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Operações de Repressão Qualificada

SSP/TO e Ministério da Justiça realizam 1ª Edição do Curso de Planejamento de SSP/TO e Ministério da Justiça realizam 1ª Edição do Curso de Planejamento de Operações de Repressão Qualificada

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A Secretaria da Segurança Pública do Tocantins (SSP/TO), por meio da Escola Superior de Polícia (Espol), em parceria com o Ministério da Justiça e Segurança Pública realiza na próxima segunda-feira, 10, a 1ª Edição do Curso de Planejamento de Operações de Repressão Qualificada. O curso segue até o dia 14 no auditório da Espol, em Palmas.

A qualificação visa capacitar profissionais da Segurança Pública para a compreensão dos mecanismos que envolvem a realização de uma Operação de Repressão Qualificada (ORQ), desde o planejamento  até a realização operacional simultânea.

Participarão 36 alunos do Tocantins e um do Amapá, totalizando 37 discentes entre delegados, agentes e escrivães.

“As operações de repressão qualificada fortalecem a eficácia no combate ao crime e permitem melhores resultados em tempo mais rápido. Significa aumentar a eficiência policial”, reforça o secretário da Segurança Pública do Tocantins, Wlademir Mota Oliveira.

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POLÍCIA

Ferramenta inédita desenvolvida no Tocantins para extração de dados de celulares é disponibilizada para forças de segurança de todo o país

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Uma ferramenta inédita desenvolvida no Tocantins foi disponibilizada gratuitamente para instituições de segurança pública de todo o Brasil. A tecnologia é voltada à extração de evidências digitais em aparelhos celulares apreendidos. A aplicação MOB158 foi desenvolvida pelo delegado de Polícia Civil Fellipe Crivelaro para auxiliar policiais na documentação de informações presentes em dispositivos móveis, observando os requisitos legais da cadeia de custódia digital.

O nome da ferramenta faz referência à palavra inglesa mobile (celular) e ao artigo 158 do Código de Processo Penal, que trata da cadeia de custódia das evidências. A aplicação permite realizar capturas de tela (screenshots) e gravações da tela (screen recorder) de aparelhos com sistema Android, gerando registros organizados que podem ser utilizados durante investigações criminais.

Um dos principais diferenciais do MOB158 é que todo o processo de extração é realizado em conformidade com as normas previstas nos artigos 158-A e seguintes do Código de Processo Penal, que disciplinam a preservação da cadeia de custódia das provas digitais.

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Para garantir a autenticidade das evidências coletadas, a ferramenta gera automaticamente hashes criptográficos, que funcionam como uma impressão digital única de cada arquivo produzido. Caso qualquer imagem ou vídeo seja alterado posteriormente, mesmo que minimamente, o hash também será modificado, permitindo identificar imediatamente qualquer tentativa de adulteração da prova. Esse procedimento é amplamente utilizado na perícia digital para demonstrar que o conteúdo permaneceu íntegro desde sua coleta.

Além disso, o sistema utiliza chaves PEM, padrão internacional empregado para armazenamento de certificados e chaves criptográficas. Elas permitem a assinatura digital dos arquivos produzidos, conferindo autenticidade ao material e possibilitando verificar que os registros foram gerados pela ferramenta.

Outro recurso da plataforma é a possibilidade de personalização do relatório de extração. Cada instituição pode inserir sua identidade visual, além de informações como número do procedimento policial e identificação do envelope de vestígio, facilitando a documentação e o gerenciamento da prova digital.

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