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Comitê Gestor Estadual do programa Aquilomba Tocantins reúne mais de 20 órgãos

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O Governo do Estado do Tocantins, por meio do Comitê Gestor Estadual do programa Aquilomba Tocantins, articulado pela Secretaria de Estado de Povos Originários e Tradicionais (Sepot), reuniu cerca de 20 órgãos estaduais para a primeira apresentação do projeto Aquilomba Tocantins. O objetivo é garantir direitos básicos aos povos quilombolas do Tocantins. O encontro ocorreu nesta segunda-feira, 19, no Palácio Araguaia José Wilson Siqueira Campos.

Derivado do Aquilobma Brasil, projeto do Governo Federal, o programa Aquilomba Tocantins, que está em fase de construção, será o guarda-chuva das políticas específicas e transversais para o povo quilombola. Tem o objetivo de garantir acesso aos direitos básicos, como saúde, educação e soberania alimentar e territorial dessas comunidades, para promover a igualdade de direitos e oportunidades para este grupo étnico, assim como reconhecer e valorizar a diversidade cultural.

A intenção da reunião é construir o programa para o Governo do Tocantins continuar priorizando a formulação de políticas públicas que levem em conta a realidade e as necessidades específicas destas comunidades, *a princípio partir de cinco eixos temáticos, 14 objetivos e 27 ações, envolvendo 20 órgãos estaduais que poderão anexar propostas e projetos existentes ao programa “Aquilomba Tocantins”, que, em primeiro momento, idealiza a composição e publicação do decreto que direcionará o programa, e o mesmo será lançado no próximo mês.

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Entre os eixos temáticos do projeto, estão gestão territorial, ambiental e mudanças climáticas; infraestrutura, etnodesenvolvimento e segurança alimentar; comunicação, ancestralidade e patrimônio cultural; segurança; organização social e acesso à justiça; e saúde e educação.

Para a secretária da Sepot, Narubia Werreria, o programa Aquilomba Tocantins é a estruturação de políticas públicas essenciais para a população quilombola. “Serviços básicos de saúde, educação, segurança e também para o desenvolvimento dessa população. É muito amplo e nunca aconteceu um programa estruturante especificamente voltado e pensado para a população quilombola. Então, nós estamos muito felizes, é um marco, nós estamos com a participação de vinte secretarias. Todas trabalhando de forma conjunta para construir esse programa para o bem-estar da população quilombola”, pontuou.

Ana Mumbuca, diretora de Proteção aos Quilombolas, com o projeto, o Governo do Tocantins demonstra que os Quilombos estarão assistidos. “O Tocantins será o primeiro estado a implantar o Aquilomba e os quilombos são patrimônio cultural do Brasil. E o Aquilomba será um grande guarda-chuva que vai reunir todas as políticas públicas destinadas às comunidades quilombolas e o Tocantins vai consolidar um marco histórico e reparatório”, disse.

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A representante do Instituto Natureza do Tocantins (Naturatins), Perla Ribeiro, esteve na reunião e comentou sobre como o órgão atuará no Aquilomba Tocantins. “Já contribuímos com o suporte ao desenvolvimento socioambiental e socioeconômico das comunidades, auxiliando as comunidades para o uso e manejo do capim-dourado, promovendo oficinas e auxiliando as comunidades no que elas solicitarem em parceria com as instituições para esse suporte”, acrescentou.

Participaram da reunião representantes da Secretaria de Estado da Mulher, Secretaria da Saúde (SES), Secretaria da Educação (Seduc), Secretaria da Cultura (Secult), Secretaria do Turismo (Sectur), Secretaria da Pesca e Aquicultura (Sepea), Secretaria do Trabalho e Desenvolvimento Social (Setas), Tocantins Parcerias (Topar), Instituto de Desenvolvimento Rural do Tocantins (Ruraltins), Agência Tocantinense de Saneamento (ATS), Agência de Tecnologia da Informação (ATI), Naturatins, Secretaria da Cidadania e Justiça (Seciju), Secretaria das Cidades, Habitação e Desenvolvimento Regional (Secihd) e outros órgãos.

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Naturatins e Semarh definem procedimentos de cobrança e calendário de pagamentos pelo uso de recursos hídricos na Bacia do Rio Formoso

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O Instituto Natureza do Tocantins (Naturatins) estabeleceu os procedimentos para arrecadação e o calendário de pagamento dos valores referentes à cobrança da taxa pelo uso de recursos hídricos na Bacia Hidrográfica do Rio Formoso. A norma foi publicada no Diário Oficial do Estado (DOE) de 10 de abril, por meio da Portaria Conjunta Naturatins/Semarh Nº 002.

Conforme a Portaria, o Naturatins será responsável pelo processo de cobrança, que inclui a verificação da conformidade entre o uso e o valor cobrado com base em dados de outorga e monitoramento, a notificação aos usuários, a emissão das guias de cobrança (DARE) por meio do Sistema Integrado de Gestão Ambiental (SIGAM), o envio do boleto para pagamento, além do acompanhamento e registro da quitação.

O calendário de pagamento seguirá um cronograma oficial válido para todos os anos, com exceção do exercício de 2025, que terá prazo especial a ser divulgado no site do Naturatins.

Grupos de usuários

Os usuários se dividem em dois grupos, com o primeiro sendo formado por aqueles que transmitem dados por telemetria, sistema que mede o consumo em tempo real. Nessa categoria, a cobrança será feita automaticamente com base no volume efetivamente captado.

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O segundo grupo abrange os usuários que não utilizam esse sistema, sendo que nesse caso o valor deverá ser considerado mediante as informações declaradas pelo próprio usuário ou, na falta ou erro dessa declaração, o volume autorizado na outorga.

Procedimentos de pagamentos

Quando o valor anual ultrapassar R$ 25 mil, o usuário poderá solicitar parcelamento em até cinco parcelas mensais, iguais e sucessivas, com a primeira paga no momento da assinatura do acordo, mediante pedido em sistema eletrônico, sendo necessário cadastro regular, ausência de débitos anteriores não negociados e concordância com as condições da portaria.

O atraso ou a falta de pagamento de duas parcelas, seguidas ou alternadas, implicará cancelamento automático do parcelamento, com vencimento imediato do saldo remanescente e possibilidade de suspensão da outorga até a regularização da dívida, sem prejuízo de outras penalidades relacionadas a obrigações de monitoramento ou outorga.

Situações não previstas ou excepcionais envolvendo arrecadação e aplicação dos recursos serão decididas conjuntamente pelo Naturatins e pela Semarh, dentro de suas respectivas atribuições legais.

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Para conferir o calendário excepcional do exercício de 2025, clique aqui.

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