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Capitão Rocha recebe Medalha 30 Anos e se despede do CBMTO

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O Capitão Marinaldo Rocha está se despedindo do Corpo de Bombeiros Militar do Tocantins. Na manhã desta quarta-feira, 09, o militar foi recebido pelo Comando-Geral da Corporação, que o agraciou com a Medalha 30 Anos, agradecendo-o pela dedicação ao expediente ao longo dessas três décadas.

Rocha serviu além das divisas do Tocantins e das fronteiras do Brasil. Como bombeiro militar, atuou dentro do estado e ainda fez parte da Força Nacional de Segurança, integrando equipes em outras unidades federativas, como em Humaitá – AM, de onde chegou recentemente, após combate a incêndio florestal naquela região.

Outra missão do capitão foi no Chile, em janeiro. Também pela FNS, o bombeiro tocantinense atuou na região central do país, que ardia em chamas.

Ao entregar a Medalha 30 Anos, o comandante-geral do CBMTO, coronel Carlos Eduardo Farias, agradeceu o empenho e dedicação, desejo sucesso nos futuros projetos pessoais. A cerimônia contou ainda com a presença do coronel Peterson Queiroz de Ornelas, Chefe do Estado-Maior do CBMTO, e do coronel Cléber José Borges Sobrinho, subchefe do Estado-Maior.

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A partir de agora, Rocha vai desacelerar, com os votos de que a Reserva Remunerada seja tranquila e de contínua prosperidade.

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Contrato com BRB rendeu R$ 255 milhões ao Estado e 50% a menos de taxas; servidores continuam recebendo normalmente

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O pagamento da folha salarial do servidor do Governo do Tocantins permanece sendo executado pelo Banco de Brasília (BRB) até maio de 2030, conforme contrato assinado em 2025 pelo Estado e a instituição bancária.
A decisão do Tribunal de Contas do Estado (TCE-TO), dessa quinta-feira, 10, que impediu uma futura prorrogação do contrato, não cancela o acordo vigente nem provoca mudanças no pagamento dos servidores estaduais e demais serviços financeiros previstos. Também permanece assegurado o direito à portabilidade. Mesmo com a folha processada pelo BRB, servidores ativos, aposentados, pensionistas e demais beneficiários podem transferir seus vencimentos para a instituição financeira de sua preferência.
Em contrapartida pela operação, o BRB pagou R$ 255 milhões ao Estado, e 50% a menos de taxas nos serviços e movimentações bancárias. A Secretaria de Estado da Fazenda (Sefaz) prepara o detalhamento de sua aplicação com base nos registros oficiais da execução orçamentária.
O contrato prevê ainda até quatro saques mensais e o fornecimento de cartão magnético. Há também previsão de isenção da cesta de tarifas e da anuidade do cartão de crédito por 12 meses, condicionada ao nível de relacionamento do servidor com o banco e às regras de isenção da instituição.
Para as contas da administração direta e indireta relacionadas no acordo, estão previstas isenções sobre movimentações bancárias, emissão de extratos, manutenção de contas, cestas de serviços e renovação cadastral.
A determinação do TCE produz efeito sobre uma eventual renovação depois de maio de 2030. Ao final da vigência, o Estado deverá realizar procedimento competitivo para escolher a instituição que prestará os serviços bancários.
A Sefaz também deverá apresentar ao Tribunal, no prazo estabelecido, uma comparação atualizada entre as condições oferecidas pelo BRB, pela Caixa Econômica Federal e pelo Banco do Brasil. O levantamento deverá considerar os R$ 255 milhões recebidos, os custos, as tarifas e as condições previstas no contrato.

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