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Governo do Tocantins e parceiros estratégicos delineiam política de industrialização sustentável de longo prazo para o Estado

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Em um seminário promovido pela Universidade Federal do Tocantins (UFT), representantes do governo, da academia e do setor privado se reuniram para discutir o planejamento estratégico no âmbito do projeto Tocantins 2045. O objetivo central é duplicar o tamanho da economia do Tocantins até 2045, de forma sustentável, diversificada e inclusiva, impulsionando vocações regionais e reduzindo desigualdades.
O evento, intitulado “Industrialização Sustentável do Tocantins para o Século XXI – Projeto Tocantins 2045”, contou com a participação do Secretário de Estado da Indústria, Comércio e Serviços (SICS), Carlos Humberto Lima, e  especialistas em desenvolvimento sustentável. O foco principal foi a criação de uma nova política industrial para a modernização e integração tecnológica sustentável da Amazônia Legal Brasileira, especialmente do Tocantins, em parceria com a Confederação Nacional das Indústrias (CNI) e outros atores relevantes.
O secretário Carlos Humberto Lima enfatizou o compromisso do Governo do Tocantins com o planejamento do desenvolvimento sustentável, buscando um ambiente de negócios mais favorável a investimentos e a melhoria da qualidade de vida da população. Ele destacou que o governo Wanderlei Barbosa já investiu R$ 1,5 bilhão na recuperação de infraestrutura rodoviária e industrial, o que, no âmbito do Conselho de Desenvolvimento Econômico (CDE), contribuiu para atrair R$ 4 bilhões em investimentos privados no último biênio.
O seminário, realizado pelo Instituto de Pesquisa e Extensão em Desenvolvimento Regional (IPEX) e pelo Centro de Desenvolvimento Regional (CDR) da UFT, abordou temas como a Nova Política Industrial Brasileira, Cadeias de Valor Sustentável na Amazônia Legal e projetos estratégicos para uma industrialização mais sustentável no Tocantins, com base em novas energias e matérias-primas renováveis.

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Naturatins e Semarh definem procedimentos de cobrança e calendário de pagamentos pelo uso de recursos hídricos na Bacia do Rio Formoso

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O Instituto Natureza do Tocantins (Naturatins) estabeleceu os procedimentos para arrecadação e o calendário de pagamento dos valores referentes à cobrança da taxa pelo uso de recursos hídricos na Bacia Hidrográfica do Rio Formoso. A norma foi publicada no Diário Oficial do Estado (DOE) de 10 de abril, por meio da Portaria Conjunta Naturatins/Semarh Nº 002.

Conforme a Portaria, o Naturatins será responsável pelo processo de cobrança, que inclui a verificação da conformidade entre o uso e o valor cobrado com base em dados de outorga e monitoramento, a notificação aos usuários, a emissão das guias de cobrança (DARE) por meio do Sistema Integrado de Gestão Ambiental (SIGAM), o envio do boleto para pagamento, além do acompanhamento e registro da quitação.

O calendário de pagamento seguirá um cronograma oficial válido para todos os anos, com exceção do exercício de 2025, que terá prazo especial a ser divulgado no site do Naturatins.

Grupos de usuários

Os usuários se dividem em dois grupos, com o primeiro sendo formado por aqueles que transmitem dados por telemetria, sistema que mede o consumo em tempo real. Nessa categoria, a cobrança será feita automaticamente com base no volume efetivamente captado.

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O segundo grupo abrange os usuários que não utilizam esse sistema, sendo que nesse caso o valor deverá ser considerado mediante as informações declaradas pelo próprio usuário ou, na falta ou erro dessa declaração, o volume autorizado na outorga.

Procedimentos de pagamentos

Quando o valor anual ultrapassar R$ 25 mil, o usuário poderá solicitar parcelamento em até cinco parcelas mensais, iguais e sucessivas, com a primeira paga no momento da assinatura do acordo, mediante pedido em sistema eletrônico, sendo necessário cadastro regular, ausência de débitos anteriores não negociados e concordância com as condições da portaria.

O atraso ou a falta de pagamento de duas parcelas, seguidas ou alternadas, implicará cancelamento automático do parcelamento, com vencimento imediato do saldo remanescente e possibilidade de suspensão da outorga até a regularização da dívida, sem prejuízo de outras penalidades relacionadas a obrigações de monitoramento ou outorga.

Situações não previstas ou excepcionais envolvendo arrecadação e aplicação dos recursos serão decididas conjuntamente pelo Naturatins e pela Semarh, dentro de suas respectivas atribuições legais.

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Para conferir o calendário excepcional do exercício de 2025, clique aqui.

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