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Hemorrede convoca população do Estado com urgência para doação de sangue

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A Hemorrede do Tocantins está com os estoques de sangue tipo O- (negativo) em estado crítico, sob-risco de falta para casos emergenciais. Por isso, está convocando os doadores para que se sensibilizem e compareçam a uma unidade do hemocentro mais próximo para, mais do que nunca, praticar esse gesto voluntário de doar sangue e reverter essa situação.

O sangue ‘O negativo’ é considerado universal e pode ser transfundido em qualquer pessoa, pois, em casos de extrema urgência, quando não há tempo para exames que comprovem qual o tipo de sangue do paciente, ele é utilizado pelos hospitais. Por isso, esse tipo sanguíneo é de fundamental importância e não pode faltar nos bancos de sangue.

“Estamos passando por uma situação delicada, por isso estamos convocando toda a população para comparecer em uma de nossas unidades, a situação é crítica e alarmante, o sangue não tem como ser fabricado, por isso precisamos da ajuda dos nossos doadores para reverter essa situação”, afirmou a superintendente da Hemorrede do Tocantins, Heloina Oliveira.

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Requisitos básicos para doação de sangue:

  • Apresentar um documento oficial com foto (RG, CNH, etc.) em bom estado de conservação;
    • Ter idade entre 16 e 69 anos desde que a primeira doação seja realizada até os 60 anos (menores de idade precisam de autorização e presença dos pais no momento da doação);
    • Estar em boas condições de saúde;
    • Pesar no mínimo 50 kg;
    • Não ter feito uso de bebida alcoólica nas últimas 12 horas;
    • Após o almoço ou ingestão de alimentos gordurosos, aguardar 3 horas. Não é necessário estar em jejum;
    • Se fez tatuagem e/ou piercing, aguardar 12 meses. Exceto para região genital e língua (12 meses após a retirada);
    • Se passou por endoscopia ou procedimento endoscópico, aguardar 6 meses;
    • Não ter tido gripe ou resfriado nos últimos 30 dias;
    • Não ter tido Sífilis, Doença de Chagas ou AIDS;
    • Não ter diabetes em uso de insulina;
    * Consulte a equipe do banco de sangue em casos de hipertensão, uso de medicamentos e cirurgias.
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Governo do Tocantins entrega órteses e próteses para pacientes do Centro Estadual de Reabilitação de Palmas

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Em mais uma ação voltada à ampliação da acessibilidade da população, o Governo do Tocantins realizou, nesta terça-feira, 19, a entrega de órteses e próteses a pacientes atendidos pelo Centro Especializado em Reabilitação (CER III), em Palmas, vinculado à Rede de Cuidados à Pessoa com Deficiência, no âmbito do Sistema Único de Saúde (SUS). Ao todo, sete pacientes foram beneficiados com órteses e seis com próteses. Os usuários são moradores de Palmas e de outros municípios do Estado.

Órteses e próteses são dispositivos médicos projetados para melhorar a mobilidade e a qualidade de vida dos pacientes. A principal diferença entre eles é que a órtese oferece suporte a um membro ou órgão já existente, enquanto a prótese substitui uma parte do corpo perdida ou que não se desenvolveu.

O Tocantins segue ampliando o acesso a órteses e próteses por meio dos Centros Especializados em Reabilitação (CERs), beneficiando pessoas como o ceramista Oslando Santos, de 44 anos, que sofreu amputação da perna em decorrência de complicações graves causadas pela diabetes. Após um ano de espera, ele recebeu a prótese com expectativa de retomar a independência e a qualidade de vida.

“Hoje eu vim aqui receber minha prótese e estou muito satisfeito. Fui muito bem atendido por todos aqui. Isso vai mudar completamente a minha vida, porque eu estava sem conseguir andar e agora vou voltar a caminhar novamente. Estou feliz demais com tudo. Antes, eu dependia muito das outras pessoas para fazer as coisas em casa e para me locomover. A gente sente muito quando perde a independência, mas graças a Deus agora as coisas vão dar certo. Eu gostava muito de jogar bola e agora quero voltar a dançar também. Vou tentar aos poucos, mas acredito que vai dar certo”, relatou o ceramista.

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A doméstica Vanda Ramos da Silva, de 53 anos, também foi beneficiada com uma prótese após perder a perna devido a uma infecção causada por um ferimento provocado por um caco de vidro, em 2024. Para ela, o equipamento representa mais liberdade para retomar as atividades do dia a dia.

“Estou feliz porque eu estava impedida de andar e agora vou voltar a caminhar. Vou conseguir fazer minhas coisas novamente. Eu gostava muito de ir à praia e agora quero voltar a caminhar e ver o pôr do sol”, relatou emocionada.

Acompanhamento contínuo

O uso de próteses e órteses não termina na entrega do equipamento. A partir desse momento, inicia-se uma nova fase de adaptação, ajustes biomecânicos e prevenção de complicações.

A fisioterapeuta Christianne Costa explica que o processo exige acompanhamento multiprofissional e envolve etapas fundamentais para a recuperação dos pacientes.

“Aqui no Centro Estadual de Reabilitação realizamos a entrega de próteses e órteses junto com todo o acompanhamento necessário para a reabilitação dos pacientes. A adaptação à prótese envolve não apenas a parte física, mas também aspectos neurológicos e emocionais, para que o paciente recupere equilíbrio, coordenação e autonomia. Além do atendimento fisioterapêutico, também oferecemos suporte psicológico, promovendo uma reabilitação integral e a reinserção social dessas pessoas. Para a equipe, é muito gratificante ver os pacientes retomando atividades simples do dia a dia e recuperando sua independência e qualidade de vida”, destacou.

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Como ter acesso

Os interessados em órteses, próteses ou meios auxiliares de locomoção devem procurar, inicialmente, atendimento em uma Unidade Básica de Saúde (UBS).

“Quando o paciente inicia o processo de solicitação na Unidade Básica de Saúde, ele é regulado e encaminhado ao CER. A partir daí, avaliamos se ele poderá continuar os atendimentos aqui com outros profissionais, como psicologia, terapia ocupacional e enfermagem. Caso não seja possível realizar determinado acompanhamento na unidade, fazemos a contrarreferência para que ele seja atendido no município de origem. O que não pode acontecer é esse paciente ficar perdido na rede, sem saber para onde ir ou onde buscar ajuda. O mais importante é garantir que ele tenha um direcionamento adequado. Se o atendimento começou aqui, nós damos todo o suporte necessário até a conclusão da reabilitação e dos atendimentos de que ele necessita”, explicou a fisioterapeuta.

SERs e CERs no Tocantins

No Tocantins, existem dois Serviços Especializados em Reabilitação (SERs), localizados em Porto Nacional e Araguaína, e dois Centros Especializados em Reabilitação (CERs), em Palmas e Colinas do Tocantins.

As unidades têm como objetivo reabilitar pessoas com deficiência física e intelectual, contando com equipe multiprofissional formada por enfermeiro, fisioterapeuta, fonoaudiólogo, médico ortopedista, médico neurologista, assistente social, terapeuta ocupacional, nutricionista e psicólogo. Os serviços ofertados incluem consultas, avaliações, diagnósticos, terapias, indicação de órteses, próteses e meios auxiliares de locomoção, equipamentos adquiridos pelo Governo do Tocantins.

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