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Capacitação

Secretários do Estado participam do 1º dia de capacitação sobre a nova lei de licitações

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Com presença de todos os gestores dos órgãos do Executivo Estadual, iniciou na tarde desta quarta-feira, 21, no auditório do Palácio Araguaia, o 1º dia de treinamento sobre a nova lei de licitações. O evento que tem como tema “Governança em foco – Uma agenda sobre a nova lei de licitações”, tem como propósito principal, a discussão sobre os procedimentos técnicos relacionados às contratações públicas contidas na Lei federal 14.133/21.

O evento foi elaborado em uma parceria entre a Secretaria de Estado da Administração (Secad), Secretaria de Estado da Fazenda (Sefaz), com o apoio da Universidade Estadual do Tocantins (Unitins) e Conselho de Governança Pública do Estado do Tocantins (CGOV), terá a duração de dois dias, e encerra-se na manhã da próxima quinta-feira, 22, e teve como convidado especial o conferencista e Mestre em Direito, professor Jorge Ulisses Jacoby Fernandes.

“É muito importante compreender a nova lei de solicitações que ela começa ordenando, que a alta administração é que institua governança, e não é melhor caminho do que reunir os gestores mais importantes do Estado como este evento para nós fazemos uma explicação da atuação estratégica em relação à nova lei de licitações, cuja vigência foi postergada para início de 2024”, disse o palestrante, Jacoby Fernandes.

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O conferencista destaca que, por mais que a nova lei de licitações e contratos ainda não esteja em vigência, ela já pode ser usada. “A maioria dos Estados, inclusive, já estão usando a nova lei de licitações e contratos. No entanto, pelo fato da nova lei de contratos e licitações exigir maior profissionalização do servidor, alguns gestores possuem uma certa resistência por ela.

Para o secretário da Administração, Paulo César Benfica Filho, a qualificação do Servidor é obrigação básica da Secad, conforme tem na Unicet e na Escola de Governo. “Em regra, a gente capacita os Servidores Gerais do Estados. Só que hoje, neste evento, estamos capacitando a alta gestão das Pastas. Uma vez que”, destaca o gestor.

Já o secretário da Fazenda, Júlio Edstron Secundino Santos, destacou que o evento “trata-se de uma oportunidade para todos se atualizarem quanto às regras a serem obedecidas e aos mecanismos de controle nas contratações”.

 

Palestrante Jacoby Fernandes

Jorge Ulisses Jacoby Fernandes é advogado, professor de direito administrativo, escritor, consultor,  Mestre em Direito pela Universidade Federal de Pernambuco – UFPE, palestrante nacional e internacional, e é ministrante de diversos cursos em todo o país. E, também, é  autor das obras: Contratação Direta sem Licitação, Tomada de Contas Especial, Sistema de

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Contrato com BRB rendeu R$ 255 milhões ao Estado e 50% a menos de taxas; servidores continuam recebendo normalmente

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O pagamento da folha salarial do servidor do Governo do Tocantins permanece sendo executado pelo Banco de Brasília (BRB) até maio de 2030, conforme contrato assinado em 2025 pelo Estado e a instituição bancária.
A decisão do Tribunal de Contas do Estado (TCE-TO), dessa quinta-feira, 10, que impediu uma futura prorrogação do contrato, não cancela o acordo vigente nem provoca mudanças no pagamento dos servidores estaduais e demais serviços financeiros previstos. Também permanece assegurado o direito à portabilidade. Mesmo com a folha processada pelo BRB, servidores ativos, aposentados, pensionistas e demais beneficiários podem transferir seus vencimentos para a instituição financeira de sua preferência.
Em contrapartida pela operação, o BRB pagou R$ 255 milhões ao Estado, e 50% a menos de taxas nos serviços e movimentações bancárias. A Secretaria de Estado da Fazenda (Sefaz) prepara o detalhamento de sua aplicação com base nos registros oficiais da execução orçamentária.
O contrato prevê ainda até quatro saques mensais e o fornecimento de cartão magnético. Há também previsão de isenção da cesta de tarifas e da anuidade do cartão de crédito por 12 meses, condicionada ao nível de relacionamento do servidor com o banco e às regras de isenção da instituição.
Para as contas da administração direta e indireta relacionadas no acordo, estão previstas isenções sobre movimentações bancárias, emissão de extratos, manutenção de contas, cestas de serviços e renovação cadastral.
A determinação do TCE produz efeito sobre uma eventual renovação depois de maio de 2030. Ao final da vigência, o Estado deverá realizar procedimento competitivo para escolher a instituição que prestará os serviços bancários.
A Sefaz também deverá apresentar ao Tribunal, no prazo estabelecido, uma comparação atualizada entre as condições oferecidas pelo BRB, pela Caixa Econômica Federal e pelo Banco do Brasil. O levantamento deverá considerar os R$ 255 milhões recebidos, os custos, as tarifas e as condições previstas no contrato.

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