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Parceria entre Governo do Estado e Energisa fará do Tocantins o primeiro do Brasil em percentual de escolas estaduais climatizadas com ar-condicionado

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O Governo do Tocantins e a Energisa firmaram parceria para garantir a climatização com ar-condicionado de todas as escolas urbanas da rede estadual. O encontro foi realizado nesta quinta-feira, 27, na sede da Secretaria de Estado da Educação (Seduc), com a participação do titular da pasta, Fábio Vaz, e representantes da Energisa.

A rede estadual de ensino conta com 348 escolas urbanas, estando 123 destas climatizadas com ar-condicionado. Com isso, o Tocantins já é o segundo do ranking nacional em número de escolas climatizadas, incluindo as que possuem ar-condicionado e climatizadores.

De acordo com o secretário de Estado da Educação, o objetivo é que o Tocantins seja a unidade da federação com o maior percentual de escolas com ar-condicionado, ainda neste ano.

“O clima do nosso estado exige a climatização para promovermos um ambiente termicamente confortável para estudantes e servidores. Estamos nessa parceria forte com a Energisa, que tem esse olhar social, e que está nos permitindo executar esse projeto para que o Tocantins seja o primeiro do Brasil, com mais de 90% das nossas escolas urbanas totalmente climatizadas com ar-condicionado, já no início do segundo semestre de 2025”, enfatizou.

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A parceria com a Energisa viabilizará a instalação de transformadores e o aumento de carga energética, necessários para a instalação dos equipamentos.

“A Energisa vai estar sempre à disposição para atender com energia elétrica e gerar o conforto para um melhor aprendizado. Estamos aqui unindo forças para atender a comunidade”, assegurou o diretor-presidente da  Energisa, Alessandro Brum.

Para alcançar a meta de universalizar a climatização das escolas urbanas estaduais, o Governo do Tocantins vai adquirir transformadores e aparelhos de ar-condicionado, além de realizar obras de reformas elétrica em 112 escolas para que possam receber a instalação dos equipamentos.

“Apesar dos esforços do estado, muitas escolas ainda não estão climatizadas devido a essa incapacidade energética da rede e da infraestrutura elétrica das unidades que não suportam a instalação de ar-condicionado em todas as salas. Hoje damos um passo significativo para a execução desse projeto em parceria com a Energisa e estamos confiantes de que o Tocantins será o estado com o maior percentual de escolas climatizadas, garantido um ambiente agradável para estudantes e servidores em todo o território tocantinense”, ressaltou o secretário Fábio Vaz.

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Primeira Habilitação: Detran/TO explica obrigatoriedade do exame toxicológico para as categorias A e B

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O Governo do Tocantins, por meio do Departamento Estadual de Trânsito (Detran/TO), informa que está valendo a exigência do exame toxicológico para a emissão da primeira Carteira Nacional de Habilitação (CNH) nas categorias A (moto) e B (carro), conforme a lei 15.153/2025, que alterou o Código de Trânsito Brasileiro (CTB).

 Com isso, os usuários que pretendem tirar a primeira habilitação devem apresentar resultado negativo no exame, que tem o objetivo de detectar o uso de substâncias psicoativas (drogas) pelos condutores para verificar se eles estão aptos a dirigir e não venham se envolver ou causar sinistros de trânsito.

Os exames que deram resultado positivo devem repetir o teste após 90 dias contados da data da coleta. O candidato não perde o processo, que segue até o momento que o resultado negativo tiver sido lançado no sistema.

 Quem está obrigado a fazer o exame?

 A exigência do toxicológico vale para candidatos das categorias A e B que deram início a obtenção da habilitação a partir do dia 16 de maio de 2026, independentemente se exercem atividade remunerada ou não. Os processos que foram iniciados antes desta data seguem sem a exigência do exame.

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 Como e onde fazer o toxicológico?

 O exame é feito diretamente em clínicas credenciadas pela Secretaria Nacional de Trânsito (Senatran), sem a necessidade de ir à unidade do Detran/TO. Confira a lista das clínicas e contato.

A detecção das substâncias é feita a partir da coleta de sangue, amostras de cabelo, pele ou unhas, que podem ser usadas no teste e são capazes de identificar se o condutor fez o uso de alguma substância proibida, como drogas.

Após a realização do exame, a clínica lança o toxicológico no registro nacional de condutores habilitados, a qual o Detran/TO terá acesso.

 Momento para realização do exame

 Diferente das categorias C, D e E, o toxicológico para as categorias A e B pode ser feito em qualquer etapa do processo, desde que seja realizado antes da emissão da CNH provisória, uma vez que o documento depende do exame.

 Validade

 Para os casos específicos das categorias A e B, o exame não tem validade e não precisará ser atualizado após a emissão da habilitação provisória, como nas situações das categorias C, D e E, que refazem o exame a cada dois anos e meio.

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 Atenção! Nem todo toxicológico é válido

 O órgão reforça que serão aceitos somente exames toxicológicos, cuja finalidade específica seja para realizar processos referentes à habilitação. Os exames solicitados por outras empresas, como parte de processos de admissão e desligamento, não são válidos.

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