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Governador Wanderlei Barbosa nomeia primeira mulher para o cargo de Chefe do Estado-Maior dos Bombeiros do Tocantins

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O governador Wanderlei Barbosa nomeou nesta quarta-feira, 1º de novembro, a coronel Andreya de Fátima Bueno como Chefe do Estado-Maior do Corpo de Bombeiros Militar do Tocantins (CBMTO). Coronel Andreya Bueno é a primeira mulher a assumir esse cargo na CBMTO e a nomeação foi publicada no Diário Oficial do Estado dessa quarta-feira, no Decreto.

“Hoje é um dia histórico para o Tocantins. Estou orgulhoso de anunciar a nomeação da primeira mulher como Chefe do Estado-Maior do Corpo de Bombeiros do nosso Estado. É um passo importante para o reconhecimento do talento e competência das mulheres em posições de liderança. Tenho certeza de que a coronel Andreya desempenhará um papel de excelência no Corpo de Bombeiros. Parabéns a ela e a todos os bombeiros pelo trabalho excepcional que realizam diariamente”, frisou o governador Wanderlei Barbosa

“Estou muito grata pelo reconhecimento, ser nomeada pelo nosso governador Wanderlei Barbosa me dá a certeza de estar no caminho certo, mas, ainda, teremos muito trabalho pela frente. O CBMTO é uma corporação sólida, formada por homens e mulheres que dedicam suas vidas à missão de salvar vidas e sinto muito orgulho em poder representá-los no comando desta instituição”, ressaltou a chefe do Estado-Maior, coronel Andreya Bueno.

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Perfil Militar

A chefe de Estado-Maior, Andreya de Fatima Bueno, é formada em Biomedicina pela Universidade Federal do Tocantins. Foi a primeira mulher a ingressar no Curso de Formação de Oficiais Combatentes do Tocantins do CBMTO; possui Curso Superior de Tecnologia em Gestão de Emergências; alcançou o posto de Tenente Coronel Bombeiro Combatente em 2019; se tornou Comandante de Batalhão do CBMTO também em 2019. Foi a primeira mulher a se tornar Coronel dos bombeiros em abril de 2023.

Coronel Andreya de Fátima Bueno faz parte do efetivo desde 2006, quando o CBMTO foi emancipado da Polícia Militar e passou a ser oficialmente uma corporação independente e autônoma. No CBMTO, assumiu as funções de Comandante Operacional, Comandante de Gestão de Pessoas e Comandante de Correição e Disciplina (Corregedora).

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Contrato com BRB rendeu R$ 255 milhões ao Estado e 50% a menos de taxas; servidores continuam recebendo normalmente

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O pagamento da folha salarial do servidor do Governo do Tocantins permanece sendo executado pelo Banco de Brasília (BRB) até maio de 2030, conforme contrato assinado em 2025 pelo Estado e a instituição bancária.
A decisão do Tribunal de Contas do Estado (TCE-TO), dessa quinta-feira, 10, que impediu uma futura prorrogação do contrato, não cancela o acordo vigente nem provoca mudanças no pagamento dos servidores estaduais e demais serviços financeiros previstos. Também permanece assegurado o direito à portabilidade. Mesmo com a folha processada pelo BRB, servidores ativos, aposentados, pensionistas e demais beneficiários podem transferir seus vencimentos para a instituição financeira de sua preferência.
Em contrapartida pela operação, o BRB pagou R$ 255 milhões ao Estado, e 50% a menos de taxas nos serviços e movimentações bancárias. A Secretaria de Estado da Fazenda (Sefaz) prepara o detalhamento de sua aplicação com base nos registros oficiais da execução orçamentária.
O contrato prevê ainda até quatro saques mensais e o fornecimento de cartão magnético. Há também previsão de isenção da cesta de tarifas e da anuidade do cartão de crédito por 12 meses, condicionada ao nível de relacionamento do servidor com o banco e às regras de isenção da instituição.
Para as contas da administração direta e indireta relacionadas no acordo, estão previstas isenções sobre movimentações bancárias, emissão de extratos, manutenção de contas, cestas de serviços e renovação cadastral.
A determinação do TCE produz efeito sobre uma eventual renovação depois de maio de 2030. Ao final da vigência, o Estado deverá realizar procedimento competitivo para escolher a instituição que prestará os serviços bancários.
A Sefaz também deverá apresentar ao Tribunal, no prazo estabelecido, uma comparação atualizada entre as condições oferecidas pelo BRB, pela Caixa Econômica Federal e pelo Banco do Brasil. O levantamento deverá considerar os R$ 255 milhões recebidos, os custos, as tarifas e as condições previstas no contrato.

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