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Sepot participa de Oficina Participativa com o povo Apinajé sobre o Programa Jurisdicional de REDD+ do Tocantins

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A Secretaria de Estado dos Povos Originários e Tradicionais (Sepot) participou, nesta terça-feira, 27, da Oficina Participativa de Consulta Livre, Prévia e Informada (CLPI) com o povo Apinajé, realizada na Aldeia São José, no município de Tocantinópolis. A atividade integra o processo de implementação do Programa Jurisdicional de REDD+ do Tocantins.

O secretário de Estado dos Povos Originários e Tradicionais, Ercivaldo Damsokekwa Calixto Xerente, acompanhou as discussões e reforçou o compromisso do Governo do Tocantins com o diálogo transparente, o respeito aos protocolos próprios dos povos indígenas e a garantia do direito à consulta.

A oficina teve duração de quatro dias, conforme pactuado previamente com as lideranças Apinajé durante reunião realizada em setembro de 2024. A programação incluiu momentos de abertura, apresentação de informações técnicas, escuta qualificada, participação comunitária e decisões internas do povo Apinajé sobre o tema.

O encontro contou com a participação de lideranças do povo Apinajé, entre elas José Eduardo Apinajé, da Associação Pempxà, e Oscar Wanhme Apinajé, da Associação Wyty Cate, além do acompanhamento da Articulação dos Povos Indígenas do Tocantins (ARPIT), representada por Antonio Marcos Leal Karajá, e de representantes da Fundação Nacional dos Povos Indígenas (Funai).

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A participação da Sepot no evento reafirma a importância do trabalho interinstitucional para o fortalecimento do diálogo com os territórios, para a escuta dos povos originários e o encaminhamento responsável das demandas apresentadas no âmbito das políticas públicas que impactam diretamente seus espaços e modos de vida.

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CRMV-TO reforça cuidados após caso de raiva animal em Palmas

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O Conselho Regional de Medicina Veterinária do Tocantins (CRMV-TO) divulgou nesta segunda-feira, 24, uma nota explicativa com uma série de orientações para os profissionais médicos-veterinários que atuam na área clínica de pequenos e grandes animais, bem como a população em geral, sobre os cuidados de vigilância e reforço nas medidas de biossegurança, em virtude da confirmação de caso de raiva animal, divulgado pela Secretaria Municipal de Saúde de Palmas (Semus), na última quinta-feira, 20.

A raiva é uma zoonose que acomete mamíferos e pode ser encontrada em cães e gatos; em herbívoros como bovinos, equinos e suínos, além de animais silvestres, podendo inclusive ser transmitida ao ser humano. A transmissão ocorre através do contato com a saliva do animal infectado e por meio de mordidas e arranhões.

Entenda o Caso

Segundo informações oficiais divulgadas pela Semus, a doença foi confirmada em uma cadela de oito meses no município de Palmas, que não havia sido vacinada. O animal apresentou os sinais clínicos da doença e evoluiu para óbito. A infecção pelo vírus da raiva foi confirmada após análise laboratorial.

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Medidas de Prevenção

Mediante suspeitas da doença, o CRMV-TO orienta que os profissionais e a população reduzam ao mínimo a manipulação do animal e o contato dele com pessoas e outros animais. Devem ser utilizados equipamentos de proteção individual, principalmente luvas, além de medidas de contenção e isolamento, visando reduzir a possibilidade de mordeduras, arranhaduras e contato com saliva ou outras secreções.

Em caso de contato com animais desconhecidos ou com suspeita da doença, deve lavar imediatamente o local com água e sabão e procurar a unidade de saúde mais próxima para informar o ocorrido.

Importante ressaltar que a raiva é uma doença grave e fatal, podendo ser prevenida através da vacinação anual dos animais. Por isso, o CRMV-TO reforça que a população e produtores rurais sigam atentamente o calendário de vacinação dos animais.

Sintomas em Animais

Os animais infectados podem apresentar mudança súbita de comportamento; agressividade ou apatia incomum; dificuldade de deglutição; salivação excessiva; andar cambaleante; paralisia. Caso observado algum desses sintomas em animais de estimação, comunicar imediatamente à Unidade de Vigilância e Controle de Zoonoses (UVCZ) e se for observado em animais de produção da zona rural, a comunicação deve ser feita no escritório mais próximo da Agência de Defesa Agropecuária do Tocantins (Adapec).

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