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PRESIDENTE DA ALETO

Amélio Cayres prestigia posse do novo presidente do TRE-TO e membros da mesa diretora

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O presidente da Assembleia Legislativa do Tocantins (Aleto), deputado estadual Amélio Cayres (Republicanos), participou da cerimônia de posse dos novos juízes membros do Tribunal Regional Eleitoral (TRE-TO) e eleição da nova mesa diretora nesta segunda-feira, 3. O novo membro da Corte, desembargador João Rigo Guimarães, foi eleito por aclamação como novo presidente do Tribunal.
Na ocasião, Amélio Cayres parabenizou o desembargador João Rigo pelo novo cargo e destacou a relevância da Justiça para a credibilidade e transparência eleitoral. “É um grande desafio que o desembargador têm pela frente e certamente o conduzirá com excelência como sempre trabalhou, deixando seu legado pelo bem da democracia e dos direitos eleitorais e políticos”, frisou.
Após apresentação do relatório da última gestão do desembargador Helvécio de Brito Maia Neto e sua condução ao cargo de vice-presidente, o desembargador João Rigo Guimarães foi eleito presidente do TRE-TO para o biênio 2023/2025 e falou o seu papel na gestão do TRE-TO.
 “Nosso trabalho tem como objetivo fortalecer a democracia, o estado de direito, colocando o foco na publicidade e transparência para que a Justiça Eleitoral seja cada vez mais confiável”, explicou.
O deputado Amélio Cayres também parabenizou a juíza Silvana Maria Parfieniuk, empossada como titular da Corte do Tribunal, e o juiz José Maria Lima, eleito para os cargos de Ouvidor Regional Eleitoral e Ouvidor da Mulher.

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TOCANTINS

MPE pede indeferimento do registro de Gaguim ao Senado; defesa afirma que documentação já foi entregue

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O Ministério Público Eleitoral (MPE) pediu neste domingo, 23, o indeferimento do registro de Carlos Gaguim ao Senado pelo Tocantins. O pedido está relacionado a pendências na documentação apresentada pelo candidato e não à existência de causa de inelegibilidade.

No parecer encaminhado ao Tribunal Regional Eleitoral do Tocantins (TRE-TO), o procurador regional eleitoral Rodrigo Mark Freitas afirma que a análise dos documentos não identificou nenhuma das causas de inelegibilidade previstas na Lei Complementar nº 64/1990.

A Procuradoria apontou problemas em uma certidão relativa a processo da Justiça Federal, que não teria assinatura nem código para conferência de autenticidade. Também cobrou certidões de objeto e pé de dois processos relacionados ao candidato no Superior Tribunal de Justiça (STJ). Segundo o MPE, a apresentação de decisões isoladas desses casos não substitui os documentos exigidos pela legislação eleitoral.

O próprio parecer ressalta, contudo, que a documentação faltante ainda pode ser apresentada durante a fase ordinária do processo. Caso os documentos sejam juntados e não indiquem irregularidades, a pendência poderá ser considerada sanada.

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O pedido do MPE não equivale ao indeferimento da candidatura. O registro de Gaguim ainda depende de julgamento pela Justiça Eleitoral.

A equipe jurídica de Gaguim informa que os documentos e certidões solicitados pelo Ministério Público Eleitoral já foram apresentados e estão à disposição da Justiça Eleitoral para análise.

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