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Governador Wanderlei Barbosa se reúne com Ministro do Esporte para viabilizar mais investimentos no Tocantins

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Em audiência nessa terça-feira, 23, em Brasília, ministro André Fufuca disponibilizou uma equipe para visitar o Tocantins nas próximas semanas e orientar os servidores sobre os caminhos mais eficientes para a captação dos recursos

Claudivan Santiago/Governo do Tocantins 

O governador Wanderlei Barbosa se reuniu nessa terça-feira, 23, em Brasília, com o ministro do Esporte, André Fufuca, para apresentar alternativas para a alocação de recursos para investir na área no Tocantins. O secretário nacional de Esporte Amador, Educação, Lazer e Inclusão Social (Senaleis) do Ministério, Paulo Henrique Cordeiro, trabalhará com o Estado para a viabilização das propostas.

O governador Wanderlei Barbosa ressaltou a importância do esporte para a melhoria da qualidade de vida da população e para a ampliação de oportunidades para a juventude. “Nosso objetivo principal é disponibilizar recursos significativos para o futebol profissional tocantinense. Há clubes no Tocantins que hoje não representam apenas suas cidades, mas que já possuem influência na mobilização esportiva de toda uma região”, destacou.

Além do futebol, o governador Wanderlei Barbosa mencionou outros esportes que já possuem um nível de organização adequado para receber investimentos.

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O secretário da Fazenda, Júlio Edstron, e o secretário extraordinário de Representação do Tocantins, Carlos Manzini, acompanharam o Governador na audiência que abriu portas para um trabalho efetivo com a área técnica do Ministério do Esporte. Para antecipar projetos esportivos voltados para o combate à criminalidade, o secretário de Segurança Pública, Wlademir Costa, e o comandante-geral da Polícia Militar do Tocantins, Márcio Antônio Barbosa, também participaram da audiência.

Lei de Incentivo ao Esporte

O secretário Paulo Henrique Cordeiro considerou legítimas as preocupações do governador Wanderlei Barbosa  e apontou a Lei de Incentivo ao Esporte (LIE) como a forma mais prática para o Governo do Estado viabilizar esses recursos. Nesse sentido, colocou à disposição do Governador toda a equipe técnica responsável pela LIE para ir ao Tocantins nas próximas semanas e orientar os servidores sobre o processo de elaboração e apresentação de projetos.

A LIE admite projetos para construção de estruturas físicas, realização de eventos e atividades regulares de apoio às mais diversas modalidades esportivas, sejam elas profissionais ou amadoras, por meio de recursos oriundos de renúncia fiscal. Paulo Henrique Cordeiro informou que na primeira semana de fevereiro o Ministério fará uma reunião extraordinária para analisar propostas à LIE e que pretende incluir, já nessa etapa, os projetos do Tocantins.

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Primeira Habilitação: Detran/TO explica obrigatoriedade do exame toxicológico para as categorias A e B

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O Governo do Tocantins, por meio do Departamento Estadual de Trânsito (Detran/TO), informa que está valendo a exigência do exame toxicológico para a emissão da primeira Carteira Nacional de Habilitação (CNH) nas categorias A (moto) e B (carro), conforme a lei 15.153/2025, que alterou o Código de Trânsito Brasileiro (CTB).

 Com isso, os usuários que pretendem tirar a primeira habilitação devem apresentar resultado negativo no exame, que tem o objetivo de detectar o uso de substâncias psicoativas (drogas) pelos condutores para verificar se eles estão aptos a dirigir e não venham se envolver ou causar sinistros de trânsito.

Os exames que deram resultado positivo devem repetir o teste após 90 dias contados da data da coleta. O candidato não perde o processo, que segue até o momento que o resultado negativo tiver sido lançado no sistema.

 Quem está obrigado a fazer o exame?

 A exigência do toxicológico vale para candidatos das categorias A e B que deram início a obtenção da habilitação a partir do dia 16 de maio de 2026, independentemente se exercem atividade remunerada ou não. Os processos que foram iniciados antes desta data seguem sem a exigência do exame.

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 Como e onde fazer o toxicológico?

 O exame é feito diretamente em clínicas credenciadas pela Secretaria Nacional de Trânsito (Senatran), sem a necessidade de ir à unidade do Detran/TO. Confira a lista das clínicas e contato.

A detecção das substâncias é feita a partir da coleta de sangue, amostras de cabelo, pele ou unhas, que podem ser usadas no teste e são capazes de identificar se o condutor fez o uso de alguma substância proibida, como drogas.

Após a realização do exame, a clínica lança o toxicológico no registro nacional de condutores habilitados, a qual o Detran/TO terá acesso.

 Momento para realização do exame

 Diferente das categorias C, D e E, o toxicológico para as categorias A e B pode ser feito em qualquer etapa do processo, desde que seja realizado antes da emissão da CNH provisória, uma vez que o documento depende do exame.

 Validade

 Para os casos específicos das categorias A e B, o exame não tem validade e não precisará ser atualizado após a emissão da habilitação provisória, como nas situações das categorias C, D e E, que refazem o exame a cada dois anos e meio.

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 Atenção! Nem todo toxicológico é válido

 O órgão reforça que serão aceitos somente exames toxicológicos, cuja finalidade específica seja para realizar processos referentes à habilitação. Os exames solicitados por outras empresas, como parte de processos de admissão e desligamento, não são válidos.

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