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Procon Tocantins encontra variação de até 130% nos preços dos produtos de cesta básica em Paraíso do Tocantins

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A pesquisa de preço da cesta básica foi realizada nesta quarta-feira, 30, pela Superintendência de Proteção e Defesa do Consumidor (Procon Tocantins) em estabelecimentos comerciais de Paraíso do Tocantins. Foram pesquisados os preços de 45 itens em seis empresas da cidade, entre eles estão produtos de alimentação, hortifrutigranjeiros, higiene e limpeza. O órgão de Defesa do Consumidor tem realizado essa ação como forma de orientação e auxílio ao consumidor.

Para o superintendente do Procon Tocantins, Rafael Pereira Parente, é fundamental que o consumidor esteja atento aos seus direitos para evitar maiores transtornos. “O consumidor informado não é enganado. Por isso, temos intensificado nossas ações de orientação a todos os públicos. Essa ação beneficia toda a sociedade, pois traz a média dos preços praticados no mercado”, ressalta.

É importante lembrar que a pesquisa de preço serve para orientar os consumidores das variações encontradas. Confira a pesquisa completa:  https://central.to.gov.br/download/344867

Pesquisa

O maior percentual de variação de preços foi encontrado no extrato de tomate 310 gramas que chegou a variar 130%, vendido entre R$ 2,39 e R$ 5,49.

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Em segundo lugar ficou o sabão em barra de 1 quilo, com variação de 98%, vendido entre R$ 6,50 e R$ 12,90.

E em terceiro, o tempero completo 300 gramas, com variação de 92% e preços entre R$ 2,49 e R$ 4,79.

Importante

“A pesquisa não considera a marca dos produtos, apenas o menor preço encontrado nas prateleiras de cada empresa. Cabe ressaltar que por não haver nenhuma política de tabelamento de preços dos produtos pesquisados, a intenção do Procon Tocantins com essa pesquisa é mostrar para os consumidores que com uma boa pesquisa é possível fazer economia,” pontua Magno Silva, diretor de fiscalização do órgão.

Denuncie 

O Procon Tocantins ressalta que o consumidor deve realizar a denúncia sempre que encontrar algo errado, por meio do Disque 151 ou Whats Denúncia 99216-6840.

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Contrato com BRB rendeu R$ 255 milhões ao Estado e 50% a menos de taxas; servidores continuam recebendo normalmente

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O pagamento da folha salarial do servidor do Governo do Tocantins permanece sendo executado pelo Banco de Brasília (BRB) até maio de 2030, conforme contrato assinado em 2025 pelo Estado e a instituição bancária.
A decisão do Tribunal de Contas do Estado (TCE-TO), dessa quinta-feira, 10, que impediu uma futura prorrogação do contrato, não cancela o acordo vigente nem provoca mudanças no pagamento dos servidores estaduais e demais serviços financeiros previstos. Também permanece assegurado o direito à portabilidade. Mesmo com a folha processada pelo BRB, servidores ativos, aposentados, pensionistas e demais beneficiários podem transferir seus vencimentos para a instituição financeira de sua preferência.
Em contrapartida pela operação, o BRB pagou R$ 255 milhões ao Estado, e 50% a menos de taxas nos serviços e movimentações bancárias. A Secretaria de Estado da Fazenda (Sefaz) prepara o detalhamento de sua aplicação com base nos registros oficiais da execução orçamentária.
O contrato prevê ainda até quatro saques mensais e o fornecimento de cartão magnético. Há também previsão de isenção da cesta de tarifas e da anuidade do cartão de crédito por 12 meses, condicionada ao nível de relacionamento do servidor com o banco e às regras de isenção da instituição.
Para as contas da administração direta e indireta relacionadas no acordo, estão previstas isenções sobre movimentações bancárias, emissão de extratos, manutenção de contas, cestas de serviços e renovação cadastral.
A determinação do TCE produz efeito sobre uma eventual renovação depois de maio de 2030. Ao final da vigência, o Estado deverá realizar procedimento competitivo para escolher a instituição que prestará os serviços bancários.
A Sefaz também deverá apresentar ao Tribunal, no prazo estabelecido, uma comparação atualizada entre as condições oferecidas pelo BRB, pela Caixa Econômica Federal e pelo Banco do Brasil. O levantamento deverá considerar os R$ 255 milhões recebidos, os custos, as tarifas e as condições previstas no contrato.

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