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Governo do Tocantins já respondeu a mais de 86% das manifestações de Ouvidoria este ano

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No primeiro semestre deste ano foram registradas 3.470 manifestações de ouvidoria pelo Governo do Tocantins. No mesmo período em 2022, foram registradas 2.875 manifestações, o que representa um aumento de 20,7%.  Os dados são da Ouvidoria-Geral do Estado, unidade administrativa da Controladoria-Geral do Estado (CGE-TO).

Do total de manifestações, 3.013 já foram respondidas, o que corresponde a 86,83 % dos registros. Os 13,17% restantes, representam manifestações arquivadas ou que se encontram em análise por ouvidorias setoriais com acompanhamento pela Ouvidoria-Geral.

   O secretário-chefe da CGE, José Humberto Muniz Filho, destaca que os números são reflexo das iniciativas do órgão para a promoção do controle social. “Os usuários estão cada vez mais cientes de que podem se manifestar pelos canais de ouvidoria e participar no aperfeiçoamento da gestão estadual. Ouvir a população e atender seus anseios para a melhoria dos serviços públicos é uma determinação do governador Wanderlei Barbosa”, reforça.

Também foi possível constatar, entre janeiro e junho deste ano, um tempo médio de 13,42 dias para a resposta às manifestações. O Código de Defesa do Usuário do Serviço Público (Lei federal 13.460/2017) determina um prazo de 30 dias para  responder, prorrogável de forma justificada uma única vez, por igual período.

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 Acesso à informação

Ao todo foram contabilizados 760 pedidos de acesso à informação neste primeiro semestre. O percentual de resposta aos pedidos foi de 90,53%, totalizando 688 pedidos respondidos. Quanto ao restante, encontra-se em análise pelas respectivas unidades setoriais, com acompanhamento pela Ouvidoria-Geral.

O tempo médio de resposta dos pedidos de acesso à informação foi de 11  dias,  também inferior ao determinado pela Lei de Acesso à Informação (Lei federal nº 12.527/2011) que estipula um prazo máximo de 20 dias para responder o pedido, o que pode ser prorrogado uma única vez, por mais dez dias.

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Tocantins inicia monitoramento sanitário para prevenir Influenza Aviária e Doença de Newcastle

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O Tocantins iniciou o monitoramento sanitário do plantel de aves para reforçar a prevenção e a vigilância contra a Influenza Aviária e a Doença de Newcastle. O estudo sorológico, referente ao ciclo de monitoramento 2026/2027, teve início nessa segunda-feira, 14, e será realizado em 38 propriedades selecionadas pelo Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa). O trabalho, realizado pela Agência de Defesa Agropecuária do Tocantins (Adapec), tem como objetivo detectar precocemente a circulação dos vírus e comprovar a ausência dessas enfermidades na avicultura industrial.
Do total de propriedades selecionadas, 19 são de avicultura industrial de corte e postura e outras 19 são de aves de subsistência e de produção de pequena escala. A seleção das propriedades é realizada pelo Mapa com base em estudo epidemiológico de risco.

Em cada propriedade serão amostradas 11 aves adultas. O procedimento inclui a coleta de sangue para obtenção de soro e a coleta de suabes de traqueia e cloaca. As amostras serão encaminhadas para análise laboratorial.

O monitoramento integra as ações de vigilância sanitária voltadas à detecção precoce de eventuais casos nas populações de aves domésticas e silvestres e à comprovação da ausência dessas enfermidades na avicultura industrial.

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O Tocantins é considerado livre de Influenza Aviária e de Doença de Newcastle e segue as diretrizes estabelecidas pelo Mapa para a vigilância dessas enfermidades.

Produtores rurais cujas propriedades forem selecionadas devem receber as equipes técnicas e colaborar com a realização dos procedimentos de vigilância. A participação é importante para a obtenção das amostras necessárias ao estudo e para o acompanhamento da situação sanitária dos plantéis.

Em caso de suspeita de Influenza Aviária ou Doença de Newcastle, a ocorrência deve ser comunicada imediatamente a uma unidade da Adapec ou pelo telefone 0800 000 4733.

Atenção aos sinais clínicos

Os produtores devem ficar atentos a sinais que possam indicar a ocorrência das doenças, como coriza e secreção nasal, pescoço torcido, andar cambaleante e paralisia, diarreia esverdeada e falta de apetite, além de inchaço na cabeça, crista e barbela, que podem apresentar coloração roxa ou azulada. Também deve ser observado o aumento da taxa de mortalidade ou a ocorrência de morte súbita no lote.
Municípios com propriedades selecionadas para o monitoramento

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Avicultura industrial (corte e postura): Aguiarnópolis, Cachoeirinha, Luzinópolis, Nova Rosalândia, Palmeiras do Tocantins, Paraíso do Tocantins, Santa Terezinha do Tocantins, Tocantinópolis, Araguaína, Darcinópolis, Fátima, Miracema do Tocantins, Monte Santo do Tocantins, Palmas.

Avicultura de subsistência e produção de pequena escala: Aragominas, Araguatins, Araguaçu, Araguaína, Arraias, Formoso do Araguaia, Muricilândia, Nova Olinda, Palmas, Paranã, Peixe, Pequizeiro, Rio Sono, Santa Rita do Tocantins, Taguatinga.

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