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Procon Tocantins encontra variação de até 277% nos preços de materiais escolares em Paraíso do Tocantins

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O Procon Tocantins realizou, entre os dias 22 e 23, uma pesquisa de preços de materiais escolares em papelarias do município de Paraíso do Tocantins. O levantamento analisou 49 itens em três estabelecimentos comerciais, com o objetivo de orientar os consumidores neste período de compras para o início do ano letivo.

Entre os produtos pesquisados estão cadernos, lápis, lapiseiras, canetas, marca-texto, corretivos, borrachas, massa de modelar, giz de cera, tinta para pintura a dedo, cola bastão, apontadores, réguas, tesouras, papel, pincéis e tinta guache.

“Comparar preços antes de efetuar a compra é fundamental para evitar gastos excessivos. Muitas vezes, o mesmo produto pode ser encontrado com diferenças significativas de valores em estabelecimentos próximos, o que impacta diretamente no orçamento das famílias”, destaca o superintendente do Procon Tocantins, Euclides Correia.

A maior variação de preços foi identificada na caneta esferográfica cristal bold 1,6 mm, da marca Bic, que apresentou diferença de 277,78%, sendo comercializada por valores que variaram entre R$ 2,25 e R$ 8,50. Em seguida, o marca-texto da marca Pilot registrou variação de 141,18%, com preços entre R$ 8,50 e R$ 20,50. Já a borracha ponteira látex branca, da marca Mercur, apresentou variação de 100%, sendo encontrada por valores entre R$ 0,50 e R$ 1,00.

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O diretor de fiscalização, Magno Silva, reforça que a pesquisa vai além da identificação do menor preço. “O levantamento permite que o consumidor avalie não apenas o valor, mas também a marca, a qualidade do produto e as condições de pagamento oferecidas. Com essas informações, é possível planejar melhor as compras e garantir o melhor custo-benefício”, afirma.

O Procon Tocantins orienta ainda que os consumidores fiquem atentos às informações claras sobre preços, formas de pagamento e políticas de troca, conforme determina o Código de Defesa do Consumidor (CDC).

A pesquisa completa está disponível por meio do link:https://central.to.gov.br/download/462100

Denuncie
O Procon Tocantins reforça que o consumidor pode procurar o órgão em caso de dúvidas ou irregularidades, garantindo seus direitos previstos no Código de Defesa do Consumidor. As denúncias podem ser feitas pelo WhatsApp (63) 9 9216-6840 ou pelo Disque 151.

Atenciosamente,

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Contrato de colaboração financeira com o BNDES formaliza execução de mais de R$ 56 milhões do Fundo Amazônia no Tocantins

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O Contrato de Colaboração Financeira Não Reembolsável entre o Estado do Tocantins e o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) foi assinado nessa segunda-feira, 3, por intermédio da Secretaria de Estado do Meio Ambiente e Recursos Hídricos (Semarh). O instrumento prevê a aplicação de mais de R$ 56 milhões, provenientes do Fundo Amazônia, para a execução do Projeto de Fortalecimento da Gestão Ambiental (SustenTO).

Os valores previstos no contrato serão aplicados no Cadastro Ambiental Rural (CAR), na evolução do Sistema de Cadastro Ambiental Rural (Siggar 2.0), no monitoramento por imagens de satélite, no desenvolvimento do Centro de Inteligência Geográfica em Gestão do Meio Ambiente (Cigma) e na atualização do Sistema Informatizado do ICMS Ecológico (Siseco), além de ser destinado à aquisição de veículos, equipamentos, drones, computadores e tecnologias para o monitoramento ambiental.

O projeto também abrange o Sistema de Informação dos Serviços da Assistência Técnica e Extensão Rural (Rurater), equipamentos destinados às atividades de prevenção e combate aos incêndios florestais das brigadas do Instituto Natureza do Tocantins (Naturatins) e sensores para monitoramento da qualidade do ar.

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Etapas técnicas e jurídicas

A assinatura do contrato ocorreu após a conclusão das etapas técnicas, administrativas e jurídicas relacionadas à elaboração e à aprovação da proposta, conforme os critérios de governança estabelecidos pelo Ministério do Meio Ambiente e Mudança do Clima e pelo BNDES.

Após a aprovação do projeto, realizada ao término das etapas técnicas de análise da proposta, teve início a etapa de formalização do contrato, que incluiu a análise jurídica quanto à necessidade de autorização legislativa para sua celebração.

A análise jurídica realizada pela Semarh, pela Secretaria de Estado do Planejamento e Orçamento (Seplan) e pela Procuradoria-Geral do Estado (PGE/TO) considerou que o contrato possui natureza de colaboração financeira não reembolsável, caracterizada como doação, e não como operação de crédito. O entendimento foi acolhido pelo BNDES, possibilitando a formalização do contrato e a execução dos recursos do Fundo Amazônia, em conformidade com as normas de responsabilidade fiscal e o ordenamento jurídico.

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