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Projeto de Lei que destina terreno para construção da Cidade da Polícia Civil em Gurupi é aprovado pela Câmara de Vereadores da cidade

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Na manhã desta quinta-feira, 29, a Segurança Pública do Tocantins deu mais um passo importante para que a Polícia Civil do Tocantins passe a contar com um prédio próprio no município de Gurupi. Trata-se da aprovação, por unanimidade, na Câmara de Vereadores da cidade, do Projeto de Lei nº 030, de autoria do executivo municipal, que autoriza a Prefeitura a doar ao Governo do Estado, dois lotes de 900 m² que serão destinados à construção do futuro prédio da Cidade da Polícia Civil de Gurupi.

 

As tratativas para que a Prefeitura de Gurupi pudesse fazer a cessão de um terreno para o Governo do Estado, no sentido de viabilizar a construção da Cidade da Polícia em Gurupi, iniciaram ainda no ano de 2022, mais precisamente no dia 5 de dezembro, quando o delegado-regional Joadelson Rodrigues encaminhou ofício à prefeita Josi Nunes, pleiteando a doação dos lotes que estão localizados no Setor União 5, no centro de Gurupi.

 

“Por entendermos a necessidade de que a Polícia Civil do Tocantins possa contar com sede própria, na cidade de Gurupi, iniciamos esse movimento junto ao executivo municipal, para que um terreno pudesse ser disponibilizado à Segurança Pública para esse fim. Nesse sentido, contamos com total apoio do secretário da Segurança Pública,  Wlademir Mota Oliveira, que de pronto, encampou a ideia e entrou em contato com a prefeita Josi Nunes, fornecendo as garantias necessárias para a construção do prédio da PC-TO, em Gurupi”, explicou a autoridade policial.

 

Estrutura Melhor

Importante ressaltar que a construção do prédio da Cidade da Polícia Civil, em Gurupi, representará, além da melhora na estrutura e nas acomodações das mais de dez delegacias que atualmente funcionam no imóvel locado, uma economia aos cofres públicos de cerca de R$ 20 mil, que é o valor atualmente pago com a locação do prédio.

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“Já temos um projeto para a construção das futuras instalações da Polícia Civil em Gurupi e que contempla mais de dez delegacias com toda a infraestrutura voltada para atender as necessidades dos policiais civis, demais servidores  que trabalham nas unidades”, disse o delegado Joadelson. Além disso, com a ampliação dos espaços, também será possível prestar um atendimento com ainda mais qualidade à população que procura os serviços da Polícia Civil todos os dias.

 

O projeto de instalação da Polícia Civil em Gurupi também prevê que expansão de unidades e construção de novas Delegacias possam ser implementadas, em consonância com o crescimento da cidade e a necessidade do serviço policial.

 

Parceria

Para o secretário  da SSP,  Wlademir Mota Oliveira, a aprovação do projeto de lei pela Câmara de Vereadores de Gurupi demonstra o comprometimento dos parlamentares e da prefeita Josi Nunes com a segurança pública.

 

“Gostaria de agradecer o empenho, a dedicação e a sensibilidade da prefeita Josi Nunes, entendendo a necessidade do fortalecimento da Polícia Civil. Também quero estender os agradecimentos aos nobres parlamentares da Câmara de Vereadores que em um gesto muito nobre, aprovaram por unanimidade esse projeto que é tão importante para a cidade, uma vez que a Segurança Pública é dever do Estado, mas é de responsabilidade de todos”, destacou o gestor da SSP-TO.

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O delegado-geral da Polícia Civil do Tocantins, Claudemir Luiz Ferreira, elogiou a aprovação do projeto e ressaltou que o fortalecimento da Polícia Civil tem por única e exclusiva finalidade a proteção do cidadão, visto que a 7ª Delegacia Regional de Gurupi, atende no total a 17 cidades circunvizinhas que também serão diretamente beneficiadas pela obras.

 

“A aprovação nos deixa muito felizes, pois entendemos que uma Polícia Civil mais forte se faz com a participação de todos, por isso, os dois lotes que foram doados ao Estado serão muito bem aproveitados e passarão em um futuro próximo a abrigar a sede da Polícia Civil em Gurupi. Dessa forma, agradeço a gestora municipal, Josi Nunes, que enviou o projeto à Câmara Municipal e também aos vereadores que acolheram e deram mais esse voto de confiança a Polícia Civil do Tocantins”, destacou.

 

Por fim, o delegado Joadelson ressaltou a importância do ato, pois há muitos anos, a Polícia Civil sonha em construir sua sede própria em Gurupi. “A votação realizada na manhã de hoje da Câmara Municipal é emblemática, pois marca o primeiro passo concreto para que a Cidade da Polícia de Gurupi, venha a se tornar realidade em nossa cidade. Agradeço o empenho da prefeita Josi Nunes, dos vereadores, do nosso delegado-geral Claudemir, da diretora de polícia do Interior, Ana Carolina Coelho Marinho, de todos os policiais civis integrantes da 7ª DRPC, que muito contribuíram para o desfecho favorável desse pleito e, sobretudo, do nosso secretário Wlademir que não mediu esforços para que esse projeto viesse a ser aprovado”, concluiu o delegado-regional.

 

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TOCANTINS

Rastreia/TO avança para etapa prática com identificação de 250 bovinos em Tabocão

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Atividade integra Prova de Conceito que testa procedimentos, equipamentos e tecnologias para implantação da rastreabilidade individual de bovinos e bubalinos no Tocantins

A implantação do Rastreia/TO avançou para uma nova etapa na terça-feira, 22, com a realização de atividade prática da Prova de Conceito (PoC) na Fazenda Tupã, da Motta Agropecuária, em Tabocão. Durante o trabalho de campo, 250 bovinos machos, com aproximadamente 18 meses de idade, receberam identificação individual por meio de brincos visuais e eletrônicos, com leitura por tecnologia RFID e registro das informações em sistema digital.

A atividade reuniu equipes técnicas envolvidas na implantação do programa, coordenado pela Secretaria de Estado da Agricultura e Pecuária (Seagro), com execução técnica conjunta da Agência de Defesa Agropecuária (Adapec) e do Instituto de Desenvolvimento Rural do Tocantins (Ruraltins).

O Rastreia/TO integra a política estadual de identificação individual e rastreabilidade de bovinos e bubalinos, instituída pelo Decreto nº 7.164, de 13 de maio de 2026. O trabalho busca testar, em condições reais, procedimentos que permitam acompanhar individualmente os animais e organizar informações relacionadas à origem, movimentação e demais registros da cadeia produtiva.

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Capacitação antecedeu atividade em campo

A prática ocorreu após a capacitação realizada na segunda-feira, 21, em Palmas. A programação preparou técnicos, extensionistas e demais participantes para os procedimentos previstos nesta fase do Rastreia/TO.

Foram apresentadas orientações sobre a Prova de Conceito, boas práticas de identificação animal, utilização dos brincos e equipamentos de aplicação, operação dos leitores eletrônicos e registro das informações no aplicativo RadarBov.

A Prova de Conceito foi estruturada como um teste controlado, com previsão de quatro meses de acompanhamento. O escopo contempla 21 propriedades rurais, entre pequenas, médias e grandes, e aproximadamente 5,3 mil animais.

Além das propriedades participantes, o teste prevê acompanhamento em outros pontos da cadeia produtiva, incluindo revenda agropecuária, leilão e frigorífico. O objetivo é verificar o funcionamento da identificação e da leitura dos animais em diferentes etapas antes do avanço das próximas fases de implantação.

Comitê Gestor do Rastreia/TO

Também na segunda-feira, 21, foi publicada no Diário Oficial do Estado, a Portaria que designa os integrantes do Comitê Gestor do Programa de Rastreabilidade de Bovinos e Bubalinos do Estado do Tocantins, formado pela Seagro, Secretaria de Estado do Meio Ambiente e Recursos Hídricos (Semarh), Adapec, Ruraltins e Instituto Natureza do Tocantins (Naturatins).

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As atribuições incluem, definir diretrizes, prioridades e metas estratégicas do programa, acompanhar indicadores e resultados da implantação, aprovar o planejamento anual e propor ajustes técnicos, operacionais e institucionais.

A cadeia produtiva é representada pela Associação Tocantinense de Novilho Precoce (ATNP), Sindicato das Indústrias Frigoríficas de Carnes e Derivados do Estado do Tocantins (Sindicarne), Federação da Agricultura e Pecuária do Estado do Tocantins (Faet/Senar) e Associação dos Criadores de Nelore do Tocantins (ACNT).

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