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Governo do Tocantins inaugura monumento em local onde será o Parque Tecnológico do Tocantins

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O vice-governador do Tocantins, Laurez Moreira, esteve presente na 2ª Conferência Estadual de Ciência, Tecnologia e Inovação, realizada em Palmas, nesta quarta-feira, 3. Com o tema Ciência, Tecnologia e Inovação para um Tocantins justo, Sustentável e Desenvolvido, o evento contou com a participação de representantes do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI) e discutiu a importância da elaboração da Estratégia Nacional de Ciência, Tecnologia e Inovação para os próximos anos (2024-2030). Antes do momento inaugural do evento, o vice-governador, acompanhado de uma equipe do Governo do Tocantins, e o diretor da Financiadora de Estudos e Projetos (Finep), Carlos Aragão, estiveram na Avenida NS-15, região norte de Palmas, onde foi inaugurado o Monumento à Ciência e Tecnologia, marcando o local em que será instalado o Parque Tecnológico do Tocantins.

Ao reforçar o compromisso com o desenvolvimento da ciência, o vice-governador Laurez Moreira disse que o objetivo do Estado é colaborar com o Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação para avançar em discussões necessárias, visando transformar o Tocantins em um importante polo tecnológico. “Saímos de um Estado que produzia para subsistência, para ser, atualmente, o 3° maior produtor de arroz do País. E nós devemos isso à devida utilização da ciência e tecnologia na agroprodução do Tocantins”, afirmou o vice-governador, ao enaltecer a união com o governo federal e as instituições de ensino superior.

A presidente da Fundação de Amparo à Pesquisa do Tocantins (Fapt), Germana Pires, destacou a importância da Conferência para o estado do Tocantins, sobretudo na popularização da ciência, visto que as discussões serão ampliadas para os mais variados setores da sociedade. “Estamos vivendo um marco no Tocantins, pois estamos colocando em pauta a política nacional de ciência, tecnologia e inovação no Brasil. Temos na Conferência a sociedade civil organizada, os pesquisadores, as universidades, o público em geral, o que para nós representa a discussão da ciência de forma democrática”, frisou a presidente.

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Participando do evento por videoconferência, a ministra da Ciência, Tecnologia e Inovação, Luciana Santos, parabenizou o Governo do Tocantins pela realização da Conferência, ressaltando as ações do governo federal, que irão contribuir com os estados da região Norte do País. “Estou satisfeita com a realização desse evento. Estamos vendo aqui a participação popular nesse debate tão importante e tendo ciência de que, no Tocantins, a conferência tem a presença do povo, nos motiva ainda mais, pois estamos alinhados na mesma proposta. O governo federal está com iniciativas que vão favorecer os estados das regiões Norte, Nordeste e Centro-Oeste, no âmbito da pesquisa, por isso precisamos ampliar esse debate, com participação popular”, pontuou a ministra.

Na ocasião, representando o Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação, o diretor da Finep Carlos Aragão mencionou os esforços que o governo federal tem feito para diminuir as assimetrias de desenvolvimento entre os estados do País. “Lançamos recentemente o Pró-Infra, um edital de subvenção voltado para a recuperação e expansão da infraestrutura de pesquisa nas regiões Norte, Nordeste e Centro-Oeste. A ação vai beneficiar parques laboratoriais de universidades, centros de pesquisa e instituições de ciência e tecnologia com recursos de R$ 300 milhões”, mencionou o diretor da Finep.

Ao elencar a rica biodiversidade que percorre toda a extensão territorial do Tocantins, o diretor da Finep instigou os presentes a firmarem compromisso com a criação de projetos e investimentos nas áreas da tecnologia e inovação. “A ciência voltou e voltou com força. Essa conferência pretende criar um País mais justo, sustentável e desenvolvido; e isso não acontecerá sem investimento em ciência e tecnologia”, concluiu Carlos Aragão.

Presente na Conferência, o estudante do 7° período de Zootecnia da Universidade Federal do Norte do Tocantins (UFNT), Ian Henrique Nunes, afirmou que vê a iniciativa como necessária para o desenvolvimento do Estado. “Acredito que todas as discussões que estamos tendo aqui têm o mesmo objetivo: fazer os diversos eixos do Estado se desenvolverem cada vez mais”, comentou o acadêmico.

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Monumento à ciência

Durante a manhã, o vice-governador, a equipe de governo e o diretor da Finep estiveram na Avenida NS-15, região norte de Palmas, onde foi inaugurado o Monumento à Ciência e Tecnologia, marcando o local em que será instalado o Parque Tecnológico do Tocantins. O Parque Tecnológico reunirá empresas promissoras em um local central, buscando criar um hub (ou ponto central) de produtos e serviços urbanos em diversas áreas com foco em soluções inovadoras. Com uma área total de 424 mil m², o Parque recebe um investimento inicial de R$ 30 milhões para sua implementação em Palmas.

Entusiasmada com o avanço para o campo de pesquisa no Tocantins, a presidente da Fapt comentou os ganhos que a sociedade terá com os incentivos e as parcerias que surgirão com a construção do parque no Estado. “O parque tecnológico vai representar um outro ambiente de organização do ecossistema de ciência, tecnologia e inovação. Vai envolver uma série de empresas, de inovação, novas tecnologias, aliadas ao desenvolvimento das pesquisas. Então, para nós, o potencial desse novo ambiente tecnológico, do desenvolvimento da política voltada pro desenvolvimento do Estado, é fantástico”, finalizou Germana Pires.

Conferência

2ª Conferência Estadual de Ciência, Tecnologia e Inovação (Conecti) integra a programação da 5ª Conferência Nacional de Ciência, Tecnologia e Inovação (CNCTI) e ocorre durante toda esta quarta-feira, 3, das 8 às 12 horas, no auditório do Palácio Araguaia Governador José Wilson Siqueira Campos; e das 13h30 às 20h30, no prédio da reitoria da Universidade Federal do Tocantins (UFT), em Palmas.

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Primeira Habilitação: Detran/TO explica obrigatoriedade do exame toxicológico para as categorias A e B

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O Governo do Tocantins, por meio do Departamento Estadual de Trânsito (Detran/TO), informa que está valendo a exigência do exame toxicológico para a emissão da primeira Carteira Nacional de Habilitação (CNH) nas categorias A (moto) e B (carro), conforme a lei 15.153/2025, que alterou o Código de Trânsito Brasileiro (CTB).

 Com isso, os usuários que pretendem tirar a primeira habilitação devem apresentar resultado negativo no exame, que tem o objetivo de detectar o uso de substâncias psicoativas (drogas) pelos condutores para verificar se eles estão aptos a dirigir e não venham se envolver ou causar sinistros de trânsito.

Os exames que deram resultado positivo devem repetir o teste após 90 dias contados da data da coleta. O candidato não perde o processo, que segue até o momento que o resultado negativo tiver sido lançado no sistema.

 Quem está obrigado a fazer o exame?

 A exigência do toxicológico vale para candidatos das categorias A e B que deram início a obtenção da habilitação a partir do dia 16 de maio de 2026, independentemente se exercem atividade remunerada ou não. Os processos que foram iniciados antes desta data seguem sem a exigência do exame.

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 Como e onde fazer o toxicológico?

 O exame é feito diretamente em clínicas credenciadas pela Secretaria Nacional de Trânsito (Senatran), sem a necessidade de ir à unidade do Detran/TO. Confira a lista das clínicas e contato.

A detecção das substâncias é feita a partir da coleta de sangue, amostras de cabelo, pele ou unhas, que podem ser usadas no teste e são capazes de identificar se o condutor fez o uso de alguma substância proibida, como drogas.

Após a realização do exame, a clínica lança o toxicológico no registro nacional de condutores habilitados, a qual o Detran/TO terá acesso.

 Momento para realização do exame

 Diferente das categorias C, D e E, o toxicológico para as categorias A e B pode ser feito em qualquer etapa do processo, desde que seja realizado antes da emissão da CNH provisória, uma vez que o documento depende do exame.

 Validade

 Para os casos específicos das categorias A e B, o exame não tem validade e não precisará ser atualizado após a emissão da habilitação provisória, como nas situações das categorias C, D e E, que refazem o exame a cada dois anos e meio.

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 Atenção! Nem todo toxicológico é válido

 O órgão reforça que serão aceitos somente exames toxicológicos, cuja finalidade específica seja para realizar processos referentes à habilitação. Os exames solicitados por outras empresas, como parte de processos de admissão e desligamento, não são válidos.

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