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Governo do Tocantins cria Comissão Estadual de Validação e Acompanhamento de Pagamento por Serviços Ambientais

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O Governo do Tocantins estabeleceu a Comissão Estadual de Validação e Acompanhamento da Política Estadual de Pagamento por Serviços Ambientais (Cevat). O Decreto nº 6.906/2025 publicado pela Secretaria do Meio Ambiente e Recursos Hídricos (Semarh) no Diário Oficial do Estado cria a nova comissão que tem caráter consultivo e deliberativo e ficará vinculada ao Conselho Estadual de Meio Ambiente (Coema).

O secretário Marcello Lelis ressaltou que a Política Estadual de Pagamento por Serviços Ambientais (Pepsa) foi criada para incentivar práticas sustentáveis no estado, remunerando aqueles que contribuem para a preservação ambiental.

Marcello Lelis destacou que, “com a criação da Cevat, o governo do Tocantins reforça o compromisso com a sustentabilidade, transparência na captação e destinação de recursos para iniciativas ambientais, entre outras ações, especialmente no âmbito do REDD+, que é um mecanismo internacional voltado à redução de emissões por desmatamento e degradação florestal e que é acompanhado também pelo Coema”.

A superintendente de Gestão e Políticas Públicas Ambientais, Marli Santos, acrescentou que, “a comissão terá um papel estratégico na captação de recursos ambientais, no monitoramento de programas de preservação e no acompanhamento da distribuição dos benefícios gerados pelo REDD+, vinculada ao Coema, o trabalho que será desenvolvido pela Cevat vai subsidiar as demandas de análises relacionadas à pauta no Colegiado”.

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Principais atribuições da Cevat

Entre as responsabilidades da Comissão, destacam-se: subsidiar o processo de habilitação do Tocantins junto à Comissão Nacional para REDD+ (CONAREDD+), viabilizando o recebimento de recursos ambientais; garantir que a repartição de benefícios atenda aos critérios de transparência e respeito às salvaguardas ambientais; monitorar a implementação de políticas e projetos ambientais e acompanhar a evolução das emissões de gases de efeito estufa no estado pelos próximos 20 anos; e elaborar estudos e diretrizes para fortalecer a política ambiental tocantinense.

Composição da comissão

A Cevat será formada por representantes de diversas secretarias estaduais, entidades de classe e sociedade civil. Os órgãos que integram a comissão incluem:

No setor público, as secretarias do Meio Ambiente e Recursos Hídricos, Fazenda, Educação, Agricultura e Pecuária, Planejamento e Orçamento, Povos Originários e Tradicionais, além do Instituto Natureza do Tocantins.

Entre as instituições convidadas, terá representantes do Ministério Público do Estado, Fundação Nacional do Índio, Federação da Agricultura e Pecuária do Estado do Tocantins e Federação dos Trabalhadores Rurais Agricultores e Agricultoras Familiares do Estado do Tocantins.

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E como representantes da sociedade civil, terá representante de organização indígena com atuação na proteção dos povos originários, de abrangência estadual e reconhecida pelo movimento indígena nacional; da Coordenação Estadual das Comunidades Quilombolas do Tocantins – COEQTO; organização não governamental de proteção ambiental, com atuação estadual e inscrição no Cadastro das Entidades Ambientalistas do Estado do Tocantins – CEATO; e instituição acadêmica com atuação no Estado, em temas relacionados à política ambiental e serviços ecossistêmicos.

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Dorinha garante apoio federal para plano integrado de desenvolvimento do Matopiba

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Presidente da Frente Parlamentar Mista do Matopiba, a senadora Professora Dorinha defende planejamento regional com investimentos em infraestrutura, logística, geração de oportunidades e melhoria da qualidade de vida.

O Ministério da Integração e do Desenvolvimento Regional dará apoio institucional à elaboração do Plano de Desenvolvimento Integrado do Matopiba. O avanço é resultado das agendas conduzidas em Brasília pela senadora Professora Dorinha (União), presidente da Frente Parlamentar Mista do Matopiba, para organizar prioridades e ampliar os investimentos nos estados que compõem a região.

O ministro da Integração e do Desenvolvimento Regional, Waldez Góes, comunicou nesta segunda-feira (20) o posicionamento favorável das equipes técnicas da pasta. A manifestação ocorreu após agendas conduzidas por Dorinha em Brasília, ao lado da secretária extraordinária do Matopiba, Amanda Sobreira, no final de maio. A senadora apresentou ao secretário-executivo do Ministério, Valder Ribeiro, a necessidade de um planejamento capaz de reunir políticas de infraestrutura, logística, desenvolvimento econômico e melhoria das condições de vida da população.

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“O Matopiba precisa ser tratado de acordo com a dimensão estratégica que representa para o Brasil. Queremos construir um plano que organize prioridades, oriente os investimentos e transforme o crescimento econômico em emprego, renda, infraestrutura e qualidade de vida para quem mora na região”, afirmou Dorinha.

A proposta prevê estudos técnicos, planejamento estratégico e integração entre o Governo Federal, o Congresso Nacional, estados e municípios. Com localização estratégica e capacidade institucional, Palmas deverá exercer o papel de centro articulador e administrativo desse processo.

Dorinha também defendeu que a condução das políticas relacionadas ao Matopiba seja transferida para o Ministério da Integração e do Desenvolvimento Regional. A mudança conta com o apoio de parlamentares e governadores dos estados que integram o território e busca ampliar a capacidade de execução das ações. “Estamos propondo uma estrutura que consiga integrar diferentes ministérios e tirar os projetos do papel. A região precisa de planejamento, orçamento e capacidade de execução”, explicou a senadora.

Fórum Matopiba
Outro projeto em construção é a realização do Fórum Matopiba, em Palmas. O encontro deverá reunir prefeitos, governadores, investidores, representantes do setor produtivo e instituições públicas para discutir os desafios regionais e apresentar oportunidades de investimento.

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