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VICE - GOVERNADOR LAUREZ MOREIRA

Vice-governador Laurez Moreira visita unidade da maior produtora de ovos no Brasil, instalada em Darcinópolis

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Após a visita ao Terminal Integrador de Palmeirante (Tipa), na manhã dessa terça-feira, 12, o vice-governador do Tocantins, Laurez Moreira, juntamente com o secretário da Indústria, Comércio e Serviços, Humberto Lima, se direcionaram para a Granja Iana, localizada no município de Darcinópolis. A unidade de produção integra o grupo Faria, maior produtor de ovos do Brasil.

O vice-governador Laurez Moreira destacou que o empreendimento é um exemplo do grande potencial que tem o Tocantins e que precisa ser desenvolvido. “Aqui é uma demonstração de que o nosso Estado pode se tornar uma das maiores potências, não só do Brasil, mas do mundo. É o que nós vimos aqui hoje, um empreendimento numa só área, de um produto que a gente muitas vezes acredita que tem pouco valor agregado. A granja Iana possui um faturamento de cerca de R$ 400 milhões por ano. Então, imagina o que nós podemos produzir, não só de ovos neste estado, mas de aves, carne suína e dentre outras proteínas”, frisou Laurez Moreira.

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A contribuição da unidade para o desenvolvimento econômico do Estado foi ressaltada pelo secretário Humberto Lima Silva. “Esse é um empreendimento que contribui muito com a nossa arrecadação, com a geração de emprego e renda para o nosso povo, e, principalmente, com o processo de desenvolvimento econômico da região”, pontuou o secretário, que também destacou que a unidade é fomentada pela Lei nº 1.695, de 2006, que concede incentivos fiscais aos complexos agroindustriais.

Iana Alimentos

De acordo com o gerente da unidade, Paolo Canedo, foi investido na granja Iana o valor de R$ 30 milhões, e hoje o faturamento é de cerca de R$ 400 milhões por ano. A granja possui 2,2 milhões de aves alojadas, conta com uma produção diária de 2.016.000 ovos, equivalente a 5.600 caixas por dia, gerando empregabilidade de mil funcionários diretos e indiretos.

A unidade, instalada no Tocantins, é a maior do Grupo Faria, com exportação para a África do Sul, Alemanha, Arábia Saudita, Bolívia, Camarões, Chile, Japão, Costa do Marfim, México, Omã, Paraguai, Senegal, Taiwan, Emirados Árabes, Uruguai e Venezuela.

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A unidade também produz 50 mil toneladas de fertilizante por ano. Um subproduto da produção de ovos.

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Contrato com BRB rendeu R$ 255 milhões ao Estado e 50% a menos de taxas; servidores continuam recebendo normalmente

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O pagamento da folha salarial do servidor do Governo do Tocantins permanece sendo executado pelo Banco de Brasília (BRB) até maio de 2030, conforme contrato assinado em 2025 pelo Estado e a instituição bancária.
A decisão do Tribunal de Contas do Estado (TCE-TO), dessa quinta-feira, 10, que impediu uma futura prorrogação do contrato, não cancela o acordo vigente nem provoca mudanças no pagamento dos servidores estaduais e demais serviços financeiros previstos. Também permanece assegurado o direito à portabilidade. Mesmo com a folha processada pelo BRB, servidores ativos, aposentados, pensionistas e demais beneficiários podem transferir seus vencimentos para a instituição financeira de sua preferência.
Em contrapartida pela operação, o BRB pagou R$ 255 milhões ao Estado, e 50% a menos de taxas nos serviços e movimentações bancárias. A Secretaria de Estado da Fazenda (Sefaz) prepara o detalhamento de sua aplicação com base nos registros oficiais da execução orçamentária.
O contrato prevê ainda até quatro saques mensais e o fornecimento de cartão magnético. Há também previsão de isenção da cesta de tarifas e da anuidade do cartão de crédito por 12 meses, condicionada ao nível de relacionamento do servidor com o banco e às regras de isenção da instituição.
Para as contas da administração direta e indireta relacionadas no acordo, estão previstas isenções sobre movimentações bancárias, emissão de extratos, manutenção de contas, cestas de serviços e renovação cadastral.
A determinação do TCE produz efeito sobre uma eventual renovação depois de maio de 2030. Ao final da vigência, o Estado deverá realizar procedimento competitivo para escolher a instituição que prestará os serviços bancários.
A Sefaz também deverá apresentar ao Tribunal, no prazo estabelecido, uma comparação atualizada entre as condições oferecidas pelo BRB, pela Caixa Econômica Federal e pelo Banco do Brasil. O levantamento deverá considerar os R$ 255 milhões recebidos, os custos, as tarifas e as condições previstas no contrato.

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