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SECRETARIA DE CULTURA

Secretaria da Cultura recebe computadores e novo mobiliário da Secretaria da Administração

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A manhã desta quarta-feira, 21, foi marcada pela entrega de 45 computadores, cinco notebooks e de  mobiliário pela Secretaria da Administração do Tocantins (Secad) às secretarias da Cultura (Secult), dos Povos Originários e Tradicionais (Sepot), da Mulher (SecMulher) e da Pesca e Aquicultura (Sepea) em uma cerimônia realizada na sede das quatro pastas. Estiveram presentes o secretário da Administração Paulo César Benfica, os secretários/as Tião Pinheiro (Cultura), Berenice de Fátima (Mulher), Miyuki Hyashida (Pesca e Aquicultura) e Narubia Werreria, (Povos Originários e Tradicionais), além de servidores de diversos setores das secretarias.

Dentre os móveis destinados para a Secult, foram entregues 36 poltronas, 3 sofás, 15 armários, em modelos altos e baixos, 24 gaveteiros e 25 mesas, em um investimento de R$ 120.000,00. O mobiliário será utilizado pela equipe de servidores da secretaria, que completa um ano de criação no dia 2 de março.

“Recebemos hoje da Secad mais um exemplo do suporte que o Governo do Estado tem nos dado, com a entrega de móveis e computadores que serão utilizados pelos nossos servidores, nas secretarias da Cultura, Povos Originários e Tradicionais, Mulher, Pesca e Aquicultura, que proporcionam condições de oferecer um trabalho melhor para a comunidade”, disse o secretário da Cultura Tião Pinheiro, durante a entrega.

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“É uma determinação do governador Wanderlei Barbosa essa qualidade no serviço público e a qualidade reverbera no servidor satisfeito. O servidor satisfeito vem com computador, que chegou hoje, vem com móveis e com espaço melhor para atender a população. Agradeço ao Tião pela parceria e reforço que a Secad é parceira da Cultura e de todas as secretarias”, finalizou o secretário da Administração Paulo César Benfica.

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TOCANTINS

Contrato de colaboração financeira com o BNDES formaliza execução de mais de R$ 56 milhões do Fundo Amazônia no Tocantins

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O Contrato de Colaboração Financeira Não Reembolsável entre o Estado do Tocantins e o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) foi assinado nessa segunda-feira, 3, por intermédio da Secretaria de Estado do Meio Ambiente e Recursos Hídricos (Semarh). O instrumento prevê a aplicação de mais de R$ 56 milhões, provenientes do Fundo Amazônia, para a execução do Projeto de Fortalecimento da Gestão Ambiental (SustenTO).

Os valores previstos no contrato serão aplicados no Cadastro Ambiental Rural (CAR), na evolução do Sistema de Cadastro Ambiental Rural (Siggar 2.0), no monitoramento por imagens de satélite, no desenvolvimento do Centro de Inteligência Geográfica em Gestão do Meio Ambiente (Cigma) e na atualização do Sistema Informatizado do ICMS Ecológico (Siseco), além de ser destinado à aquisição de veículos, equipamentos, drones, computadores e tecnologias para o monitoramento ambiental.

O projeto também abrange o Sistema de Informação dos Serviços da Assistência Técnica e Extensão Rural (Rurater), equipamentos destinados às atividades de prevenção e combate aos incêndios florestais das brigadas do Instituto Natureza do Tocantins (Naturatins) e sensores para monitoramento da qualidade do ar.

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Etapas técnicas e jurídicas

A assinatura do contrato ocorreu após a conclusão das etapas técnicas, administrativas e jurídicas relacionadas à elaboração e à aprovação da proposta, conforme os critérios de governança estabelecidos pelo Ministério do Meio Ambiente e Mudança do Clima e pelo BNDES.

Após a aprovação do projeto, realizada ao término das etapas técnicas de análise da proposta, teve início a etapa de formalização do contrato, que incluiu a análise jurídica quanto à necessidade de autorização legislativa para sua celebração.

A análise jurídica realizada pela Semarh, pela Secretaria de Estado do Planejamento e Orçamento (Seplan) e pela Procuradoria-Geral do Estado (PGE/TO) considerou que o contrato possui natureza de colaboração financeira não reembolsável, caracterizada como doação, e não como operação de crédito. O entendimento foi acolhido pelo BNDES, possibilitando a formalização do contrato e a execução dos recursos do Fundo Amazônia, em conformidade com as normas de responsabilidade fiscal e o ordenamento jurídico.

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