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AGROTINS 2025

Na Agrotins, Secretaria das Cidades, Habitação e Desenvolvimento Regional apresenta projetos públicos de irrigação, com destaque para o Projeto Manuel Alves, em Dianópolis

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Na 25ª Feira de Tecnologia Agropecuária do Tocantins (Agrotins 25 anos), o Governo do Tocantins, por meio da Secretaria de Estado das Cidades, Habitação e Desenvolvimento Regional, apresenta os projetos públicos de irrigação, e um dos destaques no estande é o Projeto de Irrigação Manuel Alves, localizado em Dianópolis (TO), região sudeste.
Considerado um dos maiores e mais bem-sucedidos polos de produção de frutas do Tocantins, o Projeto de Irrigação Manuel Alves transforma água em desenvolvimento. São 3.792 hectares irrigados com as águas da barragem do Rio Manuel Alves, divididos em 213 lotes que unem pequenos irrigantes qualificados e empresários rurais.

A produção de frutas como banana, coco, manga, abacaxi, maracujá, abóbora, melancia, movimenta mais de R$ 30 milhões por ano. São 14 toneladas de frutas distribuídas no mercado interno e nos estados vizinhos como Bahia, Goiás, Pará, Mato Grosso e no Distrito Federal. E ainda em um curto período, a previsão é de exportação dessa produção para países da Europa.

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E para garantir mais economia e sustentabilidade, o Estado está investindo na instalação de uma usina fotovoltaica, que vai abastecer os sistemas de bombeamento que distribuem água aos irrigantes.
“Em fase final de instalação e inauguração prevista para este semestre, a usina terá capacidade de gerar 1,211 megawatts, garantindo menor custo com energia, mais segurança e respeito ao meio ambiente”, explicou o secretário Ubiratan Carvalho.
 
Agrotins 25 anos
Com o tema AgroEvolução, a maior feira de tecnologia agropecuária da Região Norte do país segue até este sábado, 17, no Parque Agrotecnológico Engenheiro Agrônomo Mauro Mendanha, em Palmas, com uma programação repleta de oficinas, workshops, debates, exposições e atendimentos diretos.
A feira é uma realização do Governo do Tocantins, por meio da Secretaria de Estado da Agricultura e Pecuária (Seagro), da Secretaria de Estado da Indústria, Comércio e Serviços (Sics), da Agência de Defesa Agropecuária (Adapec), do Instituto de Desenvolvimento Rural do Tocantins (Ruraltins), da Fundação de Amparo à Pesquisa do Tocantins (Fapt) e da Tocantins Parcerias, em conjunto com empresas do agro, órgãos públicos e instituições de pesquisas e educacionais.

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Contrato com BRB rendeu R$ 255 milhões ao Estado e 50% a menos de taxas; servidores continuam recebendo normalmente

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O pagamento da folha salarial do servidor do Governo do Tocantins permanece sendo executado pelo Banco de Brasília (BRB) até maio de 2030, conforme contrato assinado em 2025 pelo Estado e a instituição bancária.
A decisão do Tribunal de Contas do Estado (TCE-TO), dessa quinta-feira, 10, que impediu uma futura prorrogação do contrato, não cancela o acordo vigente nem provoca mudanças no pagamento dos servidores estaduais e demais serviços financeiros previstos. Também permanece assegurado o direito à portabilidade. Mesmo com a folha processada pelo BRB, servidores ativos, aposentados, pensionistas e demais beneficiários podem transferir seus vencimentos para a instituição financeira de sua preferência.
Em contrapartida pela operação, o BRB pagou R$ 255 milhões ao Estado, e 50% a menos de taxas nos serviços e movimentações bancárias. A Secretaria de Estado da Fazenda (Sefaz) prepara o detalhamento de sua aplicação com base nos registros oficiais da execução orçamentária.
O contrato prevê ainda até quatro saques mensais e o fornecimento de cartão magnético. Há também previsão de isenção da cesta de tarifas e da anuidade do cartão de crédito por 12 meses, condicionada ao nível de relacionamento do servidor com o banco e às regras de isenção da instituição.
Para as contas da administração direta e indireta relacionadas no acordo, estão previstas isenções sobre movimentações bancárias, emissão de extratos, manutenção de contas, cestas de serviços e renovação cadastral.
A determinação do TCE produz efeito sobre uma eventual renovação depois de maio de 2030. Ao final da vigência, o Estado deverá realizar procedimento competitivo para escolher a instituição que prestará os serviços bancários.
A Sefaz também deverá apresentar ao Tribunal, no prazo estabelecido, uma comparação atualizada entre as condições oferecidas pelo BRB, pela Caixa Econômica Federal e pelo Banco do Brasil. O levantamento deverá considerar os R$ 255 milhões recebidos, os custos, as tarifas e as condições previstas no contrato.

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