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Cuidados na criação de aves de subsistência evitam doenças e prejuízos

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A Agência de Defesa Agropecuária do Tocantins (Adapec) destaca a importância dos cuidados sanitários na criação de aves de subsistência, prática comum em propriedades rurais do Tocantins. A Agência realiza vigilância ativa e presta orientações para garantir a saúde das aves, evitar prejuízos e proteger a produção regional.

“Entre as principais causas de mortalidade que encontramos é pela falta de vacinação, falta do uso de medicação e condições precárias de higiene. A ausência de manejo sanitário adequado compromete a criação. O acúmulo de matéria orgânica e a falta de vacinação favorecem o surgimento de doenças”, destacou a responsável técnica pelo Programa Estadual de Sanidade das Aves, Mariana Teles.

A Adapec orienta que medidas simples fazem a diferença, como manter o galinheiro limpo, seco e ventilado, retirar diariamente fezes e restos de ração, garantir água limpa e alimentação adequada, além de seguir corretamente o protocolo vacinal. “Também é fundamental adquirir aves apenas em estabelecimentos regularizados, utilizar medicação com orientação técnica e realizar o descarte adequado das aves mortas”, disse o gerente de sanidade animal da Adapec, Sérgio Liocádio.

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Em caso de mortalidade incomum ou suspeita de doença, o produtor deve procurar Adapec mais próxima, ligar para o 0800 000 4733 ou acessar o e-Sisbravet no site institucional.

A Adapec reforça que a prevenção é sempre o melhor caminho e a parceria com os produtores é fundamental para manter a criação saudável e garantir segurança para toda a cadeia produtiva.

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TOCANTINS

Projeto piloto de identificação neonatal atende 28 recém-nascidos e emite primeiras carteiras de identidade no Tocantins

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A Secretaria de Estado da Segurança Pública do Tocantins (SSP/TO) concluiu, neste domingo, 31, o projeto piloto de identificação neonatal realizado no Hospital e Maternidade Dona Regina, em Palmas. Durante os três dias de ação, realizada por meio do Instituto de Identificação, 28 recém-nascidos passaram pelo processo de cadastramento biométrico e duas Carteiras de Identidade Nacional (CIN) já foram emitidas e entregues às famílias.

A iniciativa teve como objetivo avaliar a tecnologia e os procedimentos necessários para a implantação da identificação civil desde os primeiros dias de vida. Ao longo da ação, equipes do Instituto de Identificação realizaram a coleta de dados biométricos dos bebês, incluindo imagens faciais, perioculares da íris e impressões digitais, além da análise dos fluxos de atendimento e da integração dos sistemas utilizados.

O projeto permitiu testar, em ambiente real, as etapas do cadastramento biométrico neonatal, desde o atendimento aos pais e responsáveis até a captura das informações necessárias para a emissão do documento de identidade.

Para a diretora do Instituto de Identificação, Elaine Monteiro Tonon, os resultados alcançados demonstram a viabilidade da iniciativa e reforçam a importância da identificação civil ainda nos primeiros dias de vida. “Os resultados foram positivos e confirmaram a viabilidade da identificação neonatal no Tocantins. Já estamos em processo de aquisição do sistema para ampliar essa iniciativa. Além de garantir o acesso à documentação civil desde os primeiros dias de vida, a biometria neonatal representa um importante avanço na segurança dentro das maternidades, contribuindo para prevenir situações como a troca e tráfico de bebês, além de fortalecer a identificação dos recém-nascidos”, destacou.

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