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Pesquisa do Procon Tocantins aponta variação de 83% nos preços dos produtos de Páscoa

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É celebrado no próximo domingo, 9, a festa da Páscoa e os estabelecimentos comerciais estão cheios de opções de ovos de chocolate e demais produtos relativos a esta data. O Procon Tocantins realizou pesquisa de preço em Palmas, nessa segunda-feira, 3, para ajudar o consumidor a decidir pelo melhor custo benefício na hora de fazer as compras.

Ao todo foram pesquisados os preços de 83 itens, de 11 marcas diferentes em seis empresas da Capital. Entre os produtos pesquisados estão ovos de páscoa, caixas de bombons e colomba pascal. A maior variação encontrada foi de 83,47%. Confira a pesquisa completa no https://central.to.gov.br/download/324151

O objetivo da pesquisa é permitir que o consumidor possa decidir de casa qual o local que oferece um preço mais acessível. Além disso, a proposta é fazer com que os estabelecimentos comerciais, com a divulgação da pesquisa, pratiquem os preços justos.

A colomba de páscoa de frutas cristalizadas de 100 gramas, apresentou o maior percentual de variação de preços. Fiscais do Procon Tocantins, identificaram o produto sendo vendido entre R$ 5,99 a R$ 10,99. Uma variação de 83,47%.

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Já o ovo de chocolate da Barbie Sereia de 166 gramas, apresentou uma variação de 69,24%, vendido entre R$ 51,99 a R$ 87,99. A terceira maior variação, foi a caixa de bombom sortidos 250 gramas, vendida entre R$ 8,49 a R$ 13,99 o que representa um percentual de 64,78%.

O superintendente do Procon Tocantins, Rafael Pereira Parente, destaca que é válido ressaltar que os valores apontados na pesquisa do Procon Tocantins, se referem aos encontrados no dia em que o levantamento foi realizado. “É possível que, no momento da compra, o consumidor possa se deparar com alteração, por conta de eventuais descontos, ofertas, promoções e reajustes”, alerta o gestor.

Fique atento

O Procon Tocantins orienta que o consumidor faça uma comparação entre os preços em diferentes estabelecimentos e também considere a relação qualidade, peso e preço do item a ser adquirido. O consumidor também deve observar o local onde o produto é armazenado e verificar a limpeza do ambiente. O chocolate deve ficar longe de itens ou artigos de limpeza e de fontes de calor. Em hipótese nenhuma o consumidor não deve comprar produtos com rótulos danificados ou pouco legíveis.

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Algumas informações são obrigatórias na embalagem e devem ser observadas com atenção como: prazo de validade, composição e peso líquido do produto. Nos ovos que contêm brinquedos, o consumidor deve verificar na embalagem se está estampada a frase “Atenção: contém brinquedo certificado no âmbito do Sistema Brasileiro da Avaliação da Conformidade”. Também é obrigatória a indicação de faixa etária ou, se for o caso, frase que informe que não existe restrição de faixa etária.

O brinquedo deve ter o selo do Inmetro em sua embalagem, identificação do fabricante (nome, CNPJ, endereço), importador (caso o brinquedo seja importado), instruções de uso e de montagem, e eventuais riscos que possam apresentar à criança.

Produtos artesanais

Os artigos artesanais devem seguir as mesmas regras de comercialização dos industrializados. E no caso dos produtos importados são obrigados ainda a apresentar informações em língua portuguesa, como identificação do fabricante e importador, país de origem, prazo de validade, composição, volume/quantidade, registro no órgão competente e outras informações obrigatórias.

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Contrato com BRB rendeu R$ 255 milhões ao Estado e 50% a menos de taxas; servidores continuam recebendo normalmente

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O pagamento da folha salarial do servidor do Governo do Tocantins permanece sendo executado pelo Banco de Brasília (BRB) até maio de 2030, conforme contrato assinado em 2025 pelo Estado e a instituição bancária.
A decisão do Tribunal de Contas do Estado (TCE-TO), dessa quinta-feira, 10, que impediu uma futura prorrogação do contrato, não cancela o acordo vigente nem provoca mudanças no pagamento dos servidores estaduais e demais serviços financeiros previstos. Também permanece assegurado o direito à portabilidade. Mesmo com a folha processada pelo BRB, servidores ativos, aposentados, pensionistas e demais beneficiários podem transferir seus vencimentos para a instituição financeira de sua preferência.
Em contrapartida pela operação, o BRB pagou R$ 255 milhões ao Estado, e 50% a menos de taxas nos serviços e movimentações bancárias. A Secretaria de Estado da Fazenda (Sefaz) prepara o detalhamento de sua aplicação com base nos registros oficiais da execução orçamentária.
O contrato prevê ainda até quatro saques mensais e o fornecimento de cartão magnético. Há também previsão de isenção da cesta de tarifas e da anuidade do cartão de crédito por 12 meses, condicionada ao nível de relacionamento do servidor com o banco e às regras de isenção da instituição.
Para as contas da administração direta e indireta relacionadas no acordo, estão previstas isenções sobre movimentações bancárias, emissão de extratos, manutenção de contas, cestas de serviços e renovação cadastral.
A determinação do TCE produz efeito sobre uma eventual renovação depois de maio de 2030. Ao final da vigência, o Estado deverá realizar procedimento competitivo para escolher a instituição que prestará os serviços bancários.
A Sefaz também deverá apresentar ao Tribunal, no prazo estabelecido, uma comparação atualizada entre as condições oferecidas pelo BRB, pela Caixa Econômica Federal e pelo Banco do Brasil. O levantamento deverá considerar os R$ 255 milhões recebidos, os custos, as tarifas e as condições previstas no contrato.

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