”, pontuou Iza Alencar.

Entenda sobre a doença

A Leishmaniose Visceral (LV) é uma zoonose, ou seja, pode ser transmitida dos animais para o ser humano e apresenta grande relevância para a saúde pública. A doença é transmitida pelo mosquito-palha que atua como vetor e sua presença é favorecida por ambientes úmidos e ricos em matéria orgânica, como fezes de animais e acúmulos de folhas.

O cão é o principal reservatório da doença, pois ao ser acometido, torna-se fonte de alimentação e contaminação para outros vetores, mantendo assim o ciclo da doença e favorecendo a infecção também de pessoas.

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