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Governo do Tocantins inicia 5º ciclo de vigilância clínica da Peste Suína Clássica em 39 municípios do Estado

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O Governo do Tocantins, por meio da Agência de Defesa Agropecuária (Adapec), anunciou nesta sexta-feira, 12, o início do 5º ciclo do Plano Integrado de Vigilância de Doenças dos Suínos, com foco na vigilância clínica da Peste Suína Clássica (PSC) no rebanho de suínos. A ação contemplará a criação comercial local e tecnificada, em 53 propriedades rurais de 39 municípios de todas as regiões do Estado. O Tocantins é reconhecido internacionalmente como livre da enfermidade.

Segundo o gerente de sanidade animal da Adapec, Sérgio Liocádio, o monitoramento ocorrerá em duas fases. “Encerramos em junho o 4º ciclo do plano integrado, com todos os resultados das amostras negativas, comprovando que o Tocantins se mantém livre da PSC. Agora, em setembro, iniciamos o 5º ciclo com a vigilância clínica e, em janeiro, concluiremos com a coleta sorológica nos animais”, explicou.

Nesta etapa, os técnicos da Adapec visitarão as propriedades selecionadas pelo Mapa e realizarão inspeções em todo o rebanho de suínos. “Esta vigilância executada pela Agência é fundamental para a manutenção do status de livre da PSC. Por isso, conclamamos os produtores rurais dessas propriedades a colaborarem com o nosso trabalho, para que possamos fortalecer cada vez mais a defesa agropecuária e alavancar a economia do Tocantins”, destacou o presidente da Adapec, Paulo Lima.

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Dados

O Tocantins possui atualmente um rebanho de 182.471 suínos, distribuídos em 18.797 propriedades rurais.

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Contrato com BRB rendeu R$ 255 milhões ao Estado e 50% a menos de taxas; servidores continuam recebendo normalmente

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O pagamento da folha salarial do servidor do Governo do Tocantins permanece sendo executado pelo Banco de Brasília (BRB) até maio de 2030, conforme contrato assinado em 2025 pelo Estado e a instituição bancária.
A decisão do Tribunal de Contas do Estado (TCE-TO), dessa quinta-feira, 10, que impediu uma futura prorrogação do contrato, não cancela o acordo vigente nem provoca mudanças no pagamento dos servidores estaduais e demais serviços financeiros previstos. Também permanece assegurado o direito à portabilidade. Mesmo com a folha processada pelo BRB, servidores ativos, aposentados, pensionistas e demais beneficiários podem transferir seus vencimentos para a instituição financeira de sua preferência.
Em contrapartida pela operação, o BRB pagou R$ 255 milhões ao Estado, e 50% a menos de taxas nos serviços e movimentações bancárias. A Secretaria de Estado da Fazenda (Sefaz) prepara o detalhamento de sua aplicação com base nos registros oficiais da execução orçamentária.
O contrato prevê ainda até quatro saques mensais e o fornecimento de cartão magnético. Há também previsão de isenção da cesta de tarifas e da anuidade do cartão de crédito por 12 meses, condicionada ao nível de relacionamento do servidor com o banco e às regras de isenção da instituição.
Para as contas da administração direta e indireta relacionadas no acordo, estão previstas isenções sobre movimentações bancárias, emissão de extratos, manutenção de contas, cestas de serviços e renovação cadastral.
A determinação do TCE produz efeito sobre uma eventual renovação depois de maio de 2030. Ao final da vigência, o Estado deverá realizar procedimento competitivo para escolher a instituição que prestará os serviços bancários.
A Sefaz também deverá apresentar ao Tribunal, no prazo estabelecido, uma comparação atualizada entre as condições oferecidas pelo BRB, pela Caixa Econômica Federal e pelo Banco do Brasil. O levantamento deverá considerar os R$ 255 milhões recebidos, os custos, as tarifas e as condições previstas no contrato.

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