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Meio Ambiente e Caoma discutem a revisão da minuta de decreto sobre logística reversa no Tocantins

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Os representantes da Diretoria de Planejamento e Saneamento Ambiental (DSPA) da Secretaria de Meio Ambiente e Recursos Hídricos do Tocantins (Semarh) e do Centro de Apoio Operacional de Defesa do Meio Ambiente (Caoma) do Ministério Público do Estado (MP/TO), discutiu na sexta-feira, 2, alternativas estratégicas para a revisão da minuta do Decreto que institui o Certificado de Crédito de Reciclagem de Logística Reversa, o Certificado de Estruturação e Reciclagem de Embalagens em Geral e o Certificado de Crédito de Massa Futura, no âmbito dos sistemas de logística reversa de que trata o art. 33 da Lei nº 12.305, de 2 de agosto de 2010.

Durante a reunião, o grupo avaliou os pontos do novo Decreto nº 11.413, de 13 de fevereiro de 2023, instituído pelo governo federal, que revogou o Decreto nº 11.044/2022, que Institui o Certificado de Crédito de Reciclagem – Recicla+. As alterações determinadas no novo decreto serão estudadas criteriosamente, a fim de orientar a revisão da minuta do Decreto Estadual sobre os sistemas de logística reversa. Essa minuta contém a proposta de definição das diretrizes para a certificação, implementação, estruturação e operacionalização do sistema de logística reversa no Tocantins.

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Após a revisão da minuta de decreto que regulamenta os sistemas de logística reversa a proposta será submetida à apreciação da Câmara Técnica Permanente de Gestão de Resíduos Sólidos (CTPGRS) do Conselho Estadual de Meio Ambiente do Tocantins (Coema-TO) e, posteriormente, retornará à plenária deste Conselho para deliberação.

O diretor da DPSA da Semarh, Cláudio Carneiro Santana Júnior, afirmou que “é importante que haja um debate amplo e aberto sobre as medidas propostas pela minuta de decreto, a fim de garantir que a nova legislação seja eficaz para o setor de reciclagem e para o meio ambiente, uma vez que cada estado, cada município,  possui demandas e características específicas, não havendo, portanto, um modelo único para atender a necessidade de todos”.

Nesse sentido, o promotor de Justiça e coordenador do Caoma, Francisco José Pinheiro Brandes Júnior, propôs que “a análise seja realizada com cautela, pois a logística reversa é um assunto cercado por questões novas, e a revisão da minuta do Decreto Estadual deve levar em consideração as condições atuais da atividade, dos atores individuais e coletivos que se relacionam com as políticas públicas, que estão sujeitos às diretrizes de regulamentação e têm demandas de investimentos e incentivos voltados para essa questão”.

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Os participantes da reunião consideraram o assunto complexo e perceberam a necessidade de prorrogar os prazos para a conclusão da revisão da minuta do Decreto Estadual antes de enviá-la para apreciação e deliberação colegiada. O grupo também considera necessário solicitar ao Ministério do Meio Ambiente (MMA) esclarecimentos sobre as diretrizes para a definição das entidades gestoras.

Na ocasião, também participaram das discussões a engenheira ambiental da Gerência de Resíduos Sólidos da Semarh, Hélia Pacheco, e as integrantes do Caoma/MPTO, a engenheira ambiental Dalvany Alves de Souza Lima, a bióloga Bruna de Almeida e a analista ministerial de ciências jurídicas Ádria Gomes dos Reis.

 

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Corpus Christi: Agência de Metrologia orienta consumidores a prevenir acidentes de consumo durante o feriado

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O feriado prolongado de Corpus Christi é uma oportunidade para muitas pessoas viajarem, visitarem familiares ou aproveitarem momentos de descanso. Para que o período seja marcado apenas por boas experiências, é importante adotar medidas de segurança capazes de prevenir os chamados acidentes de consumo — situações em que produtos ou serviços apresentam falhas, defeitos ou não oferecem a segurança esperada ao consumidor.

Com esse objetivo, o Governo do Tocantins, por meio da Agência de Metrologia, Avaliação da Conformidade, Inovação e Tecnologia do Estado do Tocantins (AEM), reforça orientações importantes para quem pretende passar o feriado fora de casa. A Agência realiza periodicamente fiscalizações no comércio, verificando se produtos como adaptadores e benjamins atendem aos requisitos de segurança estabelecidos pelos regulamentos técnicos.

O presidente da AEM, Denner Martins, destaca a importância da informação como ferramenta de prevenção. “A Agência tem o compromisso de orientar a população sobre práticas seguras de consumo, contribuindo para a redução de acidentes que podem ser evitados com cuidados simples no dia a dia”, afirma.

Como órgão delegado do Instituto Nacional de Metrologia, Qualidade e Tecnologia (Inmetro) no Tocantins, a AEM recomenda atenção especial aos seguintes pontos durante a hospedagem:

  • Tomadas e instalações elétricas: evite conectar vários aparelhos em uma única tomada, mesmo com o uso de adaptadores ou benjamins. A sobrecarga pode provocar choques elétricos, curtos-circuitos e até incêndios.
  • Cozinha: mantenha crianças afastadas do fogão e de utensílios quentes. Panelas com bases irregulares ou mal posicionadas podem tombar e causar queimaduras.
  • Móveis e eletrodomésticos: observe se estantes, cômodas e outros móveis com risco de tombamento estão devidamente fixados. Televisores devem estar apoiados em superfícies firmes ou instalados conforme as orientações do fabricante.
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Monitoramento de acidentes de consumo

Desde 2013, o Inmetro mantém o Sistema Inmetro de Monitoramento de Acidentes de Consumo (Sinmac), uma plataforma nacional que reúne registros, relatórios e estatísticas sobre ocorrências envolvendo produtos e serviços. As informações contribuem para o desenvolvimento de ações preventivas, além de auxiliar na avaliação dos impactos desses acidentes na saúde pública e na economia.

Consumidores que tenham vivenciado algum acidente podem registrar a ocorrência de forma digital no portal do Inmetro.

Segundo o presidente da AEM, a participação da sociedade é fundamental para fortalecer a segurança nas relações de consumo. “Quando o consumidor comunica um acidente, ele contribui para o aprimoramento dos processos produtivos e ajuda a evitar que novas ocorrências afetem outras pessoas”, ressalta.

A Agência esclarece que o Sinmac não funciona como canal de reclamações individuais. A ferramenta foi criada para reunir dados estatísticos e subsidiar medidas corretivas e preventivas. Para reivindicações relacionadas a direitos do consumidor, é necessário procurar os órgãos competentes de defesa do consumidor.

 

O que pode ser registrado no Sinmac

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Podem ser informados ao sistema:

  • Acidentes de consumo: quando um produto ou serviço causa danos ao consumidor mesmo sendo utilizado de acordo com as instruções de uso;
  • Acidentes domésticos: ocorrências registradas dentro de casa relacionadas a atos inseguros, associados ou não a produtos;
  • Acidentes por mau uso: situações em que o produto ou serviço é utilizado em desacordo com as orientações do fabricante ou fornecedor;
  • Incidentes: casos em que há falha no produto ou uso inadequado, mas sem ocorrência de lesão ou dano ao consumidor.

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